Não posso deixar de aplaudir esta ação de guerrilha da principal loja GAP de Vancouver, no Canadá. A ação, criada pela Cossette West, teve o objetivo de promover o novo programa de fidelidade chamado Sprize. Caso o cliente compre um produto por um certo preço, mas dentro de 45 dias, o valor do produto seja reduzido, o cliente é reembolsado com crédito nas lojas Gap, Banana Republic ou Old Navy.
Realmente, só pela atenção que a “loja invertida” causará, o número de clientes deverá aumentar. E somente pela promoção, os clientes voltarão à loja mais vezes para conferir os preços… Isso bem que podia ser feito em todas as lojas Gap que existem. Digo, não a “inversão do estabelecimento”, mas pelo menos o programa Sprize. Como já trabalhei na Gap de Park City, sei bem como os preços eram alterados com frequência. Um casaco que estava por $20 no dia 10 de Fevereiro, já no dia 15 do mesmo mês, adquiria um desconto de 30%. E para mim, que já tinha desconto de funcionário, o casaco saía por uma pechincha. :)
OBS: Sorry pessoas que não curtem esse tipo de post, ainda mais quando já está um pouquinho desatualizado, visto que essa notícia foi veiculada dia 11 de Novembro. rs Mas estou sem paciência pra escrever mais e melhor. O trabalho de conclusão de curso suga todas as minhas boas ideias.
Fazer o melhor, ajudar, progredir, melhorar…dois vídeos com criações semelhantes que passam basicamente a mesma mensagem.
Seguindo a mesma linha, confiram também estesite estilo Google, mas ecológico.
Já na parte de publicidade, adorei a ideia que uma loja de departamento dos Estados Unidos, a Daffy’s, fez para divulgar sua marca em uma sala de cinema em NY. Em vez de um simples comercial na telona, os personagens provam todas as roupas coloridíssimas da loja e surpreendem a platéia ao “sair” da tela:
Também gostei bastante do anúncio feito pela agência francesa BDDP&FILS em comemoração aos 10 anos que o Viagra está fazendo a felicidade de muita gente! haiuhiauhiauha
A última boa ideia é a mais nova ação da também empresa francesa Marcel para a Coca-Cola. A única desvantagem é que a roupa da pessoa pode ficar um pouquinho danificada.. rs
O que eu quero mais?
Se eu sei que eu estou de bem com a vida
Todinho de branco, lindo
Esperando ela chegar … Ela chegar
E ela vem chegando.. e feliz vou esperando
… a espera é difícil, mas eu espero sonhando
Até que quando lá fora está chovendo..assim mesmo eu vou correndo só pra ver o meu amor…
Ela vem também toda de branco, toda molhada e despenteada
Mas, que nega é essa?!
Que nega é essa!
Oba lá vem ela… fico contente só em ver ela chegar
Oba lá vem ela! A noite é linda e ela mais ainda…
Que maravilha! Que nega é essa! Que coisa linda! É o meu amor…
E ela vem chegando de branco, meiga, pura e muito tímida..
com a chuva molhando seu corpo lindo que eu vou abraçar…
E a gente no meio da rua no mundo, no meio da chuva… Eu disse: Magnólia, eu lhe darei um lindo vestido branco
…com véu e grinalda e flor de laranjeira
E a gente no meio da rua no mundo, no meio da chuva…
a giraaar.. que maravilha! A girarr…
Chegava em casa correndo da escola (já na época de reprise da novelinha), largava a mochila de lado e ligava no SBT. Sentava no chão da sala e ficava com os olhos vidrados na tv esperando a música de abertura: “Embarque nesse carrossel, onde o mundo é o faz de conta, a terra é quase o céu!”
Quase chorei hoje ao ver os personagens reunidos após 15 anos do fim do programa. Uns emagreceram, outros engordaram, outros continuaram na mesma, mas o Cirilo ainda é rei! hahahahha
O vídeo já está circulando por aí há um tempinho, mas pra quem ainda não teve a chance de ver, dá uma conferida no que o tempo fez com a turma do Carrossel.
Bem que o SBT podia renovar o contrato apenas com esta novela mexicana da Televisa para podermos rever novamente episódios como o que está abaixo. Nada de refazer a novela aqui no Brasil, ok, Silvio?
… de se encontrarem num show do Caetano Veloso, em São Paulo, e verem o quanto tinham em comum, Aurélio e Guta resolveram trocar o msn, pelo menos. Só pra começar e ver no que ia dar.
Oi Aurélio! Td bem?
Gutaaa.. que bom te ver aqui!
E Guta pensa: até aqui, tudo certo.
Aurélio, não te perguntei ontem.. o que vc faz da vida?
Eu trabalho na empresa da família..de vidraçaria. E vc?
Ahhh tá.. Sou fotógrafa.
Nossaaaaa!! Que showwww!!!! Mais vc fotografa o que?
Guta pensa: Putz.. MAIS em vez de MAS? Ok, ok..
Faço books de casamentos e outros tipos de festas.
Uauuuuu Gutaa!!! Mais um dia eu quero q vc fotografe agente junto!
Guta pensa: AGENTE..
hahahahaha. Certinho, Aurélio.. pode deixar!
Mais Gutaa, me dis aqui.. vamos combinar de se ver denovo?
O objetivo do blog? Desabafar sobre os meus pensamentos, as minhas perguntas, os meus delirios e devaneios. Mas um desabafo as vezes soa tao preto e branco… Entao resolvi dar mais vida aos meus dilemas cotidianos e colori-los nem que seja por um minuto.
Afinal,
“Eu ando pelo mundo prestando atenção
Em cores que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo, cores”.
ps: A falta de acento sera constante, pois vivo com preguica de configurar o teclado. hehehe
Letra linda, melodia encantadora. Meu cantor preferido, desde sempre. Menos para o gosto por mulheres. Mallu Magalhaes, 16, garota precoce. Em dois sentidos: musica e romance (?).
Ate que ponto romance? Quem sou eu pra julgar o que os dois tao vivendo.. Mas eh no minino estranho essa uniao lirica-conjugal sem verde de maduro no meio. Os meus dezesseis foram aflorados tbm.. primeiro amor, definicao dos gostos, dos medos… Achava que era madura, alias, a gente sempre acha ate crescer mais um pouquinho e ver que nao somos. (Credo! Parece ate dona Mariane falando). Como a mesma diz, aos 16 nem tinha tirado a fralda. Sera que Magalhaes ja tirou? Camelo, no minimo, esta ajudando.
Nao eh por 14 anos de diferenca. Quem me conhece sabe que isso nao eh problema quando os dois tao em fases, pelo menos parecidas. Soh eh mesmo pelo fato que ai, os niveis nao estao iguais.. parece ate que a cancao se faz sonora, mas a melodia nao encaixa. Falta uma nota, duas, tres, quatro…
Vai saber ate que ponto tambem que essa historia dos dois eh veridica. Afinal, sabemos o que eh a manipulacao das midias ( e da-lhe Curtiss, Carminatti, etc).
Voltando ao principio, quem sou eu pra definir se eh ou nao romance; se vai ou nao pra mesa de jantar a luz de velas com um anel na sobremesa.
“Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
pode ser cruel a eternidade
eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer mas chega de insistir
caberá ao nosso amor por o que há de vir
pode ser a eternidade má
caminho em frente pra sentir saudade
Paper clips and crayons in my bed
everybody thinks that I’m sad
I take my ride in melodies and bees and birds
will hear my words
will be both us and you and them together
I can forget about myself trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
and please my day
I’ll let you stay with me if you surrender
Um calor infernal e eu estou gripada. Adoro quando isso acontece. Nao consigo pensar direito porque a minha cabeca nao para um minuto de doer! Sao minutos longos… iguais aos da aula de Filosofia, que por sinal, acabouuuuuuuu!!! Livre de mais uma materia. Livre dos pensamentos “weskleisianos” (?), mas ainda inundada as ideias do panoptico foucaultiano que ta ai o dia todo, todo dia; no orkut, no flickr, ate mesmo aqui no “desabafos”.
Quero cama, mas quero o sol! Quero Cewin e quero praia com agua de coco e queijinho! Que bom que o superastrorei (!!) voltou, pelo menos por uns dias. Porque a previsao ja eh de chuva na quinta.. Mais um cano entupido, uma rua alagada, uma estrada interditada.
“Malade que l’homme possède la Terre
Et qu’il veuille conquérir les airs
Trouver un autre sol à violer
Une autre race pour faire la guerre
Je suis malade…..”
Faço tudo pelo nosso amor
Faço tudo pelo bem de nosso bem (meu bem)
A saudade é minha dor
Que anda arrasando com meu coração
Não Duvide que um dia Eu te darei o céu
Meu amor junto com um anel
Pra gente se casar
No cartório ou na igreja
Se você quiser
Se não quiser, tudo bem (meu bem)
Quase toda semana eu tenho crises de saudades de alguem ou alguma coisa.
