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Archive for the ‘cinelandia’ Category

Acabei de ver a reprise do “Quero ser um cineasta”, no Multishow.

É…. Acho que vou me render ao twitter só pra parabenizar o Bruno de Luca pelo novo programa. rs

Pra quem gosta de cinema, veja! Vale muito! Vai ao ar aos sábados, às 18h.

E se alguém do Multishow (Globo, né..) aparecer por aqui… De nada pelas propagandas constantemente feitas ao canal! Eu só peço uma coisa: um contrato! hahahahha

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Agora tenho mais uma estória adorada para minha coleção. “The princess and the frog” , o novo clássico da Disney, é melhor do que eu esperava. Os criadores deste fabuloso desenho não economizaram nas ótimas canções dos bons e saudosos tempos do Jazz (apesar de não ter vivido nesta época, sim, há saudade), nem nas belíssimas cenas de magia e romance que iluminam a tela do cinema. A animação, que se passa nos anos 20 da cidade de Nova Orleans, é simplesmente encantadora, com personagens pra lá de carismáticos (até mesmo o vilão).

Tiana fazendo um pedido à estrela Evangeline.

Tiana, ao som de jazz, indo para o trabalho.

Como o meu prazer e encanto pelo filme foram tão grandes, deixei de ver e deixarei de comentar acerca das críticas (ruins). Encarrego este trabalho para os verdadeiros críticos de cinema que tanto existem por aí.

Fica a dica pra mais uma bela animação da Disney e garanto diversão para todos, de crianças à adultos.

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CRÍTICA (negativizada): Um show de efeitos especiais, apenas. Mais um para a coleção do diretor Roland Emmerich. Um filme com quase 3 horas de um roteiro totalmente vago. Milhões gastos com falhas e mais falhas. Personagens hipócritas, diálogos elusivos, interpretações fracas, elementos incoerentes, ciência ignorada, publicidade escancarada, fatos e cenas irreais até demais. Mas é lógico que nem tudo isso deve ser generalizado. Algumas atuações foram boas, assim como a de Woddy Harrelson (o Charlie do Yellowstone National Park) e a de John Cusack (Jackson). E, além disso, até que alguns personagens, os salvadores da pátria, os heróis da humanidade, tinham um lado coletivo e um espírito de solidariedade mais expostos.

SINOPSE (ironizada): O mundo vai acabar e o que o querido presidente negro (ó!) dos EUA faz, juntamente com toda a cúpula de governantes dos países do G-8? Guardam o segredo entre eles (senão todo o resto do mundo pode entrar em pânico e  se matar… Que coisa, né?!), calculam o tempo dos fatídicos acontecimentos erroneamente, constroem arcas (de Noé) para salvar os ricos e poderosos da Terra e vendem as passagens (para as embarcações) por “insignificantes” 1 bilhão de euros.  Assim, caso o mundo não acabasse, a humanidade poderia se reconstruir a partir dessas pessoas que pagaram  por serem os novos “Adão e Eva” do planeta. Todas elas felizes e de mãos dadas, incluindo Jackson, que descobriu que o mundo ia acabar  por meio de  informações de Charlie. E durante todo o fim dos tempos, o herói tenta levar a sua família para uma das arcas de “Noé”. Mas adivinhem? O mundo não acabou! O que os Maias e seu calendário previram, não aconteceu.  Aliás, as profecias do povo Maia se perderam no meio do caminho…. (ô, dó!). Novamente… O mundo não acabou! Todos admiraram os raios de sol (que já não causavam males tão catastróficos) e sorriram, pois estavam vivos e iam morar na África, o único continente que provavelmente não tinha sido devastado. Aliás, os tsunamis nem lá chegaram…

Jackson correndo para entrar no avião e ser salvo, após sua saída "fantástica" de uma super cratera.

MENTIRAS DESLAVADAS/FALHAS: Os personagens principais podiam ter morrido somente com as radiações advindas das explosões vulcânicas ou com a temperatura congelante da água do mar. O sistema de comunicação, incluindo celulares, redes de televisão, etc., não estaria de pé com toda a destruição mostrada.  Pessoas prestes a morrer não iriam rir ao derrubar um pedaço da Torre Eiffel e nem mesmo ser tão ignorantes umas com as outras (ou iriam?). Uma mulher não deixaria de chorar a morte de seu marido e dizer que ama o ex em menos de 5 minutos (ou iria?).  A gasolina do avião do russo deveria ter terminado e o co-piloto-cirurgião-plástico não deveria saber tanto sobre uma aeronave, visto que só fez algumas aulinhas sobre “como devo pilotar?”.  Tudo bem que é um filme de “mentirinha”, sabemos que 2012 não será o fim dos tempos (ou será?! rs Bom, pelo menos espero que fiquemos sabendo, caso o seja), mas pra quê tantas mentiras em um roteiro patrocinado pela marca Bentley, e, sobretudo, pela Sony? (Vale a pena ver outros erros AQUI!)

Bem, pra quem acha um filme cheio de efeitos especiais, bom, corra para o cinema! Pra quem gosta de uma história coerente, corra do cinema ou veja com os próprios olhos sobre o que escrevi por longas linhas. Pelo menos garanto que a diversão será garantida em meio há tantos absurdos.

