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Archive for the ‘ao acaso’ Category

Ingressos e passagens compradas desde Agosto. Expectativa a mais de mil: SWU. Minutos contados ansiosamente para a chegada na Fazenda Maeda, em Itu, São Paulo.

Após 1:30h dentro do ônibus do evento, com uns 20 sotaques diferentes embaralhados (e, chatos, diga-se de passagem), duas paradas desnecessárias e muito trânsito, chegamos à porta do nosso destino. O que vimos? Filas. Uma pra mulher, outra pra homem. Revista de lá, revista de cá. Quem estava sem bolsa podia passar direto. Uma etapa concluída e mais uma fila pela frente. Nesse momento, já foi possível ver a discrepância entre a quantidade de homens e mulheres. Homens, muitos, enfileirados e loucos com a demora. Mais uma revista, bem mais meticulosa, adeus às comidas e bebidas (e outras coisinhas mais de alguns) e sem a apresentação de carteirinha (ou algum tipo de documento), ali estávamos, às 16h, num ambiente gigantesco e gelado! Nessa hora, mesmo com o pouco sol que tentava sair, já ventava bem.

Roda gigante da Nestlé movida à pedaladas de pessoas (tipo isso); Fórum de Sustentabilidade, espaço para triagem de resíduos; tenda eletrônica super bonita; torre da Heineken; árvore estranha e parede de escalada da Coca-Cola; banheiros químicos ainda com papel higiênico; mais umas coisinhas ali, acolá… e o caixa. “Vamos comprar todas as fichas de bebidas e comidas logo.” Uhum. Nada disso. Uma mini-pizza: R$ 8; um hambúrguer: R$ 10; uma latinha de Heineken – e só havia isso (alcoólico) para beber: R$ 6.

Detalhe: era expressamente “proibido” levar as latas para o centro do evento, e, a cerveja era “cuidadosamente” despejada em copos descartáveis. Mas o engraçado era que os ambulantes contratados nos davam as latinhas.  Ah, aliás, esses copos descartáveis, utilizados a cada latinha comprada eram, seguidamente, jogados, em sua maioria, no chão. Isso porque, além da falta de educação de alguns, quase não havia lixos espalhados pela fazenda. Estranho, não? Leia-se que SWU – Starts With You – é um evento sustentável.  Por que não distribuir canecas ou squeezes? Seria uma boa ideia já que o dinheiro ganho com os ingressos vendidos e com a exploração dos preços de estacionamento (R$ 100,00 para 2 pessoas; R$ 50,00 para mais de 2), do camping, dos comes e bebes, além dos apoios e patrocínios, seria mais do que suficiente. Esse dinheiro também seria suficiente para organizar melhor a logística do evento (estacionamentos, entradas e saídas de veículos na pequena estrada que dava acesso à rodovia, camping, pontos quase inexistentes e mal organizados para a venda de comidas, etc).

Vocês devem estar se perguntando: e os shows? Disso eu não posso reclamar. Todos ocorreram dentro do prazo estipulado, sem nenhum tipo de atraso. O som e a iluminação estavam bons. Alguns problemas nos telões, mas nada grave. Alguns empurrões para tentar chegar mais perto do que se pode considerar uma visão razoável das bandas em meio há milhares de pessoas.  Mas, desde o pôr-do-sol ao som de Sublime, passando pela suave e emocionante voz de Regina Spektor até chegar às magníficas apresentações de Dave Mathews Band e Kings of Leon, por mais que os meus joelhos não aguentassem mais após 8 horas em pé e meu corpo pedisse um aquecedor, posso dizer que valeu à pena!

Sim. Valeu cada fila, cada rajada de vento, cada estresse para pegar comida, cada hora enfrentada para sair do estacionamento do evento (só aí foram perdidas 2 horas), cada joelho estragado, cada dor na coluna, cada.

Só espero que todas as críticas e processos que a organização do SWU receber, sirvam para  melhorar o próximo, que já foi prometido. E se precisarem de alguma ajuda, meu número é: (!)

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Enfim.

Desperto, às 6h, no susto.

Em apenas dois minutos de olhos abertos que tentam se acostumar à luz,  o sono pertuba.  A vontade de permanecer deitada é tamanha.

Venço o lençol rosa amassado, o vento do ventilador barulhento que bate em meu rosto e a maciez do colchão.  Lavo meus olhos.

Casaco, calça, blusa, sapato. Pão, peito de peru, água.