Hoje foi um surto inexplicavel.
Saudades de quem ja passou pela minha vida e definitivamente, deixou vestigios.
E nessa parte posso incluir amigos, amigos coloridos e com cores bem vivas!
Saudades dos lugares que ja estive… dos rastros que espero ter deixado…
Saudades de voceeeeeeeeeee!!!!
(“moi” pour toi. hahahahaa)
Nao tem como nao se apaixonar. Calma, fria, aconchegante, acolhedora. Assim eh Park City, Utah. Foram apenas quatro meses, mas posso defini-los como sendo os melhores! Pq la, tudo parece ser fora da realidade, um sonho mesmo. Parecia sempre que eu estava num seriado norte-americano. Era taooo legal!!
Fui com o “objetivo” de melhorar meu ingles, ganhar dinheiro e coisa e tal. Mas, na verdade, isso eh tudo conversinha de primeira viagem. Fui mesmo para esquecer, pra recomecar. Esfriar a cabeca, colocar os pes no chao, os pingos nos “is” e seguir em frente. Afinal, 2007 foi um ano super conturbado pra Julia Zanotelli.
La, eu simplesmente esquecia, as vezes, que o Brasil existia. Parecia ate que tinha tomado aquele porre de vodka com nomes de mulher ainda por cima. hahaha
Nunca conheci tanta coisa e nunca aprendi tanto como em PC. Nao pelo fato de ser PC, mas pq estar “sozinha”, sem papis e mamis, eh bem significante. E de uma forma ou de outra, vc cresce.
Soh que ai eh que mora o perigo, pois quando se viaja uma vez, quer se viajar sempre. E depois de Abril, eu confesso que nao parei. Amo sair por ai, sem rumo, sem destino e direcao. Nao gosto de rotinas, como ja falei por aqui certa vez. Odeio que me ditem normas. Posso estar errada, posso querer demais e querer fazer alem do mais.
Pra mim nao foram meros meses de diversao/trabalho, mas sim, meses da minha (re)descoberta. Amem.
Sorria, voce esta na Bahia. Daqui ha 10 dias posso dizer isso. Buracos na estrada, moscas no Flecha, Dramin na veia, pneus furados, chips por todo o carro, paradas obrigatorias, e assim acontece todo ano quando o destino eh o interior baiano.
Vou ver a vovis, os cachorrinhos da vovis, as priminhas babys, as tias doidas … Vou comer acaraje barato, caranguejo sem cabelo, pao de milho da Padaria Vitoria, sorvete da Danubio. hahahha. Muito gordinha mesmo!!
E depois vou tirar foto na praia, ficar SOZINHA naquela orla maravilhosa, dormir a tarde no sofa vendo “vale a pena ver de novo” hiuahiauhiuha, ir na feirinha, etc. Adoro essa vidinha de oxentes e sotaques diferentes. Rio horrores com meus parentes e Oh, PAI, Oh, parece ate com Santana`s family.
Tenho muito orgulho do meu sangue itabunense – soteropolitano – capixaba. Sinto falta de fazer isso tudo e nada ao mesmo tempo. Olhar pra ladeira da casa da vovo e depois pro mar acho que eh uma das coisas que mais prezo nesse mundo.
Toda menina baiana tem
Um santo que Deus dá
Toda menina baiana tem
Encanto que Deus dá
Toda menina baiana tem
Um jeito que Deus dá
Toda menina baiana tem
Defeito também que Deus dá
Estava bem eu numa noite de segunda vendo Multishow, alias, um dos cinco canais que vejo na TV.Os outros sao Telecine, GNT, Sony e Warner. Soh pra matar a curiosidade.
Entao.. expulsei meu irmao da sala para assistir Alanis Morissette Live, peguei um copo de Coca-Cola, meu unico vicio, e deitei no sofa.
Nunca gostei dela. Acho que porque eu queria ser do contra quando era mais nova. Pintava as pontas do cabelo de vermelho (as pontasss.. pois nunca pintei o cabelo!!), amava Nirvana, usava All Star vermelho com cadarco verde e fazia colecao de bruxas e gnomos. Que passado negro, diga-se de passagem. Ai fiquei escutando as musicas da lady e soh agora sou adepta daquela flautinha. Depois de 10 anos resolvi gostar. Essa vida da’ muitas voltas mesmo!
E uma musica me chamou atencao por ser o “melo” (com ^ no o) das chifrudas. hahahaha
Fica como forma de reflexao para todos os homens e mulheres que leem isso aqui:
Cause the love that you gave that we made
Wasn’t able to make it enough for you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you’d hold me
Until you died, ’til you died
But you’re still alive
Ui! Pesado, neh?! Um par de chifres na cabeca tambem eh beeeeeeem pesado. kkkkkk Pareco ate aquelas recalcadas falando. Mas nao, caros leitores, se tem uma coisa que nao admito eh traicao.
Seja de namorado, amigo, pai. Cada um tem sua opiniao sobre isso. Soh que como sou uma menininha muito apaixonada e tenho amor proprio, nao faco e nao perdoo. Se gosta de verdade, abra o jogo.
Nao vem com essa de “nao queria te perderrr” e mentiras, mentiras, mentiras.
Estrelado por Hilary Swank, que parece fazer quase o mesmo papel, porem com menos pitadas de humor, do filme P.S I love you, primeiro que vi sem legendas no cinema perto do meu antigo trabalho, em Park City. Chorei nos dois, pois pra longas, sou uma manteiga derretida, uma emotiva-radicalista, o extremo da comocao. Vejo um morrer, um chorar, um contar historia triste, e assim meu olho soh se enche. Assim foi com esses dois filmes, incrivelmente dirigidos por Richard LaGravenese, no ano de 2007. Que por sinal, tambem foi diretor de “Paris, je t’aime”, outro que adoro.
Pois bem, “Escritores da Liberdade”, como e’ conhecido no Brasil, me fez derramar lagrimas por cinco vezes. Cinco! E eu nem estava de tpm no dia. Realmente a historia da professorinha que vai tentar mudar o sistema educacional e salvar os alunos da violencia que assola L.A, na guerrilha de preconceitos sociais e raciais em peso, pareceu cliche e me lembrou “Vem Dancar” com Antonio Banderas.
Soh para abrir um parenteses, o fato de os atores do filme serem considerados adolescentes entre 14/15 anos, mas nao aparentarem tal idade, me deixou intrigada (eu sei que eh errado usar pronome depois de virgula, mas isso aqui eh informal!!) e me lembrou uma novelinha global que esta no ar ha mais de 10 anos. Triste, triste…
Mas entao, apos abrir nao soh um, porem, 2 parenteses acima, o longa realmente me emocionou, como disse. Isso porque conseguiu retratar bem as dificuldades enfrentadas por cada personagem da trama e fez com que eu, como espectadora, me colocasse dentro da historia. Hilary deu vida a Erin Gruwell, mulher que enfrentou a Instituicao educacional norte-americana para poder dar um ensino digno aos seus alunos e tornar a sala de aula, uma segunda casa, aonde soh ali, os mesmos se sentiam protegidos e confortaveis. E o filme se baseia em relatos de diarios reais dos negros/hispanicos/brancos que frequentavam a classe da professora de ingles.
Isso tudo so’ mostra como uma pessoa pode transformar muitos. Acho que cada um de nos sempre devia fazer uma reavaliacao do que fez, deixou de fazer, quer fazer e assim por diante. Mudar, realizar, reestruturar, almejar, poder.
Crescer e ajudar os outros a crescer junto. O mundo seria bem melhor. Sempre tive essa mania de querer deixar o dia mais azul, e nao custa nada tentar fazer com que isso aconteca.
Eh impressionante como eu so’ tenho o prazer de ler livros quando escolho e compro.Podem me emprestar quantos livros forem, eu ate leio, mas demoro o triplo do tempo para terminar a leitura. Pois bem, fui na lojinha um pouco antes do Natal sem nenhuma sugestao para compra do livro. A unica coisa que eu tinha na cabeca era: nao pode ser de autor estrangeiro e muito menos best seller. Queria um brasileirinho classico. Ate que me deparei com uma estante so’ com titulos de autoria verde-amarela. Gostei de cara da sintese de O Casamento, de Nelson Rodrigues.
Nunca tinha lido um dos mais famosos escritores, alvo de tantas criticas da midia.Alias, acho que no meu segundo ano, li um pouco de Vestido de Noiva, mas nada que tenha marcado.
