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Archive for outubro \21\UTC 2010

Já pensou em pagar um táxi com chiclete?

A mais nova ação do Trident para lançar o novo Trident Layers’ Cool Mint + Melon, em NY, usou essa ideia.

Hoje, das 6:30 às 14:30, os turistas e nova iorquinos poderão pegar um táxi saindo da Times Square (somente de lá!) para qualquer lugar da cidade. Tudo pago por 1 pacotinho de Trident, que nem precisa sem comprado. É só enfrentar uma filinha básica, pegar o seu Trident e, enquanto espera o táxi, se diverte.

A diversão vai desde a posar para fotos com celebridades, como, por exemplo, a chef  Bethenny Frankel, aos jogos, como o  Grab for mint. Nesse, ao entrar dentro de um cilindro que conterá 120 folhas de menta circulando constantemente,  no tempo máximo de 20 segundos, a pessoa terá que pegar a maior quantidade de folhas para ganhar prêmios.

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Outra ação interessante da Trident, que já ocorre em São Paulo, é a Máquina do Riso. Desenvolvida pela Espalhe, a máquina imita um caixa eletrônico. Porém, no lugar do cartão, o código de barras do produto deve ser passado para leitura óptica.

Localizada em pontos estratégicos da cidade, como a Universidade Anhembi Morumbi, em Vila Olímpia, na tela da máquina serão ilustradas situações chatas, como uma demissão, o fim de um namoro, etc. Ao escolher uma dessas situações, o utilizador visualizará uma mensagem engraçada. A reação da pessoa é registrada por uma câmera acoplada ao equipamento, que devolve um extrato que dá direito a uma camiseta ou um pacote de Trident.

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O comercial mais assistido do mundo, que entrou para o Guinness Book of World Records , e eu nunca tinha visto. A minha desculpa para esta terrível gafe de publicitária foi o meu afastamento das pesquisas em blogs e a ainda não existência do meu Twitter. rs

Bem, como foi uma descoberta pra mim, sei que também será para muitos.

Evian, água mineral francesa, que pertence à Danone, em 1998, fez uma propaganda com bebês nadadores e dançarinos que virou sensação na época. Após 11 anos, com o objetivo de aumentar as vendas do produto, a BETC Euro RSCG desenvolveu outro comercial na mesma linha. Mas, agora, os bebês seriam patinadores dançantes ao som do clássico hip hop, porém, remixado, Rapper’s Delight, de 1979.

Dirigido pelo australiano Michael Gracey, o comercial foi lançado simultaneamente na França, Estados Unidos, Bélgica, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Rússia e Japão. Essa campanha da Evian, além de ter entrado para o Livro dos Recordes pelos mais de 42 milhões de acessos na Internet, atraiu mais de 440 mil fãs no Facebook e no Twitter, teve mais de 16 mil RTs. * O vídeo também ganhou o Gold Award of Best Visual Effects, no London International Awards 2009.

Abaixo, seguem as duas criações para a Evian. A primeira é de 1998. A segunda, de 2009.

Para quem se interessar, dá pra ver um pouquinho do making of nesse site: http://3dup.com/news/view.vfx?nid=294

* Fonte: http://www.unrulymedia.com/case-studies/evian-roller-babies.html

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Episódio 4

Três ou quatro no carro, não me lembro ao certo. Rodávamos pelas estradas em perfeito estado, após passarmos alguns dias em praias nordestinas. Em busca de nossa próxima parada, uma cidade indiana, foram quilômetros contados. A Índia dentro do Brasil. Eu não sabia como aquilo era possível, mas, de fato, existia. “Pai, mas como pode?”, eu perguntava a todo instante.

Os pequenos meninos morenos com roupas rasgadas, e, logo à frente, a placa escrita em Hindi, eram avisos do que procurávamos há horas. Monumentos históricos, referências aos Deuses, vacas enfeitadas em desfile, mais meninos. É o pouco que recordo.

O que mais me marcou foi a descoberta da floresta colorida dentro daquela cidade indiana. Árvores repletas de folhas – e não flores -, amarelas, vermelhas, laranjas. Vistosas, enormes, quase ao alcance do céu. E em meio ao mundo de folhas, um lago e uma estátua dourada que remetia à Estátua da Liberdade. Eu, com minha pouca altura, nas pontas dos pés, tentava passar as mãos nas folhas e suas mil cores.

“Filha, olha quem está aqui!”, gritou meu pai. Em um lento movimento, virei meu corpo e chorei ao ver a surpresa: meus tios e minha avó. Ali, em minha frente, depois de tantos anos.  Das folhas para as pessoas, mudei o foco da lente da máquina. Vovó estava falante e sorria e pedia mais e mais fotografias.

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Eu, Ana, acordei, sem despertador, sem nada. Só com aquela memória boa de um sonho que poderia ser verdade.

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“(…) Eu quero sem sempre aquilo com quem simpatizo,
Eu torno-me sempre, mais tarde ou mais cedo,
Aquilo com quem simpatizo, seja uma pedra ou uma âncora,
Seja uma flor ou uma ideia abstrata,
Seja uma multidão ou um modo de compreender Deus.”

Fernando Pessoa

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Entre 11 e 23 de Outubro, o Vigilantes do Peso promoverá a ação #PerderFazBem.

Cada adesão ao programa de emagrecimento e cada quilograma eliminado pelos associados do Vigilantes, serão convertidos em doações para a ONG Sonhar Acordado.

