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Posts Tagged ‘cinema’

Ao pesquisar sobre ações sustentáveis hoje na Internet, achei uma beeem legal. Realizada em um cinema da Lituânia, bicicletas ergométricas são pedaladas por voluntários e geram energia para projetar filmes, geralmente, filmes de arte.

O espectador que quiser contribuir para o projeto sustentável, que ocorre uma vez por semana, tem a oportunidade de pedalar, emagrecer e não pagar o ingresso.

(Esse projeto já teve fim em Maio, ma as grandes redes de cinema do Brasil bem que poderiam agir da mesma forma.)

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Não sei se só eu não tinha visto isso ainda, mas isso é muito bom e quem teve a ideia foi a Jung von Matt!

O 13ème rue é um canal de filmes de terror, horror e crimes, como eles mesmos se auto denominam. Recentemente na Alemanha, foi lançada uma campanha genial do canal, que mergulha os espectadores no meio da ação interativa.

Eu não vou traduzir tudo o que o narrador do vídeo fala, mas é basicamente como a figura abaixo explica:

Por meio de um software, um número de celular que pertence a algum espectador do filme “Last Call” é escolhido
e quando a protagonista do filme precisa fugir do assassino, quem tem o poder de a guiar da forma que bem entender é quem recebeu o telefonema. O objetivo então, é fazer um filme diferente em cada telefonema. Muito bom. Só vendo o vídeo pra entender melhor:

Uma outra ação bem legal que o canal realizou foi a de “matar um amigo”. hahhaha Se quiser cometer este ato criminoso de forma divertida, clique AQUI.

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Acabei de ver a reprise do “Quero ser um cineasta”, no Multishow.

É…. Acho que vou me render ao twitter só pra parabenizar o Bruno de Luca pelo novo programa. rs

Pra quem gosta de cinema, veja! Vale muito! Vai ao ar aos sábados, às 18h.

E se alguém do Multishow (Globo, né..) aparecer por aqui… De nada pelas propagandas constantemente feitas ao canal! Eu só peço uma coisa: um contrato! hahahahha

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Quase sempre faço elogios à publicidade. Aliás, elogio criações inovadoras e interessantes, e não, tosqueiras publicitárias. Mas, sim! Existem milhares de coisas toscas e engraçadas (de uma maneira pejorativa) por aí. E uma delas é a “genial” ideia da Ikea que é mostrada no vídeo. rs

Sério.. eu juro que se estivesse no cinema e o preço do produto aparecesse, ficaria muito puta! Quem está no escurinho com a bundinha na cadeira, definitivamente, não busca por preços, e sim, por diversão e descontração. Exageraram feio e bruscamente aí!

* Coloquei este post na categoria O Espetáculo Publicitário, só pelo motivo de falar sobre publicidade, mas não de sua parte boa.

Fonte: Marketing Alternatif

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Agora tenho mais uma estória adorada para minha coleção. “The princess and the frog” , o novo clássico da Disney, é melhor do que eu esperava. Os criadores deste fabuloso desenho não economizaram nas ótimas canções dos bons e saudosos tempos do Jazz (apesar de não ter vivido nesta época, sim, há saudade), nem nas belíssimas cenas de magia e romance que iluminam a tela do cinema. A animação, que se passa nos anos 20 da cidade de Nova Orleans, é simplesmente encantadora, com personagens pra lá de carismáticos (até mesmo o vilão).

Tiana fazendo um pedido à estrela Evangeline.

Tiana, ao som de jazz, indo para o trabalho.

Como o meu prazer e encanto pelo filme foram tão grandes, deixei de ver e deixarei de comentar acerca das críticas (ruins). Encarrego este trabalho para os verdadeiros críticos de cinema que tanto existem por aí.

Fica a dica pra mais uma bela animação da Disney e garanto diversão para todos, de crianças à adultos.

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CRÍTICA (negativizada): Um show de efeitos especiais, apenas. Mais um para a coleção do diretor Roland Emmerich. Um filme com quase 3 horas de um roteiro totalmente vago. Milhões gastos com falhas e mais falhas. Personagens hipócritas, diálogos elusivos, interpretações fracas, elementos incoerentes, ciência ignorada, publicidade escancarada, fatos e cenas irreais até demais. Mas é lógico que nem tudo isso deve ser generalizado. Algumas atuações foram boas, assim como a de Woddy Harrelson (o Charlie do Yellowstone National Park) e a de John Cusack (Jackson). E, além disso, até que alguns personagens, os salvadores da pátria, os heróis da humanidade, tinham um lado coletivo e um espírito de solidariedade mais expostos.