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Mais uma vez, foi pura sorte ter colocado no Telecine Cult e o filme ainda estar sendo anunciado. Adoro filmes dos anos 80, e este, de 1986, escrito por John Hughes (que também fez os famosos “Curtindo a vida adoidado”, “Esqueceram de mim”, “Beethoven”, etc), é bem legal.

A história é o famoso clichê romântico, em que Andy (Molly Ringwald), menina pobre, rejeitada na escola e que adora rosa, apaixona-se por Blane (Andrew McCarthy), rico, bonitinho e bonzinho. rs Mas o romance todo é atrapalhado pelos amigos do casal, principalmente por Duckie (Jon Cryer) e Steff (James Spader). Aliás, Jon Cryer (o Alan de Two and a half men) se supera no papel de Duckie, amigo de Andy desde pequeno, porém apaixonado pela garota.

Apesar de ter uma narrativa bobinha, a atuação desses atores que surgiam nas telonas é muito boa! Vale a pena ver o filme para relembrar os figurinos, carros e cabelos da época. E, além disso, curtir a imperdível cena em que Duckie dubla a música de Otis Redding (veja abaixo)!

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Mesmo com toda a sua complexidade, mesmo sem definições , fórmulas ou receitas certas, é ele a razão de tudo.

Com o discurso emocionante de John Nash (Russel Crowe) em” Uma mente brilhante” (A Beautiful Mind), tudo fica mais claro.

“Eu sempre acreditei nos números, nas equações e lógicas que levam a razão. Mas após uma vida inteira de tais buscas, eu pergunto: o que é verdadeiramente lógico? Quem decide a razão?  Minha pergunta me levou através do físico, metafísico, do ilusório e de volta. E eu fiz a descoberta mais importante da minha carreira. A descoberta mais importante da minha vida. É somente nas misteriosas equações do amor que qualquer razão lógica pode ser encontrada. Só estou aqui esta noite por sua causa. Você é a razão de eu existir. Você é todas as minhas razões. Obrigado. ”

 

*Eu tentei colocar o vídeo do YouTube diretamente para vocês verem, mas agora os usuários tem o direito de escolher se os vídeos podem ou não ser incorporados em outros lugares. Ou seja, todos os trechos bons que achei tiveram a incorporação desativada mediante solicitação. Então, cliquem AQUI e vejam sobre o que estou falando.

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INGLOURIOUS BASTERDS!

(ATENÇÃO! CITAREI ALGUMAS CENAS DO LONGA. SE ALGUÉM QUE NÃO VIU, LER ISSO, NÃO ME CULPE POR FICAR SABENDO SOBRE PARTES DO FIM DA HISTÓRIA!)

Desde que vi o trailer do fime há cerca de 2 meses, me deu uma vontade enorme de vê-lo, afinal, um filme de Tarantino sempre é bom pro currículo cinéfilo.

Ontem, ao entrar na sala de cinema já atrasada, tive o prazer de presenciar uma cena de comédia: minha amiga, com um big saco de pipoca  na mão, não viu a parede totalmente dark em sua frente e foi com tudo! Pipoca pra todos os lados e lágrimas de diversão!

Após esta inusitada cena, o filme que havia começado há minutinhos, estava lá, diante de meus olhos  curiosos. Confesso que mesmo sem saber que era mais uma obra-prima de Tarantino, dava pra descobrir durante o mesmo, devido não só aos litros (porém até poucos) de sangue que jorravam das cabeças dos nazistas , após terem sido gloriosamente exterminados por vários tiros ou simplesmente por um taco de baseball, mas também pela qualidade da trilha sonora  e pela força dos diálogos, que o filme era deste diretor/autor.

Como disse a comediante Sarah Silverman, Quentin Tarantino é um justiceiro e cada judeu deveria lhe escrever uma nota de agradecimento.” Realmente. Em Bastardos Inglórios, ocorreu a história dentro da verdadeira história. O fim da Segunda Guerra Mundial ganhou um ar genial, proporcionado pela ideia vinda da raiva, ódio e desgosto de uma judia que teve a sua família massacrada pelos nazistas, por ordem de Hans Landa (Christoph Waltz ). Além dessa própria vingança esquematizada por Shoshanna (Mélanie Laurent), o grupo liderado por Aldo Rayne (Brad Pitt) e conhecido pelo nome de Bastardos, também estava em busca de aniquilar o Terceiro Reich.

Ok que em algumas cenas eu não entendi o motivo de Tarantino ter deixado certos personagens vivos, mas ele com certeza teve seus motivos. Bato palmas ao desenvolvimento da trama, à produção, à trilha sonora e principalmente, à atuação magnífica de todos os atores (sem exceção!), sobretudo a de Waltz. O cara estava simplesmente fantástico no papel do super nazista detetive e poliglota, mas bem que podia ter tido também o seu fim sangrento.

Bastardos Inglórios vale a pena! E muito! Agora fico no aguardo do novo filme de Woody Allen, que deve chegar dia 20 de Novembro em nossos cinemas: Tudo pode dar certo (Whatever works).

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Não consegui ficar muito tempo longe…

Hoje achei esta animação que faz uma sátira daquela famosa luminária bonitinha da Pixar e resolvi colocar aqui só pra quebrar o “sumiço”.

Bisous!!

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