Passos. Passos. Trilhos. Sono. Passos. Vozes. Vozes. Vozes. Sono. Vozes. Passos. Trilhos. Destino: cama.

Pensamentos não me deixam dormir. A mala, ainda desarrumada, muito menos.

Pronto. Olhos caem por algum tempo. Levanta, arruma, sai, espera.

Pronto. Olhos caem por mais algum tempo. O estômago, praticamente vazio, ganha dos olhos cansados. Bem…

Levanta, passos, mala, abraços, trânsito. Destino: cama?

Vozes, risadas, água, vozes, abraços, perguntas, imagens, imagens. Destino?

Boca seca. Olhos… quase fechados. Agora, posso ir. Texto finalizado. Enfim, cama.

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Continua…

Só um aviso aos que ainda entram aqui.

Ando meio distante de escritas longas e ideias boas, mas, em breve, um post virá. Promessa de uma desempregada. :@

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Meros produtos que se tornam marcas poderosas. Produtos que são substituídos por nomes capazes de trazer status, alta satisfação, etc. Ou você acha que consome um perfume Dior ou uma calça Diesel por quê? Existem muitos motivos que o levam a consumir determinadas marcas. Mas não entrarei nas teorias de autores como Featherstone, Baudrillard, Bauman, entre tantos outros, para explicar isso. Depois disponibilizo meu tcc em algum site e quem se interessar pode ler.

O que eu quero saber é o seguinte: quanto você pagaria por uma água mineral? Eu reclamo quando vou à praia e o cara quer me dar o golpe ao cobrar R$ 3,00. Porém, caso uma certa marca conseguisse instaurar o desejo de consumi-la, não posso negar que, provavelmente, eu pagaria muito mais do que pequenas moedas para tê-la, não bebê-la. Sim, é apenas água; com uma garrafa semelhante a um vidro de perfume que contém cristais Swaroskvi e começou a ser notada quando celebridades como Jamie Foxx apareceram com a mesma em mãos. É o famoso caso de celebridades se associarem às marcas para acrescerem valores.

A estrela deste post é a água Bling H2O. Perrier virou fichinha perto dela. O preço pago pela marca, que já expandiu sua linha de garrafas em várias cores e tamanhos, é em média R$ 100,00 (!). Mas existem as garrafas com mais de 10 mil cristais que custam apenas R$ 4.300,00. Uma pechincha, né?!

Dubai Collection – “the 10 thousand”

Bling no Second Life

O mais interessante de tudo é que a marca se vende como reutilizável e reabastecível, pois o consumidor pode ostentar sua cara e luxuosa garrafa quantas vezes quiser e com qualquer tipo de líquido ali dentro. E além disso, ela também se vende como: “more than a pretty taste”. O mais engraçado é: “Testes cegos de sabor na cidade de Nova York colocaram a Bling H2O ao lado de água engarrafada comum e água de torneira de Manhattan. As reações se mostraram surpreendentes e imprevisíveis: a maioria das pessoas declarou a água de torneira de Manhattan como de melhor sabor, enquanto a Bling H2O foi considerada como simples água de torneira.”

Pode até ser considerada água de torneira, mas para o público de luxo (e não só) que se dispõe a comprá-la, é símbolo de diferenciação social.

Meros produtos que se tornam marcas poderosas. Produtos que são substituídos por nomes capazes de trazer status, alta satisfação, etc. Ou você acha que consome um perfume Dior ou uma calça Diesel por quê?  Existem muitos motivos que o levam a consumir determinadas marcas. Mas não entrarei nas teorias de autores como Featherstone, Baudrillard, Bauman, entre tantos outros, para explicar isso. Depois disponibilizo meu tcc em algum site e quem se interessar pode ler.

O que eu quero saber é o seguinte: quanto você pagaria por uma água mineral? Eu reclamo quando vou à praia e o cara quer me dar o golpe ao cobrar R$ 3,00. Porém, caso uma certa marca conseguisse instaurar o desejo de consumi-la, não posso negar que, provavelmente, eu pagaria muito mais do que pequenas moedas para tê-la, não bebê-la. Sim, é apenas água; com uma garrafa semelhante a um vidro de perfume que contém cristais Swaroskvi e começou a ser notada quando celebridades como Jamie Fox apareceram com a garrafa em mãos. É o famoso caso de celebridades se associarem às marcas para acrescerem valores.

