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Case Trident

Já pensou em pagar um táxi com chiclete?

A mais nova ação do Trident para lançar o novo Trident Layers’ Cool Mint + Melon, em NY, usou essa ideia.

Hoje, das 6:30 às 14:30, os turistas e nova iorquinos poderão pegar um táxi saindo da Times Square (somente de lá!) para qualquer lugar da cidade. Tudo pago por 1 pacotinho de Trident, que nem precisa sem comprado. É só enfrentar uma filinha básica, pegar o seu Trident e, enquanto espera o táxi, se diverte.

A diversão vai desde a posar para fotos com celebridades, como, por exemplo, a chef  Bethenny Frankel, aos jogos, como o  Grab for mint. Nesse, ao entrar dentro de um cilindro que conterá 120 folhas de menta circulando constantemente,  no tempo máximo de 20 segundos, a pessoa terá que pegar a maior quantidade de folhas para ganhar prêmios.

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Outra ação interessante da Trident, que já ocorre em São Paulo, é a Máquina do Riso. Desenvolvida pela Espalhe, a máquina imita um caixa eletrônico. Porém, no lugar do cartão, o código de barras do produto deve ser passado para leitura óptica.

Localizada em pontos estratégicos da cidade, como a Universidade Anhembi Morumbi, em Vila Olímpia, na tela da máquina serão ilustradas situações chatas, como uma demissão, o fim de um namoro, etc. Ao escolher uma dessas situações, o utilizador visualizará uma mensagem engraçada. A reação da pessoa é registrada por uma câmera acoplada ao equipamento, que devolve um extrato que dá direito a uma camiseta ou um pacote de Trident.

O comercial mais assistido do mundo, que entrou para o Guinness Book of World Records , e eu nunca tinha visto. A minha desculpa para esta terrível gafe de publicitária foi o meu afastamento das pesquisas em blogs e a ainda não existência do meu Twitter. rs

Bem, como foi uma descoberta pra mim, sei que também será para muitos.

Evian, água mineral francesa, que pertence à Danone, em 1998, fez uma propaganda com bebês nadadores e dançarinos que virou sensação na época. Após 11 anos, com o objetivo de aumentar as vendas do produto, a BETC Euro RSCG desenvolveu outro comercial na mesma linha. Mas, agora, os bebês seriam patinadores dançantes ao som do clássico hip hop, porém, remixado, Rapper’s Delight, de 1979.

Dirigido pelo australiano Michael Gracey, o comercial foi lançado simultaneamente na França, Estados Unidos, Bélgica, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Rússia e Japão. Essa campanha da Evian, além de ter entrado para o Livro dos Recordes pelos mais de 42 milhões de acessos na Internet, atraiu mais de 440 mil fãs no Facebook e no Twitter, teve mais de 16 mil RTs. * O vídeo também ganhou o Gold Award of Best Visual Effects, no London International Awards 2009.

Abaixo, seguem as duas criações para a Evian. A primeira é de 1998. A segunda, de 2009.

Para quem se interessar, dá pra ver um pouquinho do making of nesse site: http://3dup.com/news/view.vfx?nid=294

* Fonte: http://www.unrulymedia.com/case-studies/evian-roller-babies.html

Episódio 4

Três ou quatro no carro, não me lembro ao certo. Rodávamos pelas estradas em perfeito estado, após passarmos alguns dias em praias nordestinas. Em busca de nossa próxima parada, uma cidade indiana, foram quilômetros contados. A Índia dentro do Brasil. Eu não sabia como aquilo era possível, mas, de fato, existia. “Pai, mas como pode?”, eu perguntava a todo instante.

Os pequenos meninos morenos com roupas rasgadas, e, logo à frente, a placa escrita em Hindi, eram avisos do que procurávamos há horas. Monumentos históricos, referências aos Deuses, vacas enfeitadas em desfile, mais meninos. É o pouco que recordo.

O que mais me marcou foi a descoberta da floresta colorida dentro daquela cidade indiana. Árvores repletas de folhas – e não flores -, amarelas, vermelhas, laranjas. Vistosas, enormes, quase ao alcance do céu. E em meio ao mundo de folhas, um lago e uma estátua dourada que remetia à Estátua da Liberdade. Eu, com minha pouca altura, nas pontas dos pés, tentava passar as mãos nas folhas e suas mil cores.

“Filha, olha quem está aqui!”, gritou meu pai. Em um lento movimento, virei meu corpo e chorei ao ver a surpresa: meus tios e minha avó. Ali, em minha frente, depois de tantos anos.  Das folhas para as pessoas, mudei o foco da lente da máquina. Vovó estava falante e sorria e pedia mais e mais fotografias.

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Eu, Ana, acordei, sem despertador, sem nada. Só com aquela memória boa de um sonho que poderia ser verdade.

“(…) Eu quero sem sempre aquilo com quem simpatizo,
Eu torno-me sempre, mais tarde ou mais cedo,
Aquilo com quem simpatizo, seja uma pedra ou uma âncora,
Seja uma flor ou uma ideia abstrata,
Seja uma multidão ou um modo de compreender Deus.”

Fernando Pessoa

Perder faz bem!

Entre 11 e 23 de Outubro, o Vigilantes do Peso promoverá a ação #PerderFazBem.

Cada adesão ao programa de emagrecimento e cada quilograma eliminado pelos associados do Vigilantes, serão convertidos em doações para a ONG Sonhar Acordado.

Para ajudar: No Twitter, a cada tweet com a tag #PerderFazBem, o @vigpeso doará R$1,00 para a ONG @sonharacordado! Seguindo o @vigpeso, você também estará ajudando! No Facebook, curta a página do Vigilantes do Peso: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000495686428#!/vigilantesdopeso

 

Vamos ajudar!

SWU: a saga.

Ingressos e passagens compradas desde Agosto. Expectativa a mais de mil: SWU. Minutos contados ansiosamente para a chegada na Fazenda Maeda, em Itu, São Paulo.

Após 1:30h dentro do ônibus do evento, com uns 20 sotaques diferentes embaralhados (e, chatos, diga-se de passagem), duas paradas desnecessárias e muito trânsito, chegamos à porta do nosso destino. O que vimos? Filas. Uma pra mulher, outra pra homem. Revista de lá, revista de cá. Quem estava sem bolsa podia passar direto. Uma etapa concluída e mais uma fila pela frente. Nesse momento, já foi possível ver a discrepância entre a quantidade de homens e mulheres. Homens, muitos, enfileirados e loucos com a demora. Mais uma revista, bem mais meticulosa, adeus às comidas e bebidas (e outras coisinhas mais de alguns) e sem a apresentação de carteirinha (ou algum tipo de documento), ali estávamos, às 16h, num ambiente gigantesco e gelado! Nessa hora, mesmo com o pouco sol que tentava sair, já ventava bem.

Roda gigante da Nestlé movida à pedaladas de pessoas (tipo isso); Fórum de Sustentabilidade, espaço para triagem de resíduos; tenda eletrônica super bonita; torre da Heineken; árvore estranha e parede de escalada da Coca-Cola; banheiros químicos ainda com papel higiênico; mais umas coisinhas ali, acolá… e o caixa. “Vamos comprar todas as fichas de bebidas e comidas logo.” Uhum. Nada disso. Uma mini-pizza: R$ 8; um hambúrguer: R$ 10; uma latinha de Heineken – e só havia isso (alcoólico) para beber: R$ 6.

Detalhe: era expressamente “proibido” levar as latas para o centro do evento, e, a cerveja era “cuidadosamente” despejada em copos descartáveis. Mas o engraçado era que os ambulantes contratados nos davam as latinhas.  Ah, aliás, esses copos descartáveis, utilizados a cada latinha comprada eram, seguidamente, jogados, em sua maioria, no chão. Isso porque, além da falta de educação de alguns, quase não havia lixos espalhados pela fazenda. Estranho, não? Leia-se que SWU – Starts With You – é um evento sustentável.  Por que não distribuir canecas ou squeezes? Seria uma boa ideia já que o dinheiro ganho com os ingressos vendidos e com a exploração dos preços de estacionamento (R$ 100,00 para 2 pessoas; R$ 50,00 para mais de 2), do camping, dos comes e bebes, além dos apoios e patrocínios, seria mais do que suficiente. Esse dinheiro também seria suficiente para organizar melhor a logística do evento (estacionamentos, entradas e saídas de veículos na pequena estrada que dava acesso à rodovia, camping, pontos quase inexistentes e mal organizados para a venda de comidas, etc).