Tive paixonite pelas palavras do homem. Foram 249 paginas lidas em bem menos de 1 dia. Nao conseguia tirar os olhos daqueles paragrafos cheios de vida. Nao sei se chega a ser “a vida como ela ‘eh”, mas com certeza e’ a parte dela que todo o ser humano tenta negar, abstrair, esconder. Todo mundo tem um pouco de Glorinha, Sabino, Antonio Carlos, Noemia, Xavier, etc. E Nelson eh, como ele mesmo se entitulou, um eterno menino, um anjo pornografico. Contudo, para muitos, ele continua sendo o autor tarado, louco e machista da dramaturgia brasileira. Para mim e’ um autor e tanto! Do jeito que gosto, sem tirar nem por.
Comprei Anjo Negro e vamos ver qual vai ser a minha reacao ao finaliza-lo. Em breve, mais noticias. rs
Amanha e’ o grande dia em que vou ao cinema sozinha, pois todas as minhas amigas ja tem compromissos e eu sou a unica que nao estou estagiando e so’ gastando dinheiro!
Quero ver 3 filmes de vez, mas sei que nao vai dar tempo e o Cinemark nao eh um Metropolis da vida. A troca, Sete vidas e Marley e eu (li o livro em 2007 e preciso reler antes). Preciso escolher um neh.. Vou fazer uni-duni-te assim que chegar aquele quadrado do shopping Vitoria e seja o que Deus quiser. Segundo as linguas das amigas, os tres sao excelentes, mas como gosto eh gosto, so’ vendo mesmo pra saber. E pra vcs terem nocao, a ultima vez que estive no cinema foi para ver Vicky Cristina Barcelona, de Woddy Allen, by the way… O-T-I-M-O!
Se alguem se candidatar a ir comigo amanha, depois do Dr. Alceu que vai curar a minha tosse catarrenta (hiuahihuaiauh.. eh verdade, gente.. eh verdade), liga. So’ nao vale ficar de segunda intencao. hahahahha
ps: estou com uma vontade doida de escrever. Tava sentindo falta disso aqui.
Em portugues, Sete vidas. Acabei o escolhendo para ser o filme do dia e nao eh que foi an excelent choice? Nao vou fazer nenhuma sintese do filme, ainda mais porque muitos ja viram e sabem direitinho o que se passa no drama super bem protagonizado por Will Smith. O cara ‘e bom e ponto final. Nao concordo com algumas criticas que li a respeito do trabalho do ator, dizendo que ele nao soube medir o nivel dramatico de suas acoes e isso pela razao do diretor Muccino, nao ter dosado as revelacoes da historia gradativamente. Contudo, para mim, tudo foi revelado na hora exata, pois a intencao do diretor era realmente causar questionamentos, por isso utilizou tanto de flashbacks (amo!).
Outra atuacao marcante no filme foi a da atriz Rosario Dawson, que acabou sendo o par romantico de Will. Alias, isso que pode ser chamado com todas as letras de ROMANCE. E ainda me vai uma criatura no cinema e diz “po.. a primeira vez que o cara ta pegando ela e ja ama”. Comentario mais inoportuno impossivel. Um menino desses deveria ver Madagascar 2 e nao Sete Vidas.
Emily, Ben e Duke
Continuando… teve uma vez que falei por aqui o quanto me derreto com longas, ainda mais dramas-romanticos. Se eu estivesse sozinha, precisaria de uma caixa inteira de lencinho! Descobri que independente da historia, eu nao posso MESMO ver alguem chorar.
Sete vidas eh de longe, um dos melhores filmes que ja vi, sem exageros. A performance dos atores, unida ao roteiro e direcao criam um verdadeiro espetaculo de emocao. Doar orgaos eh a coisa mais linda que um ser humano pode querer fazer. Tudo bem que Ben escolheu a forma mais tragica de fazer isso, mas para o personagem e o sofrimento que nao o deixava viver, foi a melhor opcao.
Quem sabe se por um milagre medico Emily sobrevivesse e ai entao, Ben poderia voltar a ser feliz. Poreeemmm, como soh havia 3,5% de chance daquele bip tocar, o coracao dele ficou em boas maos, ou melhor, peito. hehehe
Soh para estimular quem ainda nao eh doador ou pensa em ser, segue uma das mais elaboradas propagandas da Santa Casa.
Olha o que o ocio faz com as pessoas. Num dia completamente cocozento, em que eu nao queria acordar, a tosse nao queria parar (o xarope ainda nao fez efeito total!) e ainda por cima aquela belissima vermelhidao resolve sair de dentro de mim, tenho a genial e deslumbrante ideia de listar as coisas que NAO gosto nem um pouco. Isso que nesta pequena lista nao constam acoes generalizadas, ou seja, que todos odeiam, como, por exemplo, violencia, burrice, desrespeito e blablabla.
1. Banheiro sujo.
2. Cabelo molhado caido na pia ou grudado na parede do banheiro.
3. Gente que fala demais.
4. Lerdeza.
5. Espirros.
6. Sauna. (acho super nojento!)
7. Mosquitos.
8. Galinha ensopada.
9. Filmes dublados.
10. Homem com camisa regata a noite. (dica de Glorinha Kalil. hahahaha)
Com tanta gente sem saber as antigas regras, com tantos analfabetos no pais, com tantas mudancas mais profundas a serem feitas, qual eh o fundamento de mudar a gramatica? Mas seguem as benditas inovacoes…
HÍFEN
Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em “antirreligioso”, “antissemita”, “contrarregra”, “infrassom”. Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r – ou seja, “hiper-”, “inter-” e “super-”- como em “hiper-requintado”, “inter-resistente” e “super-revista”
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: “extraescolar”, “aeroespacial”, “autoestrada”
TREMA
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:
1. “pára” (flexão do verbo parar) de “para” (preposição)
2. “péla” (flexão do verbo pelar) de “pela” (combinação da preposição com o artigo)
3. “pólo” (substantivo) de “polo” (combinação antiga e popular de “por” e “lo”)
4. “pélo” (flexão do verbo pelar), “pêlo” (substantivo) e “pelo” (combinação da preposição com o artigo)
ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras “k”, “w” e “y”
ACENTO CIRCUNFLEXO
Não se usará mais:
1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus derivados. A grafia correta será “creem”, “deem”, “leem” e “veem”
2. em palavras terminados em hiato “oo”, como “enjôo” ou “vôo” -que se tornam “enjoo” e “voo”
ACENTO AGUDO
Não se usará mais:
1. nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”
2. nas palavras paroxítonas, com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: “feiúra” e “baiúca” passam a ser grafadas “feiura” e “baiuca”
3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”. Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem.
Há algumas horas estava feliz e contente vendo “O curioso caso de Benjamin Button” ( depois comentarei sobre o filme), e recebo a ligação do meu pai: ” Julia, teve um tiroteio ai no shopping e 3 pessoas foram feridas. Nao sai dai agora.”
Continuei vendo o filme até que quando o mesmo acaba e eu estava crente que ia comer um super hambúrguer do Mc Donald’s, eis que surge um funcionário do Cinemark e relata o que aconteceu naquele estabelecimento comercial. Diz a mesma coisa que meu querido daddy, porém, aconselhou-nos a ficar na sala de cimena, pois estava muito tumulto lá fora.
Até então, eu ainda estava calma. Mas quando, lá de cima, da última fileira de cadeiras, vejo as pessoas correndo pra dentro da sala, gritando e se jogando no chão, começou o desespero.
Não era nada. Ninguém entrou na sala com uma metralhadora, como eu já estava imaginando. As pessoas estavam realmente desesperadas e sem saber o que fazer e nem pra onde ir. Não sabiam se continuavam ali sentadas ou iam embora.
Eu e minha amiga resolvemos esperar mais um tempo para ver se a poeira baixava e enquanto isso, conheci um casal muito simpático . Que hora pra conhecer gente, né?! E reencontrei uma pessoa muito querida que estava chegando para assistir a outra sessão do filme. No meio de toda a confusão, o cinema ainda não tinha parado de vender ingressos, mas em questão de segundos, disse que o longa em que Brad Pritt está espetacular (!!), não seria mais transmitido. Essa pessoa querida que encontrei estava muito nervosa, assim como todos, pois não sabia ainda o que tinha acontecido, visto que só tinha ido ver um filme e se viu no meio de um acabado/inacabado (não se sabia naquela hora) tiroteio.
Depois de todo o nervosismo e rumores de uma nova troca de tiros, resolvemos sair do cinema. Dei até “entrevista” para um jornalista e soube que outro tiroteio tinha mesmo ocorrido, dessa vez, nas Lojas Americanas. Mas não sei até que ponto isso é ou não verdade.
Fui pagar o estacionamento do shopping, que ainda não tinha sido liberado, mas me dei bem e paguei só R$ 2,00. Ao chegar no carro, o bonitinho resolveu não pegar. Ficamos, eu e minha amiga, suando de nervoso até ele dar a partida, depois de uns 7 minutos. E na hora da aflição, os minutos parecem eternos.
