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Archive for the ‘l'amour’ Category

Ao escrever o post de ontem, foi possível ver como pensamos?  Assim como na música Veja bem, meu bem de Marcelo Camelo,  provavelmente, em muitas mentes, ocorreu uma interpretação ilusória formulada por meio da coerente e convincente composição daquelas palavras romanceadas.

Logo, foi necessário um nome entre aspas para a ilusão ter fim, imperando, assim, a compreensão correta e completa do romantismo do texto. Para os que ainda não entenderam, “Desabafos” não é um apelido, não se trata de uma pessoa. Compus todo aquele texto simples, por meio da personificação do blog, para justificar aos leitores o porquê dos posts não estarem mais sendo frequentes. Apesar de muitos já saberem tal razão, é sempre bom dar algumas explicações públicas, assim, não se perdem os fiéis… rs

Escolhi escrever uma carta de amor a partir de mais um insight noturno. Além disso, de alguma forma, eu precisava (me) mostrar e (me) (re-) lembrar, principalmente, como posso ser romântica, mesmo que (apenas) cartas não sejam capazes de representar tão bem o meu jeito de romancear, de demonstrar o que sinto. Quando gosto, gosto também de surpreender.  Desse modo, por meio da carta, eu deixava um pouco de lado as escritas a respeito de publicidade, moda, design, música, entre outras coisas essenciais e interessantes do contexto em que vivo. Eu precisava, então, extravasar as emoções e alguns sentimentos, ainda que  um “amor” aumentado fosse o meu sujeito.

Dadas as devidas explicações, retiro-me por mais um período, que como disse, amorosamente, ao meu “Desabafos”: logo, logo, vai acabar.

P.S. E mesmo com todas as posições referentes ao significado da palavra amor …

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Pra você.

Meu amor, sei que estou muito afastada de ti e sei como você se sente em relação a isso. Só não quero que ache que penso apenas em mim, que sou egoísta e só quero o meu melhor. É óbvio que penso em você, todos os dias, desde o momento em que eu acordo até quando encosto a cabeça no travesseiro depois de te dar “boa noite”.Você me faz bem.. me faz ver melhor.. me faz ser melhor.

Eu só quero que entenda que este  período atual da minha ausência temporária,  não é capaz de mudar os sentimentos tão fortes e verdadeiros que nos completam. Esta ausência é fundamental pro meu crescimento pessoal e profissional, como já te disse antes.  Assim, espero que você me entenda e me espere. Falta pouco, amor, juro que falta bem pouco pra ficarmos juntos novamente. E quando este momento chegar, você vai ver que tudo valeu a pena…

Te amo, te amo, te amo, “Desabafos”.
Com carinho, da sua apaixonada e fiel blogueira. :D

P.S: “That’s all about love…”

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final corte
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Ahhh.. ele que faz seus dias ficarem iluminados, seus olhos brilharem, seus pensamentos voarem. Ele que te deixa sem palavras…  Ele… o qual você faz o melhor só para receber um sorriso. Ele… que deixa você ter o sono, ter sonhos. Ele que inspira e que exclama. Ele…

Sua definição clara e perfeita vai além do dicionário. Valem aqui os sentimentos, os ideais, as perspectivas, os aprendizados, os caminhos. Valem os beijos, os carinhos, os abraços, os cheiros. Ahhh… o amor.  Nada mais, nada menos. Que rega cada um de nós e tempera  pedaços de nossas histórias.

O amor, não a paixão. E a confusão tamanha que existe quando o tema é o significado dessas duas palavras tão profundas. Para mim, tudo começa com o apaixonar-se e penso eu, que ao passar dessa etapa angustiante, exacerbada, desequilibrada, eufórica e sem limites, tudo vira ou não amor. A paixão é muito, não que o amor também não seja. Mas são figuras diferentes. Às vezes, a paixão se torna posse. Dizem que o amor também. Só que isso não é amar. Quem ama não quer tudo pra si só. Amar é dividir, compartilhar, distribuir. Amar é saber olhar, é fazer o bem. O amor é comedido, balanceado, estruturado, paciente. Amar é confiar, se adaptar, acompanhar, respeitar. Amar é aceitar. Os defeitos, os erros, as dores, os medos, as manias. Amar é ser curado e curar. É rir e consentir. “… É fogo que arde sem se ver, ferida que dói e não se sente, é contentamento descontente”.