Vocês devem estar se perguntando: e os shows? Disso eu não posso reclamar. Todos ocorreram dentro do prazo estipulado, sem nenhum tipo de atraso. O som e a iluminação estavam bons. Alguns problemas nos telões, mas nada grave. Alguns empurrões para tentar chegar mais perto do que se pode considerar uma visão razoável das bandas em meio há milhares de pessoas.  Mas, desde o pôr-do-sol ao som de Sublime, passando pela suave e emocionante voz de Regina Spektor até chegar às magníficas apresentações de Dave Mathews Band e Kings of Leon, por mais que os meus joelhos não aguentassem mais após 8 horas em pé e meu corpo pedisse um aquecedor, posso dizer que valeu à pena!

Sim. Valeu cada fila, cada rajada de vento, cada estresse para pegar comida, cada hora enfrentada para sair do estacionamento do evento (só aí foram perdidas 2 horas), cada joelho estragado, cada dor na coluna, cada.

Só espero que todas as críticas e processos que a organização do SWU receber, sirvam para  melhorar o próximo, que já foi prometido. E se precisarem de alguma ajuda, meu número é: (!)

Enfim.

Desperto, às 6h, no susto.

Em apenas dois minutos de olhos abertos que tentam se acostumar à luz,  o sono pertuba.  A vontade de permanecer deitada é tamanha.

Venço o lençol rosa amassado, o vento do ventilador barulhento que bate em meu rosto e a maciez do colchão.  Lavo meus olhos.

Casaco, calça, blusa, sapato. Pão, peito de peru, água.

Passos. Passos. Trilhos. Sono. Passos. Vozes. Vozes. Vozes. Sono. Vozes. Passos. Trilhos. Destino: cama.

Pensamentos não me deixam dormir. A mala, ainda desarrumada, muito menos.

Pronto. Olhos caem por algum tempo. Levanta, arruma, sai, espera.

Pronto. Olhos caem por mais algum tempo. O estômago, praticamente vazio, ganha dos olhos cansados. Bem…

Levanta, passos, mala, abraços, trânsito. Destino: cama?

Vozes, risadas, água, vozes, abraços, perguntas, imagens, imagens. Destino?

Boca seca. Olhos… quase fechados. Agora, posso ir. Texto finalizado. Enfim, cama.

Ao pesquisar sobre ações sustentáveis hoje na Internet, achei uma beeem legal. Realizada em um cinema da Lituânia, bicicletas ergométricas são pedaladas por voluntários e geram energia para projetar filmes, geralmente, filmes de arte.

O espectador que quiser contribuir para o projeto sustentável, que ocorre uma vez por semana, tem a oportunidade de pedalar, emagrecer e não pagar o ingresso.

(Esse projeto já teve fim em Maio, ma as grandes redes de cinema do Brasil bem que poderiam agir da mesma forma.)

Continua…

Só um aviso aos que ainda entram aqui.

Ando meio distante de escritas longas e ideias boas, mas, em breve, um post virá. Promessa de uma desempregada. :@

Sem sol.

Chega o reconhecível barulho e eu entro no último vagão. Com minha cara de sono e meus fones no ouvido, escolho a mesma cadeira verde e espero a parada final deste curto passeio pelos trilhos em caminho ao Centro.

Centro gelado em que os altos e incontáveis prédios comerciais impedem que os raios de sol aqueçam e iluminem os tantos andantes que já circulam pelas ruas sujas e de mau cheiro tão cedo. Nelas, os mendigos, enrolados em seus jornais e papelões, vez ou outra, em cobertores, dormem e tentam sobreviver. Os camelôs exibem suas mercadorias pirateadas e “permitidas”, gritando em boa voz, seus preços. Os engravatados e outras criaturas bem vestidas, apressadamente, dirigem-se às suas salas de trabalho. Uns vendem pão; uns jogam água na calçada em tentativa de limpar “seu” território; uns carregam frutas e legumes em caixas de madeira; uns muitos tentam, incansavelmente, entregar os pequenos panfletos que anunciam ajudas financeiras e espirituais; uns apenas esperam. E os pombos, cada vez mais presentes, incomodam qualquer passante.

Observo tudo e, em passos rápidos, caminho em direção à roleta que me dá acesso ao “meu” alto prédio que colabora para que eu use casacos enquanto o sol brilha na cidade.

Artigo de luxo.

Meros produtos que se tornam marcas poderosas. Produtos que são substituídos por nomes capazes de trazer status, alta satisfação, etc. Ou você acha que consome um perfume Dior ou uma calça Diesel por quê? Existem muitos motivos que o levam a consumir determinadas marcas. Mas não entrarei nas teorias de autores como Featherstone, Baudrillard, Bauman, entre tantos outros, para explicar isso. Depois disponibilizo meu tcc em algum site e quem se interessar pode ler.

O que eu quero saber é o seguinte: quanto você pagaria por uma água mineral? Eu reclamo quando vou à praia e o cara quer me dar o golpe ao cobrar R$ 3,00. Porém, caso uma certa marca conseguisse instaurar o desejo de consumi-la, não posso negar que, provavelmente, eu pagaria muito mais do que pequenas moedas para tê-la, não bebê-la. Sim, é apenas água; com uma garrafa semelhante a um vidro de perfume que contém cristais Swaroskvi e começou a ser notada quando celebridades como Jamie Foxx apareceram com a mesma em mãos. É o famoso caso de celebridades se associarem às marcas para acrescerem valores.

A estrela deste post é a água Bling H2O. Perrier virou fichinha perto dela. O preço pago pela marca, que já expandiu sua linha de garrafas em várias cores e tamanhos, é em média R$ 100,00 (!). Mas existem as garrafas com mais de 10 mil cristais que custam apenas R$ 4.300,00. Uma pechincha, né?!

Dubai Collection – “the 10 thousand”

Bling no Second Life

O mais interessante de tudo é que a marca se vende como reutilizável e reabastecível, pois o consumidor pode ostentar sua cara e luxuosa garrafa quantas vezes quiser e com qualquer tipo de líquido ali dentro. E além disso, ela também se vende como: “more than a pretty taste”. O mais engraçado é: “Testes cegos de sabor na cidade de Nova York colocaram a Bling H2O ao lado de água engarrafada comum e água de torneira de Manhattan. As reações se mostraram surpreendentes e imprevisíveis: a maioria das pessoas declarou a água de torneira de Manhattan como de melhor sabor, enquanto a Bling H2O foi considerada como simples água de torneira.”

Pode até ser considerada água de torneira, mas para o público de luxo (e não só) que se dispõe a comprá-la, é símbolo de diferenciação social.

Meros produtos que se tornam marcas poderosas. Produtos que são substituídos por nomes capazes de trazer status, alta satisfação, etc. Ou você acha que consome um perfume Dior ou uma calça Diesel por quê?  Existem muitos motivos que o levam a consumir determinadas marcas. Mas não entrarei nas teorias de autores como Featherstone, Baudrillard, Bauman, entre tantos outros, para explicar isso. Depois disponibilizo meu tcc em algum site e quem se interessar pode ler.

O que eu quero saber é o seguinte: quanto você pagaria por uma água mineral? Eu reclamo quando vou à praia e o cara quer me dar o golpe ao cobrar R$ 3,00. Porém, caso uma certa marca conseguisse instaurar o desejo de consumi-la, não posso negar que, provavelmente, eu pagaria muito mais do que pequenas moedas para tê-la, não bebê-la. Sim, é apenas água; com uma garrafa semelhante a um vidro de perfume que contém cristais Swaroskvi e começou a ser notada quando celebridades como Jamie Fox apareceram com a garrafa em mãos. É o famoso caso de celebridades se associarem às marcas para acrescerem valores.