Enfim, saímos, salvas e com o coração acelerado. A polícia ainda estava por lá, junto com as ambulâncias e uma enorme quantidade de repórteres.
Dois seguranças da Prosegur morreram e pelo que eu saiba, 2 pessoas que estavam no estabelecimento, ficaram feridas.
É, realmente, a primeira vez a gente nunca esquece.
Obs: Nesse post não parei para criticar a segurança do shopping, isso fica por conta de vocês.
Fiquei dois dias bem estressada e o pior de tudo eh que nem eu mesma sabia o motivo. Logico que coisinhas bem chatas aconteceram, mas nada que nao tivesse jeito. Tudo soh voltou ao normal depois de um telefonema, contudo, tive ainda um momento de paz quando, de madrugada, vi Circo do Edgard, com Wagner Moura. Fenomenal! Eu nao sabia nada da vida dele e descobri que alem de um otimo ator baiano (hehehe), ainda eh cantor de uma banda chamada Sua mae.
no programa.
Entao, fica ai a dica de uma banda super legaaal. hahahaha
pode ser até do corpo se entregar mais tarde
parece simples mas a gente às vezes é
e o amor é lindo deixo
tudo que quiser eu não me queixo em ser
acho normal ver a vida feito faz o mar num grão de areia
é de se entregar a sorte e todo mundo vai saber em verque o vai e vem pode ser eterno
pra ver quem manda
acho que não vai dar tô cansado demais
vou ver a vida a pé
acho normal tá no mundo feito faz o mar num grão de areia
show do Marcelo Camelo, aqui em Vitoria, dia 28 de marco. :)
Resolver, decidir. Parar de escutar, ver e lembrar. De sentar, deitar e lembrar. Parar de gostar.
Olhar. So’ para mim. Preciso de tempo. Mas nao desejo esse tempo. Nao quero.
Voltar. Voltar e voltar. Preciso de um comeco. E de um final. Feliz. Pra mim. Por mim.
Chuva. Sunday Morning. Lounge. Vodka. Almofadas. Etc.
Hoje mais do que nunca. I need to go back. Ctrl + z. Entender o que preciso.
Pronto. Vai um ponto. E a certeza de que o verde e’ dele. Meu ainda nao. Talvez nunca.
Dizem que sao experiencias de imaginacao do inconsciente; tem significados e sao diferenciados em tipos.
Ja sonhei com diversas coisas que realmente aconteceram 1 dia depois, mas a maioria dos meus sonhos, sao sem sentido algum, pelo menos, sem serem detalhadamente analisados. Quem sabe Freud, que os define como a “realizacao dos desejos”, explique-os.
Hoje, por exemplo, acho que dormi tanto, que o sonho nao teve logica. Normalmente, se parecem com filmes. Alguns tem historias que se tornariam recordes de bilheteria. Outros, sao quebrados, nao tem ordem cronologica.
O de hoje contou com a ilustre presenca de Selton Mello no aeroporto, junto a todos os meus amigos que estao na terra do Tio Sam; uma menina desconhecida mostrando a alianca de noivado e esfregando na minha cara, dentro de um banheiro; meus amigos comprando boias em formato de refrigerante; telefonemas estranhos e com resultados ja previstos, mas malquistos; amigas rindo das minha cara de pau; e nao lembro de mais nada.
Bem, com ou sem sentido, por mais diferentes que sejam, nao tenho duvidas que transmitem o que ja pensei e talvez, pense ate hoje. Se transmitem ou nao o futuro, pelo menos em algumas partes, daqui ha alguns dias, meses, anos, caso ainda lembre dos mesmos, venho a entende-los. Se nao, foi apenas mais um sonho.
Fiquei revoltada porque nunca tive um amor de verao. hahahaha
Na verdade, uma paixao de verao. Meus amores, no passado, eram resumidos em um so’. E antes dele, nao tive nenhum verao que pudesse fazer um “UAU,QUE VERAO! QUERO TUDO DE NOVO.” Nao. Isso nunca aconteceu comigo. Os meus unicos veraneios solteira, depois do amor que ja me referi, foram 2008 e 2009. O primeiro, na verdade, foi um inverno trabalhador e sem nenhum romance. Alguns mocinhos ate apareceram para contar um pouco de historia, mas nada que pudesse chamar de paixao de gelo, nesse caso. Ja neste ano… que eu tinha uma esperanca de encontrar alguem de outro estado pra ser entitulado de paixao de verao… cade?! cadeeeeeeee?????
O verao daqui a pouco acaba. Minhas viagens tambem. Os turistas somem de Vitoria, a cidade do lazer, diga-se de passagem (HA-HA-HA), e o meu summer love vai pro espaco por mais um ano. Mas em compensacao, tenho muita sorte em arranjar paixoes em estacoes distintas. Principalmente, na primavera. Tem epoca mais linda pra isso? Alias, primavera vem do latim – primo vere – que significa, no começo do verão. AEEEEEEE!!!
Ja que a maioria das pessoas ja teve um amor de verao, e eu nao, tenho o direito de ter todos os amores possiveis no mes das flores, para abrir o verao com chave de ouro! hauhauahauhau Belo pensamento! Mas pelo menos eu achei uma saida pro meu dilema do dia.
Nunca quis ser Paquita. Nem mesmo uma Chiquitita. Mas podem pensar o que for, sempre quis ser atriz ou apresentadora. Ainda da tempo de tentar alguma coisa (se tiver alguem do ramo lendo, entre em contato hahahhaha), so’ que a preguica e’ maior. Nao tenho vontade de estudar pra atuar. Queria que o trabalho caisse do ceu. Como acredito que algumas sortes podem cair, sim. Vontade maior mesmo e’ de apresentar um programa. De preferencia no Multishow. Com o Bruno, do ” Vai pra onde?”. haiuahaiuhaiha
O menino tem o melhor emprego do mundo! Recebe pra conhecer todos os lugares mais irados do Brasil e exterior.
Ja pensei em mandar uma carta ou ate mesmo ir ao encontro do diretor do programa ou do proprio Bruno e tentar convence-lo(s) de que sou a melhor opcao pra audiencia ir no teto! O garoto precisa de uma companheira. E eu ainda aposto que as viagens vao ficar bem mais emocionantes com uma mulher presente. Ainda mais se essa mulher for yooooo!! hauaihiahuiah
Falando serio agora.. eu realmente estou precisando de um emprego! Nao sei se voces, caros leitores, ja sabem que eu me formo no fim desse ano, em Publicidade. Contudo, nao quero trabalhar em uma agencia. Penso, primeiramente, em fazer uma pos-graduacao fora da cidade natal, para depois abrir o meu proprio negocio, relacionado a eventos. Nao sei ainda qual sera’ o foco, mas sei que meus sonhos sao altos. Tambem nao sei o que o futuro guarda pra mim, so’ espero mesmo conseguir cumprir com meus objetivos profissionais.
Aprender mais antes da graduacao nunca eh demais. Se algum dono/funcionario/amigo do dono de uma empresa de eventos estiver lendo isso, POR FAVOR, me procure! Juro que serei uma otima colega de profissao!
O apelido do meu pai era cabelo de fogo, quando menor. Ele ainda tem uns vestigios ruivos que restam em sua cabecinha redonda e vermelha. hahaha
O meu ruivo nao aparece com tanta nitidez. As pessoas confundem a cor do meu cabelo. As vezes eu brinco que ele muda de acordo com o meu humor. Mas as madeixas de cor especial aparecem mais quando prendo-as para cima (acho que so’ vendo pra entender) ou quando estou no sol.
Resolvi pesquisar sobre as ruivas por ter visto ontem na GNT um documentario falando do nosso poder. Achei interessante, por sermos a minoria, dentre loiras e morenas, no mundo. Eis que acho em um blog…
“Nos ruivas sofremos preconceito e racismo da populacao brasileira que nos olham como se fossemos et’s, alem do que eu acho que deveria ter cotas para ruivos em universidades.. sem tem p negro tbm tem que ter p os ruivos.. se eles sao negros, nos temos a cabeca vermelha.. e dai? direitos iguais. ..e o pior de tudo é ter que aguentar essas gurias brasileiras pintando o cabelo de vermelho e espalhando p Deus e Jericó que elas sao as ruivas mais belas do país, que absurdo… e pior que tudo isso… é alguem chegar em mim e perguntar qual a tinta que uso e de quanto em quanto tempo eu pinto o cabelo.. da um tempo, sou ruiva natural.. do sangue azul.. ha quanto tempo me perguntam? haa que isso, desde os 3 anos de idade… atravessavam a rua para perguntar a minha mae, que cor ela usava e se ela nao tinha vergonha de pintar o cabelo de uma crianca.. esse país é uma vergonha.”
