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Archive for janeiro \29\UTC 2010

Jogo da vida

Sem querer fazer propaganda da revista, mas já fazendo… comprei a Super Interessante desta semana, pois a reportagem da capa me atraíu (“Ele pode ser imortal”), além de já saber que seriam páginas de fácil e rápida leitura. Enfim, não vou revelar o conteúdo da matéria, até porque eu nem a li ainda. rs Falarei sobre os joguinhos de computador que realmente fazem com que seus jogadores vivam num mundo real, com fatos que aconteceram e ainda acontecem.

Jogo da África: Você se torna um refugiado em meio aos 2,5 milhões de pessoas que sofrem diariamente com os problemas do Sudão.  Para poder sobreviver no jogo, precisa descobrir alternativas para dormir, beber, comer e medicar-se, além de ter que fugir das milícias genocidas que já mataram milhares de pessoas. É nessas horas que a gente pensa “Que bom que é só um jogo…”. Imaginem quem vive de verdade neste pesadelo?!

Jogo da Gripe Suína – Depois do estardalhaço criado pela mídia em relação ao vírus H1N1, o Ministério da Saúde da Inglaterra criou um jogo com o objetivo de demonstrar que não é tão fácil e perigoso contaminar a humanidade com tal vírus.

Jogo do Iraque – Não adianta matar mais gente em busca de pontos e nem montar uma sensacional estrátegia para isto, pois aqui, não existe vencedor. O game faz uma crítica à indiferença do Ocidente às diversas mortes de civis e  é formado por apenas um cénario: Bagdá, sendo bombardeada pelo militar americano, que é VOCÊ.

“Enjoy!”

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Vozes que me acalmam #2

Cresci com a MPB. Ouvia nas estradas e nas rotinas da casa, das comemorações, das conversas em família. Devo aos meus pais o meu gosto musical (e não só). Eles me iniciaram com Chico Buarque, Milton Nascimento, Maria Betânia, Família Caymmi, Nara Leão, Elis Regina e tantos outros. Confesso que até uma certa idade, achava tudo muito chato, mas os tinha como base da música e todos estavam permanentemente em minha mente e ouvidos. Tanto estavam, que minha canção preferida aos 10 anos, afiada na ponta da língua, era “João e Maria”: “Agora eu era herói, e meu cavalo só falava inglês…”

E tanto já gostava, que hoje a maioria das músicas que ouço é brasileira. Coincidência ou não, meus cantores prediletos são alguns dos descritos acima, sem contar, é claro, com a “nova geração”.

O tema deste post é exatamente sobre uma das vozes da “modernidade” verde-amarela: Marisa Monte. A única coisa que posso reclamar da cantora é o fato de ela não fazer muitos shows, ainda mais em nossa pacata cidade. Mas em 2007, foi inesquecível a apresentação de Marisa no palco capixaba. Simplesmente, deslumbrante! E impressionante como eu realmente consigo me sentir em paz quando a ouço. Não é só a leveza e meiguice da voz, como também seu repertório suuuuper romântico que já marcou diversos momentos dos meus anos vividos.

“E eu que pensava que não ia me apaixonar/Nunca mais na vida”

“Give me love/Give me peace on earth/Give me light/Give me life/Keep me free from birth/Give me hope/
Help me cope, with this heavy load/Trying to, touch and reach you with, heart and soul”

“O mundo é portátil/Pra quem não tem nada a esconder/Olha minha cara/É só mistério, não tem segredo”

Como não poderia deixar de ter, minha preferida: “Sem botão, no tempo, no topo, no chão/em cada escada, a caminhada, (a pé) de caminhão/Seu horário nunca é cedo aonde estou/e quando escondo a minha olheira (é pra) colher amor/Sala sem ela tem janela inclina, em cerca de atenção/Ela vem, e ninguém mais/Ela vem em minha direção”

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Vai um chá?