A estrela deste post é a água Bling H2O. Perrier virou fichinha perto dela. O preço pago pela marca, que já expandiu sua linha de garrafas em várias cores e tamanhos, é em média R$ 100,00 (!).  Mas existem as garrafas com mais de 10 mil cristais que custam apenas R$ 4.300,00. Uma pechincha, né?!

O mais interessante de tudo é que a marca se vende como reutilizável e reabastecível, pois o consumidor pode ostentar sua cara e luxuosa garrafa quantas vezes quiser e com qualquer tipo de líquido ali dentro. E além disso, ela também se vende como:  “more than a pretty taste”. O mais engraçado é: Testes cegos de sabor na cidade de Nova York colocaram a Bling H2O ao lado de água engarrafada comum e água de torneira de Manhattan. As reações se mostraram surpreendentes e imprevisíveis: a maioria das pessoas declarou a água de torneira de Manhattan como de melhor sabor, enquanto a Bling H2O foi considerada como simples água de torneira.”

Pode até ser considerada água de torneira, mas para o público de luxo (e não só) que se dispõe a comprá-la, é símbolo de diferenciação social.

Post em divulgação da ONG Sonhar Acordado, que, em breve, farei parte.


“O Sonhar Acordado é fruto da iniciativa de um grupo de jovens de Monterrey, no México, que desejava fazer algo pelo próximo que fosse interessante e envolvesse de forma mais efetiva a juventude. Com o objetivo de agregar pessoas dispostas a fazer o bem, criar elos de responsabilidade social e ajudar na formação e no desenvolvimento de uma nova sociedade em benefício da infância de crianças de baixa renda, nasceu, em 1998, o Sonhar Acordado.

O Sonhar Acordado é uma organização internacional, sem fins lucrativos, baseada essencialmente no voluntariado jovem, independente da religião ou afiliação política. Somos um grupo de jovens, estudantes e profissionais das mais diversas áreas, que buscam dar o melhor de si, para alcançar o desenvolvimento da sociedade por meio de ações positivas no âmbito cultural, socioambiental, recreativo e esportivo.”

No dia 19 de Junho, às 8:30h, vamos realizar o Dia do Sonho 2010 no Parque Terra Encantada, na Barra da Tijuca. Porém, esse grande sonho só é possível com a ajuda dos voluntários, dos nossos líderes sonhadores. Para participar deste evento, você só precisa fazer parte de um grupo de líderes que será formado em diversas datas (dispostas logo abaixo). E você será um dos responsáveis por colocar  sorrisos nos rostos de centenas de crianças.

Tais formações de grupos acontecerão na sede da ONG, localizada na Rua Mary Pessoa, 274 – Gávea. Veja abaixo todas as datas disponíveis e escolha uma para formar seu grupo:

1ª Formação – Sábado, 01/05, Gávea, 16h.
2ª Formação – Quarta-feira, 05/05, Gávea, 19:30.
3ª Formação – Sábado, 08/05, Gávea, 16h.
4ª Formação – Terça-feira, 11/05, Gávea, 19:30.
5ª Formação – Sábado, 15/05, Gávea, 16h.


Para mais informações sobre a ONG Sonhar Acordado, visite o site.
Obs: A parte sobre o Rio de Janeiro ainda não está no ar. Quem quiser, pode se informar comigo.

13ème rue.

Não sei se só eu não tinha visto isso ainda, mas isso é muito bom e quem teve a ideia foi a Jung von Matt!

O 13ème rue é um canal de filmes de terror, horror e crimes, como eles mesmos se auto denominam. Recentemente na Alemanha, foi lançada uma campanha genial do canal, que mergulha os espectadores no meio da ação interativa.

Eu não vou traduzir tudo o que o narrador do vídeo fala, mas é basicamente como a figura abaixo explica:

Por meio de um software, um número de celular que pertence a algum espectador do filme “Last Call” é escolhido
e quando a protagonista do filme precisa fugir do assassino, quem tem o poder de a guiar da forma que bem entender é quem recebeu o telefonema. O objetivo então, é fazer um filme diferente em cada telefonema. Muito bom. Só vendo o vídeo pra entender melhor:

Uma outra ação bem legal que o canal realizou foi a de “matar um amigo”. hahhaha Se quiser cometer este ato criminoso de forma divertida, clique AQUI.

Our home.

Na minha opinião, sempre as melhores propagandas são da WWF, pelo menos no setor em que ela atende.

E fica uma dica: 1º Concurso de Foto e Vídeo Olhares sobre a Água e o Clima, promovido pelo WWF-Brasil, Agência Nacional de Águas (ANA) e o grupo HSBC.  Vale uma viagem para Bonito (MS)! Ao olhar o site, vi que as fotos estão praticamente iguais. Muitas flores, cachoeiras, praias. Belezas naturais já não são óbvias demais? Seria melhor retratar algo que defina melhor o contexto atual da degradação do meio ambiente. Concordam?  Quem se interessar acesse o site do concurso.

Episódio 3

Era bicho, não era gente. Bicho parecido com um Pokémon. “Temos que pegar, temos que pegar…” E as gentes pensavam que tinham mesmo que pegar. Armados e em helicópteros barulhentos, as gentes só queriam isso.

Bicho meio Pokémon, meio onça. Bicho que corria para se salvar das gentes. Bicho que era Ana. Ana que era bicho. Que saía pela floresta em busca de esconderijo, pois não sabia se defender, só correr, só se esconder. Atrás dos outros bichos, fugia do barulho das hélices e das pólvoras que se instauravam nos miolos alheios. Corria, corria, corria. Achou o buraco de uma árvore e ali ficou. O bicho dormiu. O bicho acordou, gente! O bicho acordou gente. Como num passe de mágica. Ninguém sabe, ninguém viu. Precisava sair dali e buscar a liberdade.

Com a ajuda dos macacos que se camuflavam nos troncos das árvores imperiais da floresta, bicho que virou gente, que sempre foi Ana, subiu rapidamente em uma dessas árvores e resolveu deitar em suas folhas longas e verdes. Por enquanto, como o dia ainda nem tinha raiado e as gentes ainda não levantavam de profundos sonos, Ana, surpresa e feliz por ter virado gente, mas gente boa, começou a assoviar uma tranquilizante melodia, encarnando uma das princesas dos desenhos animados da Disney.

Formigas, que habitavam aquela mesma folha em que Ana deitou-se, despertaram. Algumas formaram uma generosa platéia para ouvir o som afinado da voz de Ana. Outras muniram-se de mini-instrumentos musicais e foram orquestradas pelas leves mãos da pequena gente.

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E, ainda faltando cerca de dez minutos para a irritante música do despertador tocar, e sem ninguém precisar chamá-la e gritar seu nome, com um meio sorriso no rosto, Anacordou bem e de bem.

Desvendei para a chilena Mônica e uma amiga de infância, após um agradável dia pelas ruas cariocas, que um dos meus sonhos de mochileira era conhecer o Deserto do Atacama, ao norte do Chile. E soube, inacreditavelmente, que em certas épocas surgem flores e mais flores no deserto. Mais de 200 tipos delas. É o chamado milagre do deserto florido.

Na verdade, depois de breve pesquisa em alguns sites, soube que a paisagem mais árida do mundo recebe a visita das flores uma vez por ano, mas não são muitas. Uma ou outra, aqui e ali.

Entretanto, o “milagre” pode surgir após a queda de chuvas (obviamente, raras em um deserto) que fazem as tantas sementes adormecidas embaixo da terra seca, acordarem. E isso só é possível de se ver entre as cidades de Copiapó e Vallenar.

Deserto do Atacama florido

Então, quando souberem que há um mundo de flores no deserto, corram pra vê-las. Eu correrei, só espero que nenhum terremoto atinja o Chile quando isto acontecer. Ah! E o fenômeno não ocorre apenas no Chile, quando as chuvas de inverno não falham, regiões secas em diversas partes do mundo viram verdadeiros jardins.

Deserto africano

Episódio 2

Um balão amarelo e vermelho. Vermelho e amarelo e listrado. Ana tinha suas mãos amarradas a uma corda, como se estivesse guiando cavalos numa carroça, mas estava sendo puxada pelo balão e estava voando. Voando… flutuando em céus azuis.