Essa menina tem algum tipo de problema. Nao eh possivel. Com certeza diveeeersas vezes ja me perguntaram qual eh a cor da tinta que uso; ja ate brigaram comigo por causa disso. So’ que eu nunca reagi de uma maneira agressiva. Sempre achei, no minimo, engracado. E em relacao a cotas para ruivas… eu nao tenho nem o que dizer. A anonima deve precisar de um tratamento! Ela deve ter sofrido mesmo quando era menor e nunca prestou atencao em quao especial eh de ter os cabelos avermelhados. Se a tal ainda lesse o meu outro achado na Internet e nao tivesse senso de humor, ia pirar (mais).
Leiam: http://www.desciclopedia.org/wiki/Ruiva
Agora irei seguir os passos do meu fake dad, Chuck Norris, e dominar o mundo. HAHAHHAHAHAAHA (risada maquiavelica)
Entrei no site do Shopping Jardins de Sao Paulo, sem querer hoje a tarde.
Achei dois filmes interessantes e que ainda nao estrearam nos cinemas de Vitoria: Lirios d’agua e Queime depois de ler. Foram lancados em novembro de 2008 e ate agora nem sinal deles pelas telas capixabas.
Como adoro ir ao cinema e ver filmes bons, e, alem disso, tambem sou apaixonada por o que pode-se chamar de longas nao-hollywoodianos, aguardo anciosamente os dois, juntamente com Slumdog Millionaire, ganhador do Globo de Ouro e bem aplaudido pela critica. Alias, hoje tambem estava comentando com minha chara’,que tem gostos muito parecidos com os meus, culturalmente, e chegamos a conclusao (desculpem-nos se houve precipitacao) que Hollywood esta dando uma “afrancesada”. Os filmes estao ganhando um ar mais interessante. Nao sei se foram os roteiros, a direcao ou o que melhorou, so’ sei que, pelo menos nos duas, estamos gostando mais. Apesar de sempre ter um exagero daqui ou dali nos filmes norte-americanos.
Um dos casos que exemplificam o que eu disse e’ o filme “Queime depois de ler”. Mesmo nao o tendo assistido, li algumas criticas, inclusive a do site cineplayers.com, que me deixaram bastante curiosa.
“Em um cenário do cinema de massa em que comédia e inteligência parecem andar para lados opostos, os irmãos Coen nos entregam um material farsesco que consegue a difícil tarefa de fazer rir sem abrir mão de um subtexto pertinente. Isso tem como resultado uma estranheza saborosa que se constitui em divertimento de alto nível.”
Agora deu pra entender um pouquinho da minha vontade.(ou nao neh..)
Quem confiar no meu gosto cinefilo, veja “O escafandro e a borboleta”, de Julian Schnabel.
A banda, digamos, foi um presente de Natal. Pelo menos foi assim que a pessoa me apresentou a Zach Condon, seus comparsas e sua pitada de folk music e instrumentos como o ukelele, original do Hawaii. Ah! Gostei. Mais um som pra ouvir em minhas tardes de ocio.
Baixei os dois albuns de Beirut assim que lembrei (pois tenho serios problemas com downloads) e assim meus ouvidos ficaram felizes.
Sunday smile, assim como a minha querida Sunday Morning do Maroon 5, tem o posto de preferida.
“A Sunday smile you wore it for a while.
A Sunday mile we paused and sang.
A Sunday smile you wore it for a while.
A Sunday mile we paused and sang.
A Sunday smile and we felt true. (and)”
O sotaque eh disfarcado. As vezes, um pouco “aminerado”. Lindas praias. Dunas perfeitas. Um congo nas veias e sempre, um gingado. Nos espiritos, nos santos, nos olhares, nos sorrisos, nos andares e nos luares.
Agora, por Elisa Lucinda.
Todo capixaba tem um segredo de espuma
Uma conversa de duna
Um disse me disse
Todo capixaba é chique
Todo capixaba tem um pouco de beija flor no bico
Uma panela de barro no peito
Uma orquídea no gesto
Um cafezinho no jeito
Um trocadilho na brincadeira
Um congo no andar
Um jogo de cintura
Um chá de cidreira
Uma moqueca perfeita
E uma rede no olhar
Todo mundo de lá desenha nas areias brancas
Compõe nas areias pretas
Todo capixaba tem um verso
Tem um pouco de Anchieta
Todo povo por lá
Tem um certo louco
Tem um certo torto
Uma palavra solta
Uma revoada de colibris
Todo capixaba tem uma força de povo
Tem um pouco de Maria Ortiz.
Toda montanha lá tem um caso
Obstinado com o vento
Uma pedra azul Um albatroz de convento
De luva e biquini é que eu vou pra lá
Todo capixaba é um evento!!!
… no esteticista. Malha o ano inteiro. Pinta de artista. Saca dinheiro. Vai de motorista. Com seu carro esporte. Vai zoar na pixta. Burguesinhaaaa-nha-nha. Definitivamente, that`s not me. O que eu esqueci de comentar no post ” 10 coisas que eu odeio” foi que odeio (mesmo sendo uma palavra forte) ir ao salao de beleza e tenho pavor a academia.
Mas o primeiro “odio” eh o pior. Sem sombra de duvidas. Queria que as minhas unhas nascessem pintadas, uma semana de um tom diferente de vermelho, e que meu cabelo permanecesse do mesmo tamanho para eu nao ser obrigada a sentar numa cadeira giratoria preta. Nao gosto do ambiente SALAO DE BELEZA. Nao gosto do papo que ali acontece, ate porque sao soh fofocas, seja manicure versus manicure ou manicure versus clientela.
Desculpem, manicures do meu Brasil, apesar do resultado pos- cha de cadeira ser extremamente confortante, essa eh a mais pura verdade. Contudo, hoje foi um dia inabitual. Fui ao salao de sempre fazer as unhas e Rose, uma criatura muito simpatica, nao fofocou! Achei incrivel! Palmas para Rose, por sinal. Ela falou de sua vida amorosa e conflituosa ao mesmo tempo. E eu me senti como se fosse essa grande (literalmente) mulher que “me pintou” com o “samba Juliana” (gostei do nome do esmalte. hehehhe). Era cada historia cabulosa. De Manaus ao Parana. De Carlos, pai de sua filha, a Roberto, amor de sua vida que tinha uma noiva sem Rose querida saber. :(
Eita vida! Mulheres sofrem. Homens dizem que nao entendem. A gente ama. Chora. Apaixona. Chora. Depois se revolta e soh fica no troca-troca. Um substitui o outro ate achar quem realmente permanece. E assim segue a vida de damas como Rose; burguesinha e muitas outras.
Continuarei indo ao salao, pois apesar de ser chato, sempre saio no minimo, arrumadinha. Alem disso, vou conversar mais com Rose sobre seus casos e acasos, comedias da vida privada, como diria Verissimo. Ate porque ela conseguiu a proeza de nao arrancar um bife sangrento do meu dedo!
Sumi por uns tempos devido as viagens. De volta, agora, com criticas cinefilas sucintas. Peco perdao, mas estou sem humor hoje, pois a minha amiga, tensao pre-menstrual, esta de volta. Perdao, mais uma vez, pela falta de acentos. Ainda nao configurei o teclado (ainda, nao!).
Revolutionary Road – Kate e DiCaprio interpretaram formidavelmente os personagens, conseguindo passar ao espectador todas as angustias, magoas e loucuras de um casal. Contudo, achei o roteiro sem fascinio, alias, simples, e algumas lacunas ficaram sem preenchimento. Ja nao me lembro quais foram essas lacunas, pois o vi a mais de um mes e nao consigo falar com mais detalhes sobre o mesmo. Mas nao chamou minha atencao como amante das tramas.
The Reader – Tambem bato palmas para os atores, mas, novamente, o roteiro nao me agradou. Na primeira parte do romance, realmente as cenas e o envolvimento dos personagens nao deixaram que meus olhos saissem da tela, porem, a partir do momento em que Hanna (Kate Winslet) abandona o seu jovem capacho do sexo e da leitura, o filme perde um pouco o rumo e acaba se tornando num dramalhao sem tamanho. Os exageros, principalmente, em relacao ao drama do “menino” Michael nao conseguir se relacionar com nenhuma pessoa apos o subito abandono eh demais. As falhas do roteiro sao visiveis, quando se trata da passagem de tempo, tanto referente a idade (em numeros), quanto a idade (fisica) dos personagens. Tambem nao foi um longa-metragem que me encheu os olhos.
Ja Slumdog Millionaire, presente do meu amigo “frances”, eh extremamente encantador! Narrado em flashbacks e com otimas interpretacoes de atores indianos, da industria “bollywodiana”, o filme da gosto de ver. Mostra uma India completamente diferente daquela televisionada pela Globo. Do inicio ao fim fiquei paralisada com as imagens e a forma com que a historia eh contada.