SINOPSE (ironizada): O mundo vai acabar e o que o querido presidente negro (ó!) dos EUA faz, juntamente com toda a cúpula de governantes dos países do G-8? Guardam o segredo entre eles (senão todo o resto do mundo pode entrar em pânico e  se matar… Que coisa, né?!), calculam o tempo dos fatídicos acontecimentos erroneamente, constroem arcas (de Noé) para salvar os ricos e poderosos da Terra e vendem as passagens (para as embarcações) por “insignificantes” 1 bilhão de euros.  Assim, caso o mundo não acabasse, a humanidade poderia se reconstruir a partir dessas pessoas que pagaram  por serem os novos “Adão e Eva” do planeta. Todas elas felizes e de mãos dadas, incluindo Jackson, que descobriu que o mundo ia acabar  por meio de  informações de Charlie. E durante todo o fim dos tempos, o herói tenta levar a sua família para uma das arcas de “Noé”. Mas adivinhem? O mundo não acabou! O que os Maias e seu calendário previram, não aconteceu.  Aliás, as profecias do povo Maia se perderam no meio do caminho…. (ô, dó!). Novamente… O mundo não acabou! Todos admiraram os raios de sol (que já não causavam males tão catastróficos) e sorriram, pois estavam vivos e iam morar na África, o único continente que provavelmente não tinha sido devastado. Aliás, os tsunamis nem lá chegaram…

Jackson correndo para entrar no avião e ser salvo, após sua saída "fantástica" de uma super cratera.

MENTIRAS DESLAVADAS/FALHAS: Os personagens principais podiam ter morrido somente com as radiações advindas das explosões vulcânicas ou com a temperatura congelante da água do mar. O sistema de comunicação, incluindo celulares, redes de televisão, etc., não estaria de pé com toda a destruição mostrada.  Pessoas prestes a morrer não iriam rir ao derrubar um pedaço da Torre Eiffel e nem mesmo ser tão ignorantes umas com as outras (ou iriam?). Uma mulher não deixaria de chorar a morte de seu marido e dizer que ama o ex em menos de 5 minutos (ou iria?).  A gasolina do avião do russo deveria ter terminado e o co-piloto-cirurgião-plástico não deveria saber tanto sobre uma aeronave, visto que só fez algumas aulinhas sobre “como devo pilotar?”.  Tudo bem que é um filme de “mentirinha”, sabemos que 2012 não será o fim dos tempos (ou será?! rs Bom, pelo menos espero que fiquemos sabendo, caso o seja), mas pra quê tantas mentiras em um roteiro patrocinado pela marca Bentley, e, sobretudo, pela Sony? (Vale a pena ver outros erros AQUI!)

Bem, pra quem acha um filme cheio de efeitos especiais, bom, corra para o cinema! Pra quem gosta de uma história coerente, corra do cinema ou veja com os próprios olhos sobre o que escrevi por longas linhas. Pelo menos garanto que a diversão será garantida em meio há tantos absurdos.

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INGLOURIOUS BASTERDS!

(ATENÇÃO! CITAREI ALGUMAS CENAS DO LONGA. SE ALGUÉM QUE NÃO VIU, LER ISSO, NÃO ME CULPE POR FICAR SABENDO SOBRE PARTES DO FIM DA HISTÓRIA!)

Desde que vi o trailer do fime há cerca de 2 meses, me deu uma vontade enorme de vê-lo, afinal, um filme de Tarantino sempre é bom pro currículo cinéfilo.

Ontem, ao entrar na sala de cinema já atrasada, tive o prazer de presenciar uma cena de comédia: minha amiga, com um big saco de pipoca  na mão, não viu a parede totalmente dark em sua frente e foi com tudo! Pipoca pra todos os lados e lágrimas de diversão!

Após esta inusitada cena, o filme que havia começado há minutinhos, estava lá, diante de meus olhos  curiosos. Confesso que mesmo sem saber que era mais uma obra-prima de Tarantino, dava pra descobrir durante o mesmo, devido não só aos litros (porém até poucos) de sangue que jorravam das cabeças dos nazistas , após terem sido gloriosamente exterminados por vários tiros ou simplesmente por um taco de baseball, mas também pela qualidade da trilha sonora  e pela força dos diálogos, que o filme era deste diretor/autor.

Como disse a comediante Sarah Silverman, Quentin Tarantino é um justiceiro e cada judeu deveria lhe escrever uma nota de agradecimento.” Realmente. Em Bastardos Inglórios, ocorreu a história dentro da verdadeira história. O fim da Segunda Guerra Mundial ganhou um ar genial, proporcionado pela ideia vinda da raiva, ódio e desgosto de uma judia que teve a sua família massacrada pelos nazistas, por ordem de Hans Landa (Christoph Waltz ). Além dessa própria vingança esquematizada por Shoshanna (Mélanie Laurent), o grupo liderado por Aldo Rayne (Brad Pitt) e conhecido pelo nome de Bastardos, também estava em busca de aniquilar o Terceiro Reich.

Ok que em algumas cenas eu não entendi o motivo de Tarantino ter deixado certos personagens vivos, mas ele com certeza teve seus motivos. Bato palmas ao desenvolvimento da trama, à produção, à trilha sonora e principalmente, à atuação magnífica de todos os atores (sem exceção!), sobretudo a de Waltz. O cara estava simplesmente fantástico no papel do super nazista detetive e poliglota, mas bem que podia ter tido também o seu fim sangrento.

Bastardos Inglórios vale a pena! E muito! Agora fico no aguardo do novo filme de Woody Allen, que deve chegar dia 20 de Novembro em nossos cinemas: Tudo pode dar certo (Whatever works).

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