A estrela deste post é a água Bling H2O. Perrier virou fichinha perto dela. O preço pago pela marca, que já expandiu sua linha de garrafas em várias cores e tamanhos, é em média R$ 100,00 (!).  Mas existem as garrafas com mais de 10 mil cristais que custam apenas R$ 4.300,00. Uma pechincha, né?!

O mais interessante de tudo é que a marca se vende como reutilizável e reabastecível, pois o consumidor pode ostentar sua cara e luxuosa garrafa quantas vezes quiser e com qualquer tipo de líquido ali dentro. E além disso, ela também se vende como:  “more than a pretty taste”. O mais engraçado é: Testes cegos de sabor na cidade de Nova York colocaram a Bling H2O ao lado de água engarrafada comum e água de torneira de Manhattan. As reações se mostraram surpreendentes e imprevisíveis: a maioria das pessoas declarou a água de torneira de Manhattan como de melhor sabor, enquanto a Bling H2O foi considerada como simples água de torneira.”

Pode até ser considerada água de torneira, mas para o público de luxo (e não só) que se dispõe a comprá-la, é símbolo de diferenciação social.

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Desvendei para a chilena Mônica e uma amiga de infância, após um agradável dia pelas ruas cariocas, que um dos meus sonhos de mochileira era conhecer o Deserto do Atacama, ao norte do Chile. E soube, inacreditavelmente, que em certas épocas surgem flores e mais flores no deserto. Mais de 200 tipos delas. É o chamado milagre do deserto florido.

Na verdade, depois de breve pesquisa em alguns sites, soube que a paisagem mais árida do mundo recebe a visita das flores uma vez por ano, mas não são muitas. Uma ou outra, aqui e ali.

Entretanto, o “milagre” pode surgir após a queda de chuvas (obviamente, raras em um deserto) que fazem as tantas sementes adormecidas embaixo da terra seca, acordarem. E isso só é possível de se ver entre as cidades de Copiapó e Vallenar.

Deserto do Atacama florido

Então, quando souberem que há um mundo de flores no deserto, corram pra vê-las. Eu correrei, só espero que nenhum terremoto atinja o Chile quando isto acontecer. Ah! E o fenômeno não ocorre apenas no Chile, quando as chuvas de inverno não falham, regiões secas em diversas partes do mundo viram verdadeiros jardins.

Deserto africano

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Jogo da vida

Sem querer fazer propaganda da revista, mas já fazendo… comprei a Super Interessante desta semana, pois a reportagem da capa me atraíu (“Ele pode ser imortal”), além de já saber que seriam páginas de fácil e rápida leitura. Enfim, não vou revelar o conteúdo da matéria, até porque eu nem a li ainda. rs Falarei sobre os joguinhos de computador que realmente fazem com que seus jogadores vivam num mundo real, com fatos que aconteceram e ainda acontecem.

Jogo da África: Você se torna um refugiado em meio aos 2,5 milhões de pessoas que sofrem diariamente com os problemas do Sudão.  Para poder sobreviver no jogo, precisa descobrir alternativas para dormir, beber, comer e medicar-se, além de ter que fugir das milícias genocidas que já mataram milhares de pessoas. É nessas horas que a gente pensa “Que bom que é só um jogo…”. Imaginem quem vive de verdade neste pesadelo?!

Jogo da Gripe Suína – Depois do estardalhaço criado pela mídia em relação ao vírus H1N1, o Ministério da Saúde da Inglaterra criou um jogo com o objetivo de demonstrar que não é tão fácil e perigoso contaminar a humanidade com tal vírus.

Jogo do Iraque – Não adianta matar mais gente em busca de pontos e nem montar uma sensacional estrátegia para isto, pois aqui, não existe vencedor. O game faz uma crítica à indiferença do Ocidente às diversas mortes de civis e  é formado por apenas um cénario: Bagdá, sendo bombardeada pelo militar americano, que é VOCÊ.

“Enjoy!”

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Vai um chá?

Se eu gostasse de chá,  juro que comprava o produto só pela sua embalagem. É um jeito inusitado de se vender o normal. Basta agora saber se o conteúdo também agrada, pois senão, de nada vale inovar no rótulo se o gosto não for dos melhores.

A primeira embalagem é o Hanger Tea, criada por Soon Mo Kang.

A segunda é o Green Berry Tea, de Natalia Ponomareva. Super fofinho!

A terceira e mais engraçada é a ideia da Teebeutel, que fez 3 linhas de saquinhos de chá. Assim, podemos tomar chá com a Realeza, os Democratas e…. os Strippers. haahhahaha

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