Para ajudar: No Twitter, a cada tweet com a tag #PerderFazBem, o @vigpeso doará R$1,00 para a ONG @sonharacordado! Seguindo o @vigpeso, você também estará ajudando! No Facebook, curta a página do Vigilantes do Peso: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000495686428#!/vigilantesdopeso

 

Vamos ajudar!

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Ingressos e passagens compradas desde Agosto. Expectativa a mais de mil: SWU. Minutos contados ansiosamente para a chegada na Fazenda Maeda, em Itu, São Paulo.

Após 1:30h dentro do ônibus do evento, com uns 20 sotaques diferentes embaralhados (e, chatos, diga-se de passagem), duas paradas desnecessárias e muito trânsito, chegamos à porta do nosso destino. O que vimos? Filas. Uma pra mulher, outra pra homem. Revista de lá, revista de cá. Quem estava sem bolsa podia passar direto. Uma etapa concluída e mais uma fila pela frente. Nesse momento, já foi possível ver a discrepância entre a quantidade de homens e mulheres. Homens, muitos, enfileirados e loucos com a demora. Mais uma revista, bem mais meticulosa, adeus às comidas e bebidas (e outras coisinhas mais de alguns) e sem a apresentação de carteirinha (ou algum tipo de documento), ali estávamos, às 16h, num ambiente gigantesco e gelado! Nessa hora, mesmo com o pouco sol que tentava sair, já ventava bem.

Roda gigante da Nestlé movida à pedaladas de pessoas (tipo isso); Fórum de Sustentabilidade, espaço para triagem de resíduos; tenda eletrônica super bonita; torre da Heineken; árvore estranha e parede de escalada da Coca-Cola; banheiros químicos ainda com papel higiênico; mais umas coisinhas ali, acolá… e o caixa. “Vamos comprar todas as fichas de bebidas e comidas logo.” Uhum. Nada disso. Uma mini-pizza: R$ 8; um hambúrguer: R$ 10; uma latinha de Heineken – e só havia isso (alcoólico) para beber: R$ 6.

Detalhe: era expressamente “proibido” levar as latas para o centro do evento, e, a cerveja era “cuidadosamente” despejada em copos descartáveis. Mas o engraçado era que os ambulantes contratados nos davam as latinhas.  Ah, aliás, esses copos descartáveis, utilizados a cada latinha comprada eram, seguidamente, jogados, em sua maioria, no chão. Isso porque, além da falta de educação de alguns, quase não havia lixos espalhados pela fazenda. Estranho, não? Leia-se que SWU – Starts With You – é um evento sustentável.  Por que não distribuir canecas ou squeezes? Seria uma boa ideia já que o dinheiro ganho com os ingressos vendidos e com a exploração dos preços de estacionamento (R$ 100,00 para 2 pessoas; R$ 50,00 para mais de 2), do camping, dos comes e bebes, além dos apoios e patrocínios, seria mais do que suficiente. Esse dinheiro também seria suficiente para organizar melhor a logística do evento (estacionamentos, entradas e saídas de veículos na pequena estrada que dava acesso à rodovia, camping, pontos quase inexistentes e mal organizados para a venda de comidas, etc).

Vocês devem estar se perguntando: e os shows? Disso eu não posso reclamar. Todos ocorreram dentro do prazo estipulado, sem nenhum tipo de atraso. O som e a iluminação estavam bons. Alguns problemas nos telões, mas nada grave. Alguns empurrões para tentar chegar mais perto do que se pode considerar uma visão razoável das bandas em meio há milhares de pessoas.  Mas, desde o pôr-do-sol ao som de Sublime, passando pela suave e emocionante voz de Regina Spektor até chegar às magníficas apresentações de Dave Mathews Band e Kings of Leon, por mais que os meus joelhos não aguentassem mais após 8 horas em pé e meu corpo pedisse um aquecedor, posso dizer que valeu à pena!

Sim. Valeu cada fila, cada rajada de vento, cada estresse para pegar comida, cada hora enfrentada para sair do estacionamento do evento (só aí foram perdidas 2 horas), cada joelho estragado, cada dor na coluna, cada.

Só espero que todas as críticas e processos que a organização do SWU receber, sirvam para  melhorar o próximo, que já foi prometido. E se precisarem de alguma ajuda, meu número é: (!)

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Enfim.

Desperto, às 6h, no susto.

Em apenas dois minutos de olhos abertos que tentam se acostumar à luz,  o sono pertuba.  A vontade de permanecer deitada é tamanha.

Venço o lençol rosa amassado, o vento do ventilador barulhento que bate em meu rosto e a maciez do colchão.  Lavo meus olhos.

Casaco, calça, blusa, sapato. Pão, peito de peru, água.

Passos. Passos. Trilhos. Sono. Passos. Vozes. Vozes. Vozes. Sono. Vozes. Passos. Trilhos. Destino: cama.

Pensamentos não me deixam dormir. A mala, ainda desarrumada, muito menos.

Pronto. Olhos caem por algum tempo. Levanta, arruma, sai, espera.

Pronto. Olhos caem por mais algum tempo. O estômago, praticamente vazio, ganha dos olhos cansados. Bem…

Levanta, passos, mala, abraços, trânsito. Destino: cama?

Vozes, risadas, água, vozes, abraços, perguntas, imagens, imagens. Destino?

Boca seca. Olhos… quase fechados. Agora, posso ir. Texto finalizado. Enfim, cama.

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