Hoje faz uma semana que MJ se foi. O rei do pop, a lenda! Sim, isso todo mundo já ta cansado de ouvir e ver nos meios midiáticos. Não se pode negar a força que ele tinha profissionalmente. Mas suas épocas mais marcantes foram quando cantava com sua família no Jacksons Five e posteriormente, a década de 90, marcada por faixas como “Thriller”, “Billie Jean”, “The man in the mirror” e tantas outras canções imortalizadas.

Contudo, apesar de tanto brilho acerca de sua carreira, a sua vida pessoal não pôde contar com tantas boas lembranças. Dormir com crianças; tentar jogar seu filho mais novo da sacada de um hotel; fazer plásticas e mais plásticas para o alcance de algo que ele achava perfeito, etc. Se todos esses fatos são verdadeiros ou não, quem sou eu para falar e julgar. Mas o super bombardeio que a mídia fazia em torno dessas questões era demais. E na minha opinião, isso acabava prejudicando mais a mente, já perturbada pela sua infância, do grande Michael. Grande nas ações humanitárias, nas composições, nos passos de dança. O cantor que amava a todos, como ele mesmo não cansava de dizer. E era impressionante como gostava de ouvir seus fãs clamando o seu nome. Talvez pela necessidade que sempre teve de ser amado e admirado.
É claro que fiquei chocada com algumas declarações do artista, como: “só fiz duas plásticas; os negros são pessoas de várias cores; eu carregava bonecas pela casa antes de ter meus filhos”… Mas como já disse, são pensamentos e ações que com certeza tem a ver com os seus antigos traumas que foram potencializados durante sua vida. Vida de glórias e tragédias que nunca será esquecida pelo mundo.
Michael Jackson já foi eternizado: o homem, o artista, o rei. Suas transformações físicas, comportamentos estranhos, especulações de sua vida pessoal nada são quando comparadas à sua genialidade musical.