Sem me aprofundar muito e mesmo nao gostando desse post vago, aconselho os tres para formarem uma opiniao critica. Mas o preferido, ja sabem qual eh.
Um pouco de Amelie Poulain. Mais um pouco de Vicky ou Cristina, em Barcelona. Ingênua ao ponto de crer que todos são bons. Acredito no próximo. No bem. O mal só pra quem planta. Fotos de flor. Fotos de detalhes. Presto atenção no enquadramento da câmera no filme. O mar me acalma, assim como a minha cama e a voz do Amarante. Peixe cru faz bem, toda semana. Coca-cola, só a normal. Detesto coca-light, como disse Zeca Baleiro. A zero também não desce. Não perco meu lado mongol. Invento danças. Canto como ninguém (!!). Coleciono elefantes e tenho um de cada bom amigo. Meu espírito é aventureiro, mas o medo me intimida. Gosto de andar descalça. Acho que tudo vai dar certo. Doei meu amor sem medidas. Agora ele esta trancado. Perco chaves. Inclusive aqueeelaa la do fundo (…). O vento no rosto traz paz. Cinema é um prazer. Estampas. Vermelho é a cor preferida. Nao fumo. Nem erva, nem nicotina. Não cheiro. Nem LP, nem limpador de teclado, muito menos Rexona. Cheiro a J’adore. Bebo de tudo (menos coca-light!). Sonho em ter um bar. Já tenho o sócio e o cantor de quinta. Praia, pode ser com roupa mesmo. Lua e sol. Nascer e por. Nascer. Todos os dias. C’est tout.
Sei que estou meio sumida. Mas o problema eh a falta de assunto mesmo. To sem paciencia pra escrever e ultimamente, tenho entrado menos na Internet. Tenho visto mais TV, por incrivel que pareca. Soh hoje, vi 3 filmes seguidos. Dois deles, envolvendo a paixao. Alias, apaixonar-se eh muito bom. Contudo, acho dificil. Quem sabe isso nao aconteca neste ano…
Outra coisa: estou cansada de fazer nada, sem aulas e desempregada. Nunca pedi tanto pra UFES comecar.
Por hoje eh soh. Beijinho, beijinho. Tchau, tchau.
Há tempos queria escrever sobre isso e havia me esquecido. Frequentemente acontecem coincidências na vida de todos. Mas muitas estão ocorrendo comigo de 1 ano pra cá. O encontro de pessoas é o que ocorre em maior índice. Por exemplo: estou em outro estado do Brasil, começo a conversar com alguém. Papo vai, papo vem. Opa!! Não acredito! Você conhece tal pessoa? Estava em tal lugar? Mentiraaa! Ah não, que mundo pequeno!
Que mundo pequeno. O que eu não canso de repetir. Antes era: como Vitória é pequena! Contudo, vejo que não é só dentro do nosso ninho capixaba que os trajetos se encontram. E sim, as coincidências, que também podem ser chamadas de “destino” (?), são fenômenos mundiais!
Vai de um indivíduo que encontro no avião, até outro que conheço em uma festa de tribos ou durante uma caminhada matinal. E assim segue o fluxo. Seguem os rumos. Seguem os dias. Mais encontros inesperados. Reencontros não tramados. Surpresas bem-vindas. Cada “meu” momento. Pode virar o “seu”. Pode se transformar no “dele” ou no “deles”.
Os momentos se cruzam. Portanto, as pessoas também (no sentido de cruzar – trombar- bater – esbarrar. Não no outro sentido “animal” do verbo). E isso é fenomenal! Vai continuar acontecendo comigo, com você, com toda a população da Terra. Até quem sabe com os possíveis povos de outras galáxias. Afinal, eu acredito que eles possam existir. Mas esse já é tema de outro post.
REC. Primeiro filme que me deixa realmente assustada!! Nao falarei de sua sinopse, se quiserem, procurem no Google (1×0 pra mim – Huuu). Gostei bastante do mesmo, pois eu nao ria com as cenas, diferentemente de “O albergue” e outros tantos em que me debulhava em lagrimas de felicidade com tanta tosqueira junta. Alem do mais, nao sabia o que estava para acontecer. Toda hora vinha um ser imortal e mordia com sua saliva ultra-mega-super-infecciosa-letal-fatal outro ser. E assim, sucessivamente. Com certeza, um dos filmes de terror mais bem elaborados ja vistos. Tudo bem que nao sou muito fa (leia com som nasalado para sair o “til”) desse genero, mas.. whatever.
Fiquei tensa durante todo o espetaculo amedrontador e sangrento, em espanhol. Ate minha mae falava: “Minha nossa, que olhos arregalados, menina! Voce vai ter pesadelo a noite!” . Mas pode deixar, mae, meus sonhos sao sem nexo e cabulosos mesmo sem ver cenas fortes do porte de REC.
Voltando ao que interessa … O roteiro eh muito bem formulado, tudo acontece cronologicamente e inesperadamente (seguindo a padronizacao do terror no cenario mundial). Soh que dessa vez, realmente, muitos “inesperados “nao sao esperados. hahahaha
E ai, quando voce se distrai e come um pedaco da goiaba do prato… BUH! O coracao quase sai pela boca e depois de cinco minutos … BUH! Mais tres minutos e .. AH, NAO! NAO ACREDITO QUE O FILME ACABOU ASSIM! Isso foi a primeira coisa que pensei. Porem, caros leitores, o legal da trama eh exatamente isso! Quando nos acostumamos com os sustos, eles acabam. Mas o fim vem com tanta normalidade e a historia se fecha com tanta coerencia que da’ um toque mais natural.
Bem, tirando todas as minhas brincadeiras, peco que o vejam e tirem suas proprias conclusoes, mesmo sem gostar do genero. Eh tudo de mentirinha, criancas. Quase igual o Bicho-papao. =)
fico tão carente. tão contente. tão cheia de dentes. :D hahaha
rimas fáceis. em dias fáceis. dias de sono. dias de sol. tudo novo. novo é bom. mudar. mudanças constantes. de cama, de ar, de mar. olhar. o mar. estrelas. do céu. do mar. de novo. o tempo todo. novo. ah, deixa estar.
O diretor Tim Burton, famoso por “Chocolate Factory” , “Edward Scissorhands”, “Batman returns”, Corpse bride” e tantos outros, já está fazendo a sua versão para nada mais, nada menos que o melhor desenho animado de todos os tempos: Alice in wonderland!! Nao sei ao certo se as filmagens já se finalizaram, só sei que na noite de estréia estarei presente na cadeirinha vermelha do Cinemark. Mais uma vez, Johnny Depp está no elenco e espero mais uma de suas brilhantes atuações. Dessa vez, ele interpretará the Mad Hatter, ou melhor, o Chapeleiro Maluco. A grande e pequena Alice será interpretada por Mia Wasikowska , da qual eu não sei muitas informações.
O filme provavelmente estreiará em Março de 2010. Enquanto isso, vou reler o livro de Lewis que tenho aqui para relembrar as aventuras mais emocionantes de Alice. Não vejo a hora de ver a interpretação de Alice para Burton, mas minhas expectativas estão tão altas, que talvez eu me decepcione. Tomara que não, né?!
Um pedacinho de nada no meio do nada, eh como me sinto hoje. Bateu aquele desespero do que vira’ pela frente, como sera’ meu futuro e se vou ter um. Aquela agonia de uma quase formanda. A ansiedade de saber como vai ser. O medo de nao ser, nao ter, nao poder, nao fazer. Medo do nao. O sentimento de correr contra o tempo. E de achar que o tempo foi em vao. Pois nao fiz nada com algum significado marcante. Sinto-me sem importancia. Sei la, sem glorias. Isso eh tao ruim de escrever… melhor parar por aqui.
Sempre que vou a (craseado) locadora, a capa deste DVD olha pra mim, eu olho pra ele, pego, leio a sinopse, e nunca alugo. Penso: “esse filme deve ser entediante”. Pois bem, em mais uma de minhas passagens por todos os canais da TV, eis que paro no Telecine Premium e vejo a Nicole Kidman. Como gosto muito da atriz, apesar dos seus ultimos papeis nao terem sido tao bons, em longas tambem desinteressantes (pelo menos para o mim), joguei o controle remoto do outro lado do sofa’ e resolvi ver o que se passava. Ate entao, nao sabia qual era o filme. So’ descobri depois de uma meia hora, quando apareceram as letrinhas no canto superior da tela, avisando-me.