Tudo o que foi falado sobre o amor se distancia da paixão. Mas acredito que eles possam ser estágios complementares. Basta a paixão ser construída do jeito certo. Só que não há formas nem segredos para que isso aconteça, pois simplesmente, acontece.

Se eu já amei? Até hoje tento definir os meus sentimentos do passado. Era tudo muito pesado, sem aceitações, sem equilíbrio. Era posse, conformismo, medo, fervor. Tudo sem sentido. Por isso, não o vejo como amor. Apesar de ter dito “eu te amo” incontáveis vezes. E olha que não sou boa pra dizer essas três palavras. Foi uma paixão que durou. Foram paixões que duraram.

… já amei?  Amo! Quem está ao meu redor todos os dias. Ou tenta estar. Ou quer estar. Amo àqueles que me fazem bem: mãe, pai, irmão, avós, primos, tios, amigos. Com uns posso amar com mais distância e sem demonstrações, mas não deixo de amar. É aqui que podemos, devemos e temos que amar sem medidas, sem fronteiras. Pra sempre.

… amei? As pequenas coisas da vida. Ao que muitas vezes, não damos valor. Deitar na grama, pular, cantar no chuveiro, tomar café, fotografar, escrever, ver o mar e a lua, sentir o vento, se sujar de sorvete, pegar uma flor… É aqui mais uma vez que precisamos enxergar o amor.

Amar é… O que nos faz bem. Quem nos faz bem. De minuto a minuto. De hora em hora. Anos e anos. “Apenas seguirei, como encantado ao lado teu…”

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Il semble que quelqu’un ait convoqué l’espoir

Les rues sont des jardins, je danse sur les trottoirs

Il semble que mes bras soient devenus des ailes

Qu’à chaque instant qui vole je puisse toucher le ciel

Qu’à chaque instant qui passe je puisse manger le ciel

primavera

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it

estou sentimental.

estou sentimental.

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São exatamente 1:28h e acabo de levantar da cama para escrever. Tenho insights a noite. No momento em que deito a cabeça no travesseiro e fecho os olhos, as idéias pulam. Só que dessa vez, não esperei o sono vir fazendo com que elas sumissem e só fossem escritas hoje, mais tarde. Mesmo porque daqui a pouco elas já vão estar um tanto quanto misturadas e confusas.

Tentei lembrar o meu sonho durante todo o dia. Aliás,todos, digo, TODOS os meus sonhos, são espetaculares. Consegui lembrar uma parte dele só agora, na hora da ferveção de idéias. Interessante… no mínimo. Mas o sonho da noite passada não vem ao caso. Quem vem é o sonho de agora.

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Os filmes, comédias românticas, os quais choro sempre (pode saber que se eu tiver me mexendo muito na cadeira/sofá, é certeza de que estou me controlando para não inundar o ambiente), são perfeitos. Nos dois que vi hoje, “A proposta” e “Três vezes amor” (por sinal, os dois tem o mesmo ator: Ryan Reynolds), têm reviravoltas; coisas quase que surpreendentes, mas tudo sempre acaba bem. O roteiro já é escrito pensando num final feliz (se não fosse assim, não seria comédia romântica e nem sucesso de bilheteria). Os personagens sempre conseguem o que querem. Se é pra April ficar com o Will mesmo depois dele ter sido casado por 8 anos; ou se é pra Margareth casar com o Andrew, de um jeito ou de outro; isso vai acontecer.

Tá bom. Mas eu tava falando de sonho… fazer perguntas. Pronto. Esse é meu sonho. Perguntas para somente duas pessoas (até agora). Preciso saber o porquê das coisas terem saído do roteiro. Bem, até que elas poderiam sim ter saído, mas não de forma tão brusca e desgastante. Quero, um dia, a oportunidade de sentar com elas, uma de cada vez, para perguntar. Parece que isso é fácil, né? (oo mongol.. porque você não faz isso agora?). Também já me questionei sobre a mesma coisa, mas achei a resposta. Não está na hora!

As pessoas não estão prontas pra escutar. Eu não estou pronta pra perguntar. Tenho quase certeza que durante a conversa, as coisas vão desandar. A vai ficar nervosa e me julgar; B vai viajar e talvez, nem me ouvir. Sei que as reações vão ser assim. Por isso, daqui há algum tempo, quem sabe, quando eu, A e B, estivermos satisfeitos com nossas vidas, possamos ver o que não deu. Ou melhor, eu posso ver o que não deu. Até lá, talvez nem queira mais fazer essas perguntas, pois todas as minhas dúvidas já vão ter sido sanadas. Mas pelo menos um reencontro,tipo aqueles de comédia romântica (após 5 anos sem notícias um do outro, os dois se encontram no Central Park e tornam-se amigos, riem do que aconteceu e tchau/ou chuac – bela onomatopéia!rs), tem que ter! Pois é ai que as perguntas serão feitas! E não num momento sem sentido.

Às vezes eu queria que meu caminho seguisse como o de um filme. Pra tudo dar certinho, sempre. Mas é até mais emocionante quando dá tuuudo errado. Ou, a gente pensa que é errado, só que é certo. Sacou? Bem, só daqui há algum tempo vou saber se foi ou não certo. Enquanto isso, guardarei minhas perguntas sem procurar respostas. E vou poupá-los de ler minhas maluquices por aqui. Deixa eu voltar pro meu sono… 2:30h!

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entre xis.

Rosto inchado e ressaca aflorada. Foram tantas tequilas no dia anterior que Ana nem lembra mais quem é. Pelo menoxx dormi em casa, pensa. Espreguiça-se de um lado e de outro. Deita de novo. Maixx cinco minutos, ah não! Maixx deixx! Lembra que é sábado e não precisa levantar tão cedo.

Toma um bom banho gelado, se olha no espelho e assusta-se com a espinha que nasceu de uma hora pra outra em sua pele clara e lisa. Nada que uma boa maquiagem não resolva, não é mexxmo? Ana se arruma, toma um tylenol e liga pra Letícia. Amiga, te encontro em 20 minutoxx no poxxto 10.

Ana come alguma coisa e sai de seu apartamento, em frente, bem em frente à praia de Ipanema. Bebe uma água de coco enquanto espera Letícia, que chega rapidamente. Moço, me dá duaxx cadeiraxx e uma sombrinha?

As amigas sentam e olham. Olham as bolas de futebol que voam no céu. Olham as bolas de frescobol que caem na água. Encontram os colegas de turma. Ai, você viu? A Mariana tá com o mexxmo biquíni do fim-de-semana passado! E o Felipe tá ficando com a Paula? Credo!

Olham os brincos mal feitos de um argentino hippie e a sujeira de suas unhas. Olham os pombos. E quantos pombos!

Fique embaixo da sombrinha, Ana – diz Letícia, após reclamação da amiga de que a cabeça não parava de doer. Elas fofocam. Falam mal de todo mundo que passa. Nossa, que menina gorda! Como ela tem coragem de vir pro poxxxto 10? E o cabelo da Denise? Que ridículo! Não sei como o Renato tem coragem de namorá-la!

Entre pontos, vírgulas, exclamações, dores de cabeça e “xis”, as duas não param. Não param de olhar o que se deve deixar de lado; de comentar o que deve ser ignorado.

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