Se eu gostasse de chá,  juro que comprava o produto só pela sua embalagem. É um jeito inusitado de se vender o normal. Basta agora saber se o conteúdo também agrada, pois senão, de nada vale inovar no rótulo se o gosto não for dos melhores.

A primeira embalagem é o Hanger Tea, criada por Soon Mo Kang.

A segunda é o Green Berry Tea, de Natalia Ponomareva. Super fofinho!

A terceira e mais engraçada é a ideia da Teebeutel, que fez 3 linhas de saquinhos de chá. Assim, podemos tomar chá com a Realeza, os Democratas e…. os Strippers. haahhahaha

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Ótimo filme da Coca-Cola feito por Wieden + Kennedy. Aliás, ultimamente, é impossível não elogiar as criações da marca.

Dá um look:

Fonte: Brainstorm 9

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… um dos trabalhos que eu gostei demais vindo da britânica Jane Perkins, que também utiliza de material reclicado para viver na arte e da arte. Botões, tampas de refrigerante e brindes Kinder são os elementos mais usados para fazer esses belíssimos e coloridíssimos quadros.

Nelson Mandela

Elizabeth II, apenas com objetos de porcelana.

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Existem muitos artistas ao redor do mundo que utilizam-se do que (para nós) é lixo e fazem sua arte. Material recliclado é uma boa e fácil matéria-prima para o trabalho acontecer. São feitas cadeiras, cestas, porta-guardanapos e bolsas com garrafa PET; porta-retrato e capas de caderno com jornal; quadros com filtros de café e até coisas inimagináveis a partir destes e outros materiais, como vemos abaixo:

Carros de papelão criados por Chris Gilmour

Olha a perfeição!

Mais fotos do trabalho de Chris Gilmour, AQUI!

Banco Vitória Régia feito com retalhos de tecidos, tapetes, forração e plástico. Criação dos irmãos Campana.

Cadeira feita com madeira achada na rua. Irmãos Campana.

E foram também os irmãos Campana que criaram o famoso modelo da sandália Melissa, logo abaixo:

Fabricadas com 30% de material PVC átoxico e reciclado, produzido com sais minerais a base de cálcio-zinco que não agride a saúde.

Para saber mais sobre o belo trabalho dos irmãos paulistas, clique AQUI!

E como vimos por meio da Melissa, por diversas vezes, a moda também entrou na onda “eco” e os estilistas, em prol do meio ambiente, fizeram suas criações usando material reciclado.

"Eco Chic Fashion" na Indonésia.

Fashion Rio 2009. Desfile Specular com roupas feitas com plástico e minério de ferro.

Nada melhor e mais “saudável” no mundo atual do que reclicar. Ow yeah! No próximo post mostrarei o trabalho lindo de uma artista britânica que também utiliza o reciclável para fazer arte. Bzu!

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Quando eu tinha meus 18 anos, o que nem faz tanto tempo assim.. :o) … pedi um potinho cheio de neve de presente para uma pessoa querida que estava sofrendo com o frio e as nevascas do inverno norte-americano. Pois bem, não recebi meu presente, mas um ano depois, senti na pele o que realmente era a neve. No início, era tudo lindo! As árvores, as ruas, os telhados… tudo branquinho! Depois, era só acordar, olhar pela janela e ver flocos brancos caindo do céu, que eu já ficava estressada. Com a neve era mais difícil esperar o ônibus e andar; além de o tempo ficar mais congelante ainda.  Mesmo assim, apesar das minhas desavenças particulares com a mesma, não tenho como negar sua beleza.

E pelo que me pareceu, Prena Thomas, habitante do estado da Flórida, não tem nada contra flocos brancos. Por isso, ela se deu o presente do potinho de neve! Mas conseguiu ser bem mais prática ao guardar uma legítima bola de neve enrolada num saco plástico dentro de seu congelador, por nada mais, nada menos do que 33 anos. Que coisa, não?

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