Mais uma vez, nao farei a sintense do mesmo, visto que muitos sites da rede ja’ se responsabilizam por tal servico. Os personagens sao otimos. Cheios de conflitos psicologicos mais exacerbados ainda por uma relacao familiar conturbada, em que Margot (N. Kidman) parece mais odiar do que adorar os parentes e todos a quem se socializa. Fiquei com pena do seu filho, por diversas vezes, pois ela nao sabia como se comunicar com o menino em algumas circustancias: “Claude, voce fede.” . Tudo bem que uma pessoa pode ser sincera, porem, a mesma coisa pode ser dita em outras palavras, com mais cautela. Mas nao tiro o exito do papel de boa mae que demonstra ser, uma vez que quer sempre estar ao lado de Claude (Zane Pais).
Nao e’ soh Margot que apresenta caracteristicas confusas, mas sua irma, Pauline (Jennifer Jason) e o futuro marido interpretado por Jack Black, que alias, atuou brilhantemente, sao seres muito complicados. Mas toda essa complicacao, talvez, possa ser destinada a propria Margot, pois chegou dizendo suas “verdades” com seu ar destrutivo, e acabou colocando/acrescentando interrrogacoes nas cabecas dos personagens.
Este conflito de relacionamentos tem um fim brusco, contudo, tipico de filmes alternativos, ainda mais sendo do diretor em questao: Noah Baumbach.
O que a trama me lembrou foram os personagens de outro longa, ja comentado por aqui, Revolutionary Road. Alem dos dialogos dos livros de Nelson Rodrigues: bem conturbados, as vezes, assustadores e bastante questionaveis. Mas sao esses filmes que, por mais que parecam ser chatos, nos fazem pensar sobre o nosso comportamento real e sao esses personagens que mais se igualam a nos, meros espectadores.
1. Depois da tempestade, sempre vem a calmaria. Estou a espera dela. O Vasco, por exemplo, caiu, esperou, esperou mais um pouco e voltou com tudo. hahahaha
2. Impressionante como sou capaz de me emocionar com os Hermanos. So’ de assistir ao show pela TV ja’ fui ao delirio. Imaginem se eu estivesse presente em meio aos milhoes de fas dos barbudos e tambem do Radiohead.
Comprei o livro para que eu nao cometa o mesmo erro: ver o filme antes de ler. Terminei as 20 primeiras paginas agora pouco. Ainda no comeco, mas gostei. Soh achei a forma que o autor, John Boyne, escreve, muito simples e nao tanto instigante. Uma historia que demorarei mais do que o normal pra ler, pois, afinal, nao eh nenhum conto cabuloso de Nelson Rodrigues, que me enche os olhos. Alias, eu ia comprar Nelson mais uma vez. Mas interrompi a compra exatamente pelo fato de soh o ler. Dai, resolvi mudar e o “pijama listrado” surgiu na minha frente.
Apenas vacilei ao ver um pedaco do trailer do filme, uma vez que visualizei os personagens e parei de imagina-los do meu jeito. Apesar de o personagem principal, Bruno, ser bem parecido com os meus pensamentos, tirando somente os olhos azuis. Pra mim, ele ainda tem olhos castanhos.
Livros sao fascinantes exatamente por isso! Cada leitor imagina do seu modo. Cada um tem ideias proprias sobre os ambientes, os fatos, as caracteristicas dos personagens, etc. Cada um eh artista das paginas escritas por Boyne. Cria-se, transforma-se. Os leitores brincam com as letras do livro e fazem a historia de Bruno sempre diferente.
Não tenha medo de ir devagar; só tenha medo de ficar parado. UAU! Orkut, mestre dos magos! Rei da sabedoria. Senhor da razao!
Sempre o escutarei (HAHAHA). Pelo menos hoje nao caiu nada do tipo: “A mulher que le sua sorte foi despedida. Visite o album dos amigos.” Tipo, oi?
Mas minha verdadeira sorte eu mesma procuro fazer. E para encontra-la, vivo no lema: viva tudo e aprenda cada dia mais. Comece, recomece. Planeje, erre e siga!
E minha frase preferida, no momento, pode ser essa:
pode ate ver coracao. Alem dos coracoes falsos ou nao das celebridades mundiais, das roupas de festas, das decoracoes das casas famosas e das inumeras fofocas de quem teve filho, quem bateu em quem, quem foi no show da Madonna ou quem esteve na Ilha de Caras, ha uma unica pagina da revista que fez meu nobre coracao bater mais forte. huaiaiuha Lindo, nao?!
Hoje fui levar meu irmao ao medico e fui “ler” a unica revista que estava na sala de espera:
Ok. A Sasha virou modelo da marca da sua tia Meneguel; a Suzana Vieira esta apaixonada por um magico de 25 anos; o baby boy da Daniele Winits completou 1 ano e vaaarias outras informacoes quentissimas! Como se nao bastasse, os assinantes da revista ou apenas quem a compra, nao me lembro, iriam ganhar UM garfo na proxima edicao! Fenomenal! UM GARFO!
Ta. Mas voltando ao assunto do inicio do post, a pagina que mais me chamou atencao nessa revista cultural da sociedade brasileira, era composta por um poema que segue abaixo:
Eu sou o oceano atletico e atlantico
pacifico e romantico(…)
Sou unico infinito
indicado pro amor
Eu sei, eu sal, eu sou.
(Gabriel, o Pensador, em “Peixe Aquario”, do livro “Diario Noturno”).
Eh.. eu tambem nao sabia que ele tinha escrito um livro. Mas o cara eh bom! E segundo as palavras de Verissimo: Pessoa pensante e artista falante, Gabriel pensa e diz, ao contrario dos que pensam que pensam e produzem ruido. Ja’ era uma raridade musical, agora eh raridade literaria.
Existe vida fora da Terra? Uma pergunta que não quer calar, ainda mais pelo fato de vez ou outra, aparecem “OVNIs” ou pessoinhas verdes estranhas por ai. O caso de Varginha é o mais famoso e considerado um dos mais importantes entre os ufólogos.
A galáxia é uma coleção de massas solares que podem conter entre 100 mil e 3.000 bilhões de estrelas. Ninguém, segundo informações do Discovery Channel, sabe com precisão quantas galáxias existem no Universo, mas a Via Láctea, é apenas uma entre milhares ou talvez milhões. As três galáxias que podemos ver a olho nu são: a de Andrômeda, a Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães (que assim, como a Lua é um satélite natural da Terra, as duas últimas, são galáxias satélites do “caminho de leite”).
Contudo, mesmo com tantos estudos e descobertas ainda a serem feitos sobre as galáxias e seus componentes, duas questões que intrigam a resposta da pergunta de abertura desse texto são: distâncias enooormes e condições de vida em outros planetas.
O aparecimento de OVNIs é tão incoerente por causa dessa longa viagem que a “nave espacial” demoraria para chegar a Terra. Pensem comigo: se a estrela mais próxima da Terra, chamada Próxima Centauri, fica a uma distância de 41 trilhões de quilômetros, aproximadamente, e os vôos do projeto Apolo levaram três dias para irem até a Lua, que fica a 384.000 quilômetros de distância. Com a mesma velocidade do Apolo, seriam necessários mais de 850 mil anos para se chegar a essa estrela vizinha, ou eles chegarem aqui. Ou seja, os ETs estariam mortos ou BEM idosos, não é?! Só se existisse no planeta deles, uma fórmula de rejuvenescimento ou se até mesmo, eles fossem imortais. Já pensou? Isso é história pra um filme de ficção cientifica! Hahaha. Acho que vou virar roteirista depois dessa..
Voltando ao assunto, outro fator que dificulta a existência de vida fora da Terra é que a vida só seria possível, em outro planeta, caso diversas condições fossem supridas. Como, por exemplo: o planeta deveria ter a distância certa de seu Sol para ser aquecido corretamente. Ou então, ninguém agüentaria o calor. Além disso, também teria que ter água, oxigênio, etc. Até hoje, os astrônomos só acharam uma indicação de possível vida em um planeta em outro sistema solar. Ele orbita em torno da estrela Pégaso de nossa Via Láctea, distante 45 anos-luz de nós.
E eu me pergunto,novamente: existe vida fora da Terra? Mesmo com todas essas informações e muitas outras que não coloquei aqui no “post”, acho que existe, sim. Nem todas as galáxias foram encontradas, afinal, tratando-se de Universo, tudo é muito grande! Os cientistas ainda tem diversos mistérios para desvendar e achados a fazer. Mas tratando-se da existência de OVNIs e seres pequenos e verdes, denominados “greys” pelos ufólogos, não acredito! Ainda mais quando os mesmos fazem contatos com o exército estadounidense na Área 51 (MAIS!) ou abduzem seres humanos (MAIS!).