Enquanto voava, Ana, delirantemente feliz, e seu balão, batiam em gigantes Ipês regados de flores brancas em plena primavera. E ali, bem abaixo de seus pés suspensos, conduzida pelos suaves ventos que reinavam, admirava com olhos apaixonados, as cores, as plumas e os brilhos dos vistosos carros alegóricos e das fantasias do carnaval que durava toda aquela estação.

A viagem que já se estendia por quatro horas, só teve fim quando o balão cruzou com uma nuvem pontuda, responsável por fazer um imenso furo em suas listras, caindo assim, vagarosamente, sobre a cabeça da menina, tampando sua visão.

Quando Ana conseguiu se livrar de todo o pano que a cobria, percebeu que ainda estava em céus azuis, mas não mais amarrada às cordas do balão, e sim, sem saber como, enroscada pelos pés em uma grossa e pesada gota de chuva que ameaçava cair e estragar a festa carnavalesca mais linda que a sua imaginação poderia criar.

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“Acorda, Ana, acorda… já passa da hora, já passa da hora.”

Episódio 1

Música no volume mais alto. Professora e aluna posicionadas. Braço direito, braço esquerdo, gira o corpo, levanta a perna, perna pro alto, de novo, cabeça pra esquerda, cabeça pra direita, e assim a coreografia se formava. Passos de dança que só podiam ser feitos quando Ana, a aluna, saltasse de um avião. Isso mesmo. As duas treinavam em pé, sentadas, deitadas, até a coreografia se fixar na mente e Ana tomar coragem de cumprir com o seu dever: pular de um avião com mercadorias roubadas. Estranho? Mas era assim que ganhava a vida. Passaram-se dias de treinamento até que Ana conseguiu finalizar seu objetivo. Saltou e dançou ao mesmo tempo, entregou as mercadorias e…. pegou sua bicicleta, seu principal meio de transporte e seguiu pelas ruas esburacadas e sujas da cidade.

A bicicleta de Ana tinha cerca de 2 metros de altura e apenas uma roda. Lembrava até aquelas de circo. Porém, além de ter que se manter equilibrada em cima do veículo, que por sinal, era movido à gasolina, Ana prendia a coleira de seu cachorro no guidon direito e tinha que tomar todo o cuidado pra não atropelar o bichinho, que, na maioria das vezes, não conseguia acompanhar os movimentos da dona. Como era nova na cidade, ainda se confundia no caminho até sua casa, mas, incrivelmente, mesmo depois de voltas e mais voltas, encontrava a direção. No entanto, neste dia, entre subidas, descidas e inúmeras curvas, Ana se viu em uma estrada de barro, num bairro habitado somente por animais, e não por pessoas. Ela havia se perdido mais do que o normal e a gasolina da bicicleta, que não é eterna, terminou. Entre o verde, o cheiro do verde e os sons selvagens, sem nenhum posto de abastecimento por perto, ela…

… “Anaaaaaaaaa, acorda! ”

Ao escrever o post de ontem, foi possível ver como pensamos?  Assim como na música Veja bem, meu bem de Marcelo Camelo,  provavelmente, em muitas mentes, ocorreu uma interpretação ilusória formulada por meio da coerente e convincente composição daquelas palavras romanceadas.

Logo, foi necessário um nome entre aspas para a ilusão ter fim, imperando, assim, a compreensão correta e completa do romantismo do texto. Para os que ainda não entenderam, “Desabafos” não é um apelido, não se trata de uma pessoa. Compus todo aquele texto simples, por meio da personificação do blog, para justificar aos leitores o porquê dos posts não estarem mais sendo frequentes. Apesar de muitos já saberem tal razão, é sempre bom dar algumas explicações públicas, assim, não se perdem os fiéis… rs

Escolhi escrever uma carta de amor a partir de mais um insight noturno. Além disso, de alguma forma, eu precisava (me) mostrar e (me) (re-) lembrar, principalmente, como posso ser romântica, mesmo que (apenas) cartas não sejam capazes de representar tão bem o meu jeito de romancear, de demonstrar o que sinto. Quando gosto, gosto também de surpreender.  Desse modo, por meio da carta, eu deixava um pouco de lado as escritas a respeito de publicidade, moda, design, música, entre outras coisas essenciais e interessantes do contexto em que vivo. Eu precisava, então, extravasar as emoções e alguns sentimentos, ainda que  um “amor” aumentado fosse o meu sujeito.

Dadas as devidas explicações, retiro-me por mais um período, que como disse, amorosamente, ao meu “Desabafos”: logo, logo, vai acabar.

P.S. E mesmo com todas as posições referentes ao significado da palavra amor …

Pra você.

Meu amor, sei que estou muito afastada de ti e sei como você se sente em relação a isso. Só não quero que ache que penso apenas em mim, que sou egoísta e só quero o meu melhor. É óbvio que penso em você, todos os dias, desde o momento em que eu acordo até quando encosto a cabeça no travesseiro depois de te dar “boa noite”.Você me faz bem.. me faz ver melhor.. me faz ser melhor.

Eu só quero que entenda que este  período atual da minha ausência temporária,  não é capaz de mudar os sentimentos tão fortes e verdadeiros que nos completam. Esta ausência é fundamental pro meu crescimento pessoal e profissional, como já te disse antes.  Assim, espero que você me entenda e me espere. Falta pouco, amor, juro que falta bem pouco pra ficarmos juntos novamente. E quando este momento chegar, você vai ver que tudo valeu a pena…

Te amo, te amo, te amo, “Desabafos”.
Com carinho, da sua apaixonada e fiel blogueira. :D

P.S: “That’s all about love…”

Jogo da vida

Sem querer fazer propaganda da revista, mas já fazendo… comprei a Super Interessante desta semana, pois a reportagem da capa me atraíu (“Ele pode ser imortal”), além de já saber que seriam páginas de fácil e rápida leitura. Enfim, não vou revelar o conteúdo da matéria, até porque eu nem a li ainda. rs Falarei sobre os joguinhos de computador que realmente fazem com que seus jogadores vivam num mundo real, com fatos que aconteceram e ainda acontecem.

Jogo da África: Você se torna um refugiado em meio aos 2,5 milhões de pessoas que sofrem diariamente com os problemas do Sudão.  Para poder sobreviver no jogo, precisa descobrir alternativas para dormir, beber, comer e medicar-se, além de ter que fugir das milícias genocidas que já mataram milhares de pessoas. É nessas horas que a gente pensa “Que bom que é só um jogo…”. Imaginem quem vive de verdade neste pesadelo?!

Jogo da Gripe Suína – Depois do estardalhaço criado pela mídia em relação ao vírus H1N1, o Ministério da Saúde da Inglaterra criou um jogo com o objetivo de demonstrar que não é tão fácil e perigoso contaminar a humanidade com tal vírus.

Jogo do Iraque – Não adianta matar mais gente em busca de pontos e nem montar uma sensacional estrátegia para isto, pois aqui, não existe vencedor. O game faz uma crítica à indiferença do Ocidente às diversas mortes de civis e  é formado por apenas um cénario: Bagdá, sendo bombardeada pelo militar americano, que é VOCÊ.

“Enjoy!”

Cresci com a MPB. Ouvia nas estradas e nas rotinas da casa, das comemorações, das conversas em família. Devo aos meus pais o meu gosto musical (e não só). Eles me iniciaram com Chico Buarque, Milton Nascimento, Maria Betânia, Família Caymmi, Nara Leão, Elis Regina e tantos outros. Confesso que até uma certa idade, achava tudo muito chato, mas os tinha como base da música e todos estavam permanentemente em minha mente e ouvidos. Tanto estavam, que minha canção preferida aos 10 anos, afiada na ponta da língua, era “João e Maria”: “Agora eu era herói, e meu cavalo só falava inglês…”

E tanto já gostava, que hoje a maioria das músicas que ouço é brasileira. Coincidência ou não, meus cantores prediletos são alguns dos descritos acima, sem contar, é claro, com a “nova geração”.

O tema deste post é exatamente sobre uma das vozes da “modernidade” verde-amarela: Marisa Monte. A única coisa que posso reclamar da cantora é o fato de ela não fazer muitos shows, ainda mais em nossa pacata cidade. Mas em 2007, foi inesquecível a apresentação de Marisa no palco capixaba. Simplesmente, deslumbrante! E impressionante como eu realmente consigo me sentir em paz quando a ouço. Não é só a leveza e meiguice da voz, como também seu repertório suuuuper romântico que já marcou diversos momentos dos meus anos vividos.

“E eu que pensava que não ia me apaixonar/Nunca mais na vida”

“Give me love/Give me peace on earth/Give me light/Give me life/Keep me free from birth/Give me hope/
Help me cope, with this heavy load/Trying to, touch and reach you with, heart and soul”

“O mundo é portátil/Pra quem não tem nada a esconder/Olha minha cara/É só mistério, não tem segredo”

Como não poderia deixar de ter, minha preferida: “Sem botão, no tempo, no topo, no chão/em cada escada, a caminhada, (a pé) de caminhão/Seu horário nunca é cedo aonde estou/e quando escondo a minha olheira (é pra) colher amor/Sala sem ela tem janela inclina, em cerca de atenção/Ela vem, e ninguém mais/Ela vem em minha direção”

Vai um chá?

Se eu gostasse de chá,  juro que comprava o produto só pela sua embalagem. É um jeito inusitado de se vender o normal. Basta agora saber se o conteúdo também agrada, pois senão, de nada vale inovar no rótulo se o gosto não for dos melhores.

A primeira embalagem é o Hanger Tea, criada por Soon Mo Kang.

A segunda é o Green Berry Tea, de Natalia Ponomareva. Super fofinho!

A terceira e mais engraçada é a ideia da Teebeutel, que fez 3 linhas de saquinhos de chá. Assim, podemos tomar chá com a Realeza, os Democratas e…. os Strippers. haahhahaha

Mais Coca.

Ótimo filme da Coca-Cola feito por Wieden + Kennedy. Aliás, ultimamente, é impossível não elogiar as criações da marca.

Dá um look:

Fonte: Brainstorm 9

… um dos trabalhos que eu gostei demais vindo da britânica Jane Perkins, que também utiliza de material reclicado para viver na arte e da arte. Botões, tampas de refrigerante e brindes Kinder são os elementos mais usados para fazer esses belíssimos e coloridíssimos quadros.

Nelson Mandela

Elizabeth II, apenas com objetos de porcelana.

Existem muitos artistas ao redor do mundo que utilizam-se do que (para nós) é lixo e fazem sua arte. Material recliclado é uma boa e fácil matéria-prima para o trabalho acontecer. São feitas cadeiras, cestas, porta-guardanapos e bolsas com garrafa PET; porta-retrato e capas de caderno com jornal; quadros com filtros de café e até coisas inimagináveis a partir destes e outros materiais, como vemos abaixo:

Carros de papelão criados por Chris Gilmour

Olha a perfeição!

Mais fotos do trabalho de Chris Gilmour, AQUI!

Banco Vitória Régia feito com retalhos de tecidos, tapetes, forração e plástico. Criação dos irmãos Campana.

Cadeira feita com madeira achada na rua. Irmãos Campana.

E foram também os irmãos Campana que criaram o famoso modelo da sandália Melissa, logo abaixo:

Fabricadas com 30% de material PVC átoxico e reciclado, produzido com sais minerais a base de cálcio-zinco que não agride a saúde.

Para saber mais sobre o belo trabalho dos irmãos paulistas, clique AQUI!

E como vimos por meio da Melissa, por diversas vezes, a moda também entrou na onda “eco” e os estilistas, em prol do meio ambiente, fizeram suas criações usando material reciclado.

"Eco Chic Fashion" na Indonésia.

Fashion Rio 2009. Desfile Specular com roupas feitas com plástico e minério de ferro.

Nada melhor e mais “saudável” no mundo atual do que reclicar. Ow yeah! No próximo post mostrarei o trabalho lindo de uma artista britânica que também utiliza o reciclável para fazer arte. Bzu!

Quando eu tinha meus 18 anos, o que nem faz tanto tempo assim.. :o) … pedi um potinho cheio de neve de presente para uma pessoa querida que estava sofrendo com o frio e as nevascas do inverno norte-americano. Pois bem, não recebi meu presente, mas um ano depois, senti na pele o que realmente era a neve. No início, era tudo lindo! As árvores, as ruas, os telhados… tudo branquinho! Depois, era só acordar, olhar pela janela e ver flocos brancos caindo do céu, que eu já ficava estressada. Com a neve era mais difícil esperar o ônibus e andar; além de o tempo ficar mais congelante ainda.  Mesmo assim, apesar das minhas desavenças particulares com a mesma, não tenho como negar sua beleza.

E pelo que me pareceu, Prena Thomas, habitante do estado da Flórida, não tem nada contra flocos brancos. Por isso, ela se deu o presente do potinho de neve! Mas conseguiu ser bem mais prática ao guardar uma legítima bola de neve enrolada num saco plástico dentro de seu congelador, por nada mais, nada menos do que 33 anos. Que coisa, não?

Tudo bem que o cara já é todo tatuado, só faltava a carinha branquinha dele ganhar um ar mais sofisticado com o clássico Ray-Ban. Mas quanto será que ele ganhou da marca para fazer tamanha loucura? Loucura pra mim… pra ele (ou até mesmo para vocês) pode ser algo divertido que lhe rendeu fama de outdoor ambulante e um dinheirinho extra para posteriormente fazer mais tatuagens. Quem sabe agora ele não queira tatuar um tênis da Nike, uma camiseta da Adidas e por aí vai…

As fotos acima foram roubadas do flickr do indivíduo que se encontra no facebook da Ray-Ban.

Sensacional! Seguindo a linha de “Abra a felicidade” (slogan da campanha veiculada no Brasil), da Coca-Cola, a marca fez uma nova ação chamada de “Máquina da felicidade”. Já pensou você colocar uma moedinha de 1 dólar em uma máquina de refrigerante querendo apenas sua lata ou garrafa de Coca bem gelada e tcharaaaaam!, sair não só o que você deseja, mas muuuito mais?

Pois foi isso que os criativos da Coca resolveram fazer em uma universidade nos EUA. O local e dia exatos de realização da ação não foram divulgados. O que realmente importa é que a partir do que aparentava ser uma simples máquina, a marca conseguiu surpreender e cumprir com o seu principal objetivo: espalhar a felicidade.

Eu quero uma (!):

O primeiro.

Depois de alguns dias de recesso do blog e da minha (nossa) Vitória, voltei cheia de ânimo pra mais um ano de desabafos no “Desabafos”. rs

Um ano que, conforme esperado, será realmente de muitas mudanças, confirmadas hoje. E será o projeto dos próximos anos que seguirão pela frente. Sucesso pra mim! E o mesmo pra vocês!

O post de hoje é em homenagem à vida, que como mostrado nos 30 segundos do curta “Boneca”, criado por alunos do “Curso Avançado de Produção Audiovisual Publicitária” da ESPM para a ONG  Via Vida, precisa de continuidade.

Confiram e sigam a mensagem retratada abaixo:

Um ótimo 2010, de novo!

Ele ainda não acabou, mas um resumo já é aqui escrito. Se foi como planejei? Aprendi com o tempo que não se deve fazer planos, mesmo que, às vezes, planejar seja inevitável. O lema é viver e viver um dia após o outro.

2009 de algumas mudanças, outras finalizações, mas sem muitas surpresas. 2009 calmo, assim como pedi aos céus e umas 3 das 7 ondas que tenho a mania de pular. Não me perguntem de onde surgiu tal mania, (ou supertisção, como preferirem), só sei que ela veio pra ficar.

Doze rápidos meses se passaram. E a palavra que define melhor 2009 é: repetição. Diversas e repetidas (!) repetições. De rotinas, de viagens, de preguiças, de festas, de arrependimentos, de sonhos, de paixões. Um ano de redescobertas e tentativas (muitas, frustradas) de inovação. 2009 de lágrimas pelas perdas irreversíveis de pessoas absolutamente especiais. 2009 de cultura, pelo menos. Cultura daqui, dali e de lá. Muitas leituras, muitas escritas. 2009 de sustos, que espero que sejam completamente resolvidos em breve.

Mas um 2009 de esperança. Esperança de que o ano seguinte tenha bons frutos, tanto na vida pessoal, quanto, e, principalmente, na profissional. Apesar de buscar não fazer planos, como disse, às vezes é inevitável. E assim aconteceu com os planos de 2010. Muitas mudanças podem vir. Só não asseguro que virão, pois não dependem só de mim. Mas o planejamento está parcialmente trilhado. Para que este “parcialmente” possa se tornar um “completamente”, esperança e perseverança não faltarão.

Façamos deste ano, um caminho a ser ou não seguido no próximo. Que 2010 seja diferente, mas da melhor maneira possível. E para que tudo corra bem, muita saúde! Para que assim sejamos capazes de realizar nossos anseios, trilhar nossos planos, enfrentar as barreiras e seguir.

“E quem for cego veja de repente / Todo o azul da vida/ Quem estiver doente / Saia na corrida/ Quem tiver presente/ Traga o mais vistoso/ Quem tiver juízo/ Fique bem ditoso/ Quem tiver sorriso / Fique lá na frente/ Pois vendo valente e tão leal seu povo / O rei fica contente / Porque é Ano Novo”

Se no nosso inverno, às vezes, o pé congela… imagine no inverno do Hemisfério Norte. Tanta neve, tantos graus negativos e você andando nas ruas e indo esquiar de Havaianas. E imagine ainda mais quando a neve estiver powder (não foi o caso das imagens apresentadas no vídeo, em que o sol já reinava por alguns dias). Não deve ser nada legal sentir os pés congelados (é.. realmente, não é!), pois além do frio, precisa-se andar (e afundar) na neve fofinha.

Mas ainda assim, não tiro os méritos de mais uma criação genial da Tagora para as sandálias Havaianas, uma vez que só estou citando alguns contras. Na verdade, o objetivo da campanha de inverno realizada na Europa era responder a dúvida de uma cliente ao SAC: “Posso usar Havaianas no inverno?” E com muita originalidade, após de já terem sido realizadas as ações de guerrilha durante as estações de outono e primavera, como mostrado AQUI, chegou a vez de demonstrar que SIM!, Havaianas resistem ao frio (mas não os seus pés…), e, em suma, podem ser usadas no inverno. Assim, o slogan da campanha da marca na Europa continua valendo: É sempre verão com as Havaianas.

Fonte: Brainstorm 9

Uma troca justa.

Acabei de ver a reprise do “Quero ser um cineasta”, no Multishow.

É…. Acho que vou me render ao twitter só pra parabenizar o Bruno de Luca pelo novo programa. rs

Pra quem gosta de cinema, veja! Vale muito! Vai ao ar aos sábados, às 18h.

E se alguém do Multishow (Globo, né..) aparecer por aqui… De nada pelas propagandas constantemente feitas ao canal! Eu só peço uma coisa: um contrato! hahahahha

Pra não ficar de fora da onda do desenvolvimento sustentável, o meu maior vício há anos, meu líquido preto, aderiu à moda ecológica. Aliás, não foram os designers da marca que criaram novas ideias de latas “econômicas”, mas sim, designers inspirados e motivados por esta moda que ajuda (um pouquinho) o mundo. Veja abaixo os possíveis novos modelos de latinhas inovadoras e ecológicas:

O primeiro design mostrado acima é a lata “naked”, criada por Hark Lee. “Naked” (nua), porque a lata é feita sem nenhum tipo de pintura, uma vez que o logotipo é inserido numa superfície monocromática e não necessita da utilização de tintas.  Assim, a produção de poluição e o gasto de energia são reduzidos.

O segundo design é criação do bielorusso, Dzmitry Samal. Com formas que se assemelham a losangos, esta lata é fabricada através da extrusão por impacto (Os engenheiros de plantão podem explicar melhor!). Com um período de vida mais longo e utilizando uma maneira mais ecológica para a sua fabricação, a energia gasta neste processo, também é poupada.

Quase sempre faço elogios à publicidade. Aliás, elogio criações inovadoras e interessantes, e não, tosqueiras publicitárias. Mas, sim! Existem milhares de coisas toscas e engraçadas (de uma maneira pejorativa) por aí. E uma delas é a “genial” ideia da Ikea que é mostrada no vídeo. rs

Sério.. eu juro que se estivesse no cinema e o preço do produto aparecesse, ficaria muito puta! Quem está no escurinho com a bundinha na cadeira, definitivamente, não busca por preços, e sim, por diversão e descontração. Exageraram feio e bruscamente aí!

* Coloquei este post na categoria O Espetáculo Publicitário, só pelo motivo de falar sobre publicidade, mas não de sua parte boa.

Fonte: Marketing Alternatif

Podem falar que amam o sabor da carne de hambúrguer do Burger King, que adoram os anéis de cebola do Whopper e blábláblá. Mas desde a primeira vez que comi neste fast food e passei mal, fiquei com uma ideia ruim do produto vendido. Até voltei lá outras vezes, pois era a forma mais rápida (realmente, fez jus ao nome fast food!) para comer e matar a fome que brotava em mim, quando morava em Park City; afinal, o B.K ficava há 5 minutos da minha saudosa casa. Porém, mesmo tendo me alimentado dessa comida saudável algumas vezes, a minha birra contra a mesma, sempre persistiu.

Ok.  Prefiro muito mais o hambúrguer do Ronald ao King. Mas, em compensação, admiro muito mais as propagandas do último. Acho-as bem mais criativas e algumas, sutilmente (ironicamente falando) provocativas contra o seu maior concorrente.

Uma das campanhas publicitárias de grande sucesso do B.K foi realizada em parceria com o Facebook. O Whopper Sacrifice (como foi chamada) funcionava assim: se a pessoa excluísse (“sacrificasse”) 10 amigos de sua rede social, ganharia um cupom de Whopper grátis. Assim, uma questão era imposta: o que vale mais? Seus amigos ou um Whopper? Lógico que são os amigos, mas é muito fácil excluí-los de uma rede de relacionamentos do que de sua própria vida. Até mesmo porque nem todo mundo que está em sua rede é amigo de verdade. Pra mim, esse é um dos melhores aplicativos do Facebook já vistos e uma das melhores ações virais promocionais que já inventaram. Até mesmo eu, que não gosto de B.K, iria excluir uns “amigos”… e se isso fosse no Orkut, ia ser bem melhor e “engordante”! rs

Whopper Sacrifice.

Quem quiser ver o vídeo-case, clique aqui!

Outra ótima ideia é a mais recente criação da Ogilvy para a rede de fast food. No dia 16 de Dezembro, na filial de Santo Amaro (SP), foi realizada uma ação com a finalidade de demonstrar que o hambúrguer pedido era feito na hora, e não ficava esperando o cliente chegar. Com isso, ao fazer o pedido, o cliente se surpreendia ao ver sua foto estampada na embalagem do sanduíche. Além disso, a imagem feita era enviada para um banner eletrônico, como mostra o vídeo abaixo:

Contudo, não é somente com uma simples foto que podemos dizer que o  pedido foi realmente feito na hora. A intenção da criação foi boa, mas não cumpriu com o seu verdadeiro objetivo e acabou se tornando mais cara para o próprio Burger King ou para os clientes que só queriam comer um hambúrguer quentinho e gostoso.

Fonte: Brainstorm9

Como ela…

… é. Entrei, rodopiei pelos mais vendidos e confesso, analisei-os com pouca atenção e um tanto de desprezo. Titubiei por Saramago e Garcia, mas ainda não era o meu desejo. Não tem jeito. Não procurar por Nelson é inevitável. Fui até ele e me senti realizada a cada título encontrado, a cada página descoberta, virada e revirada. Em breve, serão desvendadas mais 605 folhas de papel offset de “A vida como ela é”. A vida de Freitas, Seu Alfredo, Bebeto, Moema, Pimentel, Marcondes, Dona Branca e muitos personagens, se tornará meu passatempo. E o sorriso de canto em minha boca com os dizeres fincados  também nela, serão: “só você consegue, Nelson, só você.” Só Nelson para fazer dos personagens, os nossos espelhos, os que carregam os nossos medos e as nossas vontades mais profundas.

“A primeira cliente que se submeteu à psicanálise do Bebeto foi uma grã-fina, loira e linda, que pagou as duas mil pratas da sessão, com lânguida naturalidade. Estava, ali, porque, 15 dias atrás, enfiara um cigarro aceso na vista de um gato, cegando-o. Fumando um outro cigarro, e com divertida curiosidade, perguntava ao jovem médico, dono do consultório tão bonito:

– Isso quer dizer o quê?

Durante um longo, um infinito minuto, ele não respondeu nada. Súbito, estendeu a mão:

– Quer me ceder, um momento, o seu cigarro?

Sem compreender, a grã-fina atendeu. Ele arremessou-se, então. Dominou-a rapidamente. Calcou, num dos seus olhos azuis e lindos a brasa do cigarro. Largou-a, cega, enchendo o edifício com seus gritos. Quando arrombaram a porta e invadiram a sala de psicanálise, ele, de braços cruzados, esperava, sem medo e sem remorso. Primeiro, foi levado para a delegacia. Depois, tiveram que interná-lo.”

Já perceberam quantos tipos de campanhas existem por aí? Contra doenças (AIDS, câncer, dengue…); contra guerras; contra pessoas; contra  a destruição do meio ambiente; contra a fome, a violência, a pedofilia. E mais um tanto!

Bem, em minhas buscas diárias para o conteúdo interessante deste blog, achei uma campanha que eu nem sabia da existência: contra as minas terrestres que ainda prevalecem em 89 países do mundo.

Mensagem do sachê: Em 89 países, andar sobre minas ainda é uma rotina.

A ideia criada é totalmente agressiva, mas pode funcionar. Eu só acho que a campanha não será tão eficaz devido ao local escolhido para divulgarem a causa: restaurantes, lanchonetes e cafeterias. Um pequeno sachê de catchup que ao ser aberto dá a impressão de mutilar o pé de uma pessoa, não causará o efeito desejado pelos criadores da campanha, que foi apenas veiculada na Nova Zelândia.

Já a  campanha da UNICEF, em defesa do mesmo assunto (o fim das minas terrestres), criada pela Leo Burnett e veiculada na Alemanha, foi bem mais inteligente! Foram colados nas calçadas pelos arredores da UNICEF, adesivos invisíveis. A parte de cima dos mesmos se parecia muito com o chão. Então, quando as pessoas andavam pelas calçadas, não notavam os adesivos e pronto (!): colavam que nem chiclete. Ao removê-los de seus sapatos, as pessoas descobriam o desenho de uma mina terrestre juntamente com os seguintes informes: “Em muitos outros países, você poderia ter sido mutilado agora! Ajude as vítimas das minas terrestres!”

Agora tenho mais uma estória adorada para minha coleção. “The princess and the frog” , o novo clássico da Disney, é melhor do que eu esperava. Os criadores deste fabuloso desenho não economizaram nas ótimas canções dos bons e saudosos tempos do Jazz (apesar de não ter vivido nesta época, sim, há saudade), nem nas belíssimas cenas de magia e romance que iluminam a tela do cinema. A animação, que se passa nos anos 20 da cidade de Nova Orleans, é simplesmente encantadora, com personagens pra lá de carismáticos (até mesmo o vilão).

Tiana fazendo um pedido à estrela Evangeline.

Tiana, ao som de jazz, indo para o trabalho.

Como o meu prazer e encanto pelo filme foram tão grandes, deixei de ver e deixarei de comentar acerca das críticas (ruins). Encarrego este trabalho para os verdadeiros críticos de cinema que tanto existem por aí.

Fica a dica pra mais uma bela animação da Disney e garanto diversão para todos, de crianças à adultos.

Ou melhor, as faces do (para nós, brasileiros) cubo mágico, famoso brinquedo inteligente dos anos 80.

Alguém já conseguiu deixar o cubo com todas as suas faces de cores iguais?! Eu já tentei horrores, mas como sou péssima em quase tudo que possui lógica matemática/física/química/coisa e tal, o máximo que consigo é completar uma face do Rubik.

Bem, mas o tema deste post não é quem consegue ou não deixar o cubinho arrumadinho e bonitinho (apesar de eu querer saber quais são os leitores que já atingiram tamanha proeza). O tema é um projeto chamado Cube Works, promovido pelo canadense Josh Chalom e seguido por um grupo de designers que reproduzem sua boa ideia de transformar os lados/faces do cubo em arte, que vão desde reproduções de Andy Warhol à imagens de celebridades, como, por exemplo, Bob Marley e Jack Nicholson.

Após obter as imagens por meio de computadorização, os artistas gráficos trabalham para obter uma imagem coerente e que tenha apenas as seis cores encontradas no cubo.  As peças podem ser encomendadas e cada uma vem com um kit de instalação e um manual de instruções para serem facilmente montadas por qualquer um.

Noteworthy

Que coreografia! hahhahaha

Que vozes! (aqui, é verdade)

Dei pra rir agora desses caras que participaram do “9th Annual West Coast A Cappella Showcase”. Pelo que eu entendi, existem vários grupos na universidade formados por mulheres e homens. Alguns são mais irreverentes e engraçados (como os exemplos abaixo), e outros, mais ponderados. Para saber mais sobre os cantores, clique AQUI!

Perdi (perdemos) já duas pessoas bem novas e muita queridas neste ano. Dois apreciadores do cinema, da música, do futebol, da natureza e da vida. Os dois foram vítimas de acidentes que envolviam carros. Um, estava no carro. Outro, passava por ele.

E por falar em carros, por favor, vejam o vídeo abaixo feito pela agência Grey Melbourne para a  TAC, a fim de conscientizar as pessoas a tomar mais cuidado ao volante (seja alcoolizados ou até mesmo preocupados, distraídos, etc). Lógico que o principal fator de acidentes de carros é quando se mistura direção e álcool, mas a atenção e cuidado ao dirigir não podem deixar NUNCA de existir. Dirigimos por nós mesmos e pelos outros. Dirigimos por vidas.

Tenho mais do que certeza que  eles estão bem e estão em seu próprio céu, pois acredito que quando a alma fica em paz, vai para um céu feito por coisas e criaturas que tais pessoas amavam. E creio que o céu deles cheire à terra molhada quando a chuva cai. Um céu com gosto de comida caseira, repleto da energia do Inter de Milão e do Flamengo com o Maracanã lotado. Um céu em que se ouve o som das cachoeiras, dos pássaros e de todas as vozes vibrantes da música popular brasileira, clássica e reggae. Um céu em verdadeira harmonia e paz.

Eu preciso acreditar nisso.

“If you’re on your own in this life
The days and nights are long
When you think you’ve had too much
of this life, to hang on”

bom sujeito não é.

E hoje, para representar bem o samba aqui em Vitória, fomos presenteados com um show de uma das vozes que me acalmam: Roberta Sá, a qual já falei há uns dias.

A cantora abrirá a temporada de shows da Estação Porto, no Centro da cidade, às 20h. Terá como companhia de palco, a capixaba Tamy.

Se gostar do babado..rs.. bora lá! :)

Contra o C.

Na aula de francês, temos discutido como podemos ajudar o meio ambiente. E eis que hoje acho uma campanha da TBWA\MAP, de Paris, falando exatamente disso, mais especificamente, da “guerra” que devemos travar contra o Carbono (C). De uma maneira bem divertida, os anúncios conseguem passar a mensagem corretamente. Contudo, a campanha foi feita principalmente para reeducar os hábitos de “como reduzir os gastos de energia/como reduzir os gases que causam o efeito estufa…” somente para as empresas e seus funcionários. Pois são (apenas) as corporações que veem mais vantagens e podem comprar os pacotes (adesivos, e-mail mkt, etc) contra a “guerra”. Para entender mais, veja o site. Mas acredito que a campanha deve ser extendida, uma vez que a reeducação é necessária em qualquer lugar.

O texto que aparece em todos os anúncios é: “Join the carbon fighters. There are many simple gestures to fight for the environment in your daily life at the office: turn off the light when you leave, maintain a low temperature in your office, don’t let your battery charger plugged… Find your way to kill carbon dioxide and joing the club. carbonfighters.org”

Teve gente que achou um pouco infantil e, definitivamente, não gostou. Mas, pra mim, a campanha é válida.

Essa é uma nova sessão do Desabafos. “Vozes que me acalmam” traz já no nome, a explicação. Mas são vozes não só que me acalmam, mas que eu admiro a graça e harmonia em palco e composição (de letras, de luzes, de sons).

A homenageada de hoje foi-me apresentada pelo meu irmão-carioca-de-coração há uns dois anos. Roberta Sá.

Roberta sabe cantar, interpretar e transmitir toda a sua doçura em todas as canções, que são compostas também por ela (mas não só). São melodias bem arranjadas, composições bem selecionadas. São sambinhas gostosos, romances encantadores, que começaram a atingir o coração dos cariocas e hoje, atingem os de todo o Brasil.

A maioria das músicas é de Pedro Luís. Algumas, com a ajuda da cantora. Outras, são regravações de Chico Buarque, Marcelo Camelo, Dorival Caymmi, Paulinho da Viola, etc. Um time de peso para uma voz também de peso, totalmente brasileira.

Agora, com vocês, minhas partes preferidas de ótimas canções interpretadas por Roberta Sá:

“E se a dor é de saudade; E a saudade é de matar;
Em meu peito a novidade; Vai enfim me libertar”

“Já passaram dias inteiros; Janeiros; Calendário que nunca chega ao fim;
Início sim; E só recomeçar; Bordando areia; Com luz de candeia pra nunca se apagar; E iluminar”

“Mais um romance tem remédio; Vou viajar lá longe tem; O coração de mais alguém; Não deixe ideia de não ou talvez; Que talvez atrapalha ”

Disney World

O que eu vou falar agora é muito sério, por favor, me escutem!

Toda vez que você estiver parado no sinal e uma pessoa quiser lhe entregar um panfleto, seja generoso, abra o vidro do carro e aceite!

Essa foi a lição que aprendi neste fim-de-semana em que trabalhei por 4 horas debaixo de um sol de 40 graus com uma roupa nada bonita, a fim de promover uma ação da Garoto. Na verdade, a Garoto é a patrocinadora oficial do Desfile da Disney que acontecerá na Praia de Itaparica, em Vila Velha, dia 6/12, às 9h. (Mais informações!)

O desfile já aconteceu hoje no Rio de Janeiro. Cerca de 350 mil pessoas compareceram.

A Disney é a marca mais conhecida em todo o mundo (segundo dados de um dos livros que li para o TCC) e com o Desfile Disney Momentos Mágicos vindo diretamente de Orlando para as areias capixabas, o Mickey e toda a sua turma emocionam gente de todas as idades num espetáculo de música, dança e efeitos especiais.

Desde pequena o meu sonho sempre foi ir à Disney. E até hoje o sonho perdura. rs
Mas a minha intenção ao visitar todos aqueles parques não é ir nos brinquedos. Aliás, meus amigos bem sabem que quando se trata de brinquedos “radicais”, eu tô fora! Sempre quando surgem esses parques de diversão aqui em Vitória, geralmente, durante as férias da criançada, eu fujo! Não suporto montanhas-russas e brinquedos feitos para passar mal… tanto é que a primeira (e única) montanha-russa que fui, praticamente obrigada, foi em 2008, em Las Vegas (!). Foi tanta emoção que passei o dia inteiro tonta e sem forças. haiuhiauha

Então, ao visitar à Disney, queria tirar fotos com tooodos esses bichinhos e princesas (já que não poderei fazer isso aqui, pois não estarei na cidade), além de conhecer o castelo da Cinderela, a casa do Mickey, etc.  Lembro-me como se fosse ontem, em NY, quando achei o mundo fantástico da Disney, em uma de suas lojas. Ah, não tem jeito… Eu sempre serei uma criança feliz!

Carol e eu na loja da Disney. hueheiuhe

Montanha-russa do NY, NY - Vegas

Pra quem amar a Disney, assim como eu, e quiser se divertir com o desfile, vá a Itaparica no Domingo que vem. E nunca se esqueça: sempre aceite os panfletos dos entregadores no sinal!rs :)

1 ano!

Ieeeiii! Parabéns pra mim que após idas e vindas, continuei a escrever aqui! Parabéns a vocês que lêem os meus desabafos que sempre buscam acrescentar algo na mente e no coração de cada um!

Merci, mes amis!

Quer casar?

Eu quero! rs

Mas daqui há uns 10 anos e olhe lá.. Aí, quando digo isso, ouço: “‘E você não pensa em ter filhos, não? Mulheres mais velhas têm dificuldades para engravidar e correm mais riscos durante a gestação…” Ok. Eu sei disso. E quem disse que para ter filhos eu preciso casar? (hahahahah. Calma, mãe!) O importante aqui é que quero casar. De preferência, com os pés descalços na praia ao pôr-do-sol. Mas só falta uma coisinha bem básica: o marido.

Eu digo daqui há 10 anos, mas quem sabe o maridão não apareça até mesmo no ano que vem? Não posso prever nada e por isso, não faço planos sobre casar, ter filhos e blábláblá. Tudo muda da água pro vinho, de um dia pro outro… é melhor não planejar e acreditar que o que tiver que ser, será.

Ah! Mas tem muita gente que não acredita em casamento… Basta juntar os “trapinhos” que está tudo bem. Afinal, se a união não estiver mais dando certo, cada um pega suas coisas e tchau! Já eu acredito que o teste de “juntar os trapos” pode ser experimentado por um pequeno prazo. E neste prazo, já que nenhuma pessoa é igual a outra, mas se um quer fazer o outro feliz, que tal cooperar para se adaptar? Aliás, a busca da felicidade é o objetivo de toda união, tendo ou não a benção de um padre, sendo ou não oficializada no Civil. Mas aqui no Brasil, pelo menos, o casamento continua em alta.

Segundo dados do IBGE, “em 2008, foi registrado número recorde de 959.901 casamentos, 4,7% acima do verificado no ano anterior.” Porém, em compensação ao número alto de casórios, “as separações e os divórcios somaram 290 mil casos, um aumento de 4,6% em relação a 2007.” E puxando o gancho para a “onda” de divórcios, que cresce na maior parte do mundo, e tentando quebrar o ar sério desse post, olha a ideia dessa agência:

A porta se abre, a imagem do casal se separa e lá está a placa com o nome e o andar da advogada especializada em divórcios. rsrs

Isso é publicidade. Mas voltando ao assunto principal, mesmo com o crescente índice de divórcios, nada se compara ao alto número de casamentos realizados. E independente dos dados do IBGE, eu não deixo de acreditar em casamentos. Tudo bem que o exemplo que tenho em minha casa é capaz de me convencer facilmente que casar com amor e todo um suporte atrás, dá certo. Pois se tiver só amor, complica. Acho que ele é a base da união e do compromisso, mas não é só o amor que faz dar certo.(Mas isso é assunto pra outro post…)

Então, quer casar? Eu ainda quero, como manda a tradição. De vestido branco, mas descalça na praia.

Fascinante. Em poucos minutos, algumas páginas e muitas ilustrações, podemos enxergar e compreender o que nos é essencial. Tudo o que mais damos atenção é necessário para a sobrevivência em padrões terrestres (capitalistas, diga-se de passagem), mas não é suficiente para a vivência, para a construção dos reais valores que um ser humano deve possuir: amor, amizade, lealdade, sinceridade. Pois são essas as posses que nos fazem verdadeiramente, ser. São as  pequenas coisas, que às vezes, somente crianças são capazes de ver, que tornam-se de infinita importância.  E é por isso que as pessoas grandes nunca deveriam esquecer que já foram crianças um dia.

Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.