Desculpem-me ufólogos (que com certeza, sabem bem mais que eu); desculpe-me Igreja Católica que segue a Bíblia piamente. E segundo a mesma, a vida só é possível através de um ato criador. Mesmo que no espaço existam planetas semelhantes à Terra, lá não existiria vida se o Criador não a tivesse criado. E desculpem-me, também, pessoas que dizem ter sido abduzidas. Não acredito mesmo nesses mitos.
Já pensou se em outro planeta bem distante daqui a Internet existir? O ET pode estar lendo isso! Por favor, pronuncie-se, criatura inteligente! Hhiauhuhiuahiauh
Ontem, em uma das minhas aulas, após o professor ter dito “usufLuir” e “bRindar o vidro dos carros”, e depois de ver e ouvir diversas pérolas ortográficas, venho postar alguma delas (muito exageradas, por sinal). Afinal, o que se costuma ver, principalmente, na linguagem informal do MSN (mas que não quer dizer que precisa-se escrever errado), são palavras do tipo: AGente; coNcerteza; Oje; Orrível; para MIM fazer, para MIM dormir; ENfrente; entre outras. Além dos sempre constantes erros de concordância.
Apesar das “pRacas” abaixo serem bastante problemáticas em relação ao “portuguêIs”, em cidades do interior, onde as pessoas são menos instruídas e até mesmo nas capitais, eles aparecem com freqüência.
Não neste caso. No dia 15 de Abril de 2009, entra no palco do programa britânico, “Britain’s got talent”, do jurado cínico Simon Cowell , de” American Idol”, uma senhora de 47 anos, com aparência nem um pouco atraente, uma voz fina, falas engraçadas e um jeito único. Mas, mesmo antes que a canção escolhida (“I dreamed a dream” do musical “Os miseráveis”) fosse ouvida, Susan Boyle, uma mera voluntária de sua Igreja, foi julgada erroneamente, tanto pelos jurados, quanto pelo público que fez caras e bocas com as respostas e o jeito inusitado de Susan.
Contudo, foi na primeira frase da música que todos perceberam que a tinham julgado mal. A voz agradável, super afinada e pura da senhora, fez com que todos se impressionassem. A platéia britânica aplaudiu de pé. Muitos se emocionaram, assim como eu. E no final da melhor apresentação em três anos de existência do programa, os jurados pediram desculpas por terem desacreditado daquela mulher fofíssima de cabelos brancos, e deram o aval para que ela continuasse a mostrar sua bela voz.
Agora, a mais nova sensação do YouTube, que diz nunca ter sido beijada na boca, já tem milhões de candidatos para ganhar o seu primeiro beijo. Além de, sem sombra de dúvidas, ter sua carreira tão sonhada como cantora, com uma chance de participação especial no programa “American Idol”.
Definitivamente, não falarei sobre a raça ariana, tida como superior para Hitler no período nazista. Mas sim, sobre o signo de Áries, que tem como símbolo o Carneiro e é regido pelo Planeta Marte (Deus da Guerra na Mitologia Grega).
Resolvi falar sobre este assunto, pois eu apenas conheço as características do ariano, afinal, nasci no dia 13 de Abril e apesar de não acreditar em horóscopo, algumas qualidades e defeitos do signo, imperam sobre mim; tirando isso, não sei mais nada sobre o Carneiro. Aviso logo que o post está grande e pode parecer chato, pois comentarei sobre Astrologia, Mitologia e afins. Portanto, quem não se interessar por isso, pode parar por aqui mesmo.(!)
Enfim, pesquisei por mais de 2 horas na Internet a respeito do por que o Carneiro é o nosso animal do Zodíaco. Eis o que encontrei após revirar páginas do Google:
Na Mitologia Greco-Romana, o carneiro de pelo (não existe mais o acento de diferenciação!) dourado – o Velocino de Ouro – nasceu da união de Poseidon com a filha de um rei. O carneiro é lembrado por ter levado pelo ar os irmãos Frixo e Hele até o Helesponto (Mar de Hele). Algumas fontes dizem que o carneiro deixou cair Hele quando chegou perto da Ásia ou a mesma se assustou com o barulho das ondas e caiu do dorso do animal; outros autores dizem que Poseidon raptou a princesa – para uma união sagrada com o Deus – e que esta teria tido filhos desta união. Depois que Frixo chegou à Cólquida, sacrificou o carneiro a Zeus e pendurou a sua pele de penugem dourada no altar do templo.
Alguns autores relatam que a mãe de Frixo e Hele colocou o carneiro entre as estrelas, mas nem todos concordam com esta versão. A origem da ida dos irmãos para o Helesponto, montados no Velocino de Ouro, envolve o desentendimento entre o rei Atamas e suas esposas, Néfele e Ino, onde esta tramou contra as crianças temendo a sucessão; Néfele, para salvá-las, colocou-as sobre o carneiro e transformou-se em nuvem para ocultá-las.
Mais tarde, após os tempos de Frixo e Hele, a pelugem dourada do carneiro seria objeto da busca de Jasão e dos Argonautas, uma vez que Jasão queria recuperar o trono de Iolco que havia sido tirado pelo seu tio Pelias, ao matar seu pai. Então, o herdeiro do trono de Iolco, juntou seus destemidos amigos e viajou ao encontro do tio, no barco Argo. Após feitiços, dragões e outras coisinhas, Jasão ascendeu ao reino de Iolco e Zeus elevou o velo dourado aos céus, onde ainda hoje aparece, reluzente. A constelação Carneiro é o primeiro signo do zodíaco.
*Leia mais sobre esse mito, mesmo que seja longo, AQUIou ainda mais completo AQUI.
Outra de minhas perguntas sobre Áries, é por que diabos ele é o primeiro signo do Zodíaco, sendo que Março (mês em que os arianos começam a nascer) é o terceiro mês do ano. Então, a resposta que achei é:
” Ao organizarem o seu calendário, os babilônios, procuraram harmonizar a medida solar do tempo com a medida lunar. A posição do Sol no fundo estelar demora cerca de 365 dias a perfazer uma rotação completa, num ciclo que coincide com o ciclo das estações e que é chamado ano sideral. Ora, a Lua demora cerca de 29 dias e meio a regressar à mesma fase, num ciclo chamado lunação ou mês sinódico. Num ano solar cabem pois 12 meses lunares, embora fiquem de fora 11 dias, o que sempre constituiu uma complicação para os calendários. É esta coincidência aproximada que levou à divisão do ano em 12 meses e à criação dos 12 signos do Zodíaco.
Ao que parece, foram os babilônios os primeiros a dividir em doze partes a banda celeste por onde o Sol passa no seu movimento aparente,dando a cada uma dessas partes o nome de uma constelação, ou seja, de uma área arbitrária da esfera celeste, constituída em função de um motivo imaginado pelo desenho das estrelas.
Nesses tempos, o início da Primavera coincidia com a passagem do Sol pela constelação do Carneiro, Áries em latim, pelo que os astrônomos ainda hoje chamam ao equinócio vernal – o primeiro ponto de Áries. Mas a lenta precessão do eixo de rotação da Terra, num ciclo de cerca de 26 mil anos, faz com que o Sol já não se encontre hoje em Carneiro no início da Primavera. As pessoas agora nascidas pertencem ao signo astrológico do Carneiro. Mas o Sol encontra-se na constelação Peixes. “
Tcharam! Achei tão interessante! E devo essas informações a algum pesquisador, pois tive que copiar fielmente, todas as suas palavras, quando tratei dessa minha segunda dúvida acima.
Parabéns a quem chegou até o final!
Fica um poema escrito por Vinícius de Moraes sobre a mulher e o signo que representa:
Áries
Branca, preta ou amarela
A ariana zela.
Tem caráter dominador
Mas pode ser convencida
E aí, então, fica uma flor:
Cordata… E nada convencida.
Porque o seu denominador
É o amor.
Moda outono inverno 2010. Não sei quais são as tendências, não sei quais serão as roupas que as celebridades vão usar e desfilar por ai. Acompanho a moda apenas na vitrine das lojas, quando saio para comprar minhas roupas, que não são de marca, pois não me importo com a etiqueta que fica pregada no modelito. Importo-me, sim, em como o pedaço de pano ficará em mim. Se tudo correr bem, a roupa não estiver folgada nem apertada, não engordar e não me deixar estranha, o cartão de crédito é passado e mais uma dívida com o Banco do Brasil é contraída. Heiheiuhehue. Ultimamente está sendo assim. A “pobreza” insiste em permanecer neste corpinho. (!!)
Até gosto de ver desfiles na TV, mas não pra saber o que o mundo fashion me traz, e sim, para assistir as modelos anoréxicas (ou bulímicas) caindo do salto. Hahahaha. Que horror! Gosto de vê-las na passarela mesmo e pensar: “Nossa! Com certeza essa roupa só fica bonita nela!”. Ou seja, não preciso vomitar e parar de comer porcarias para caber naquelas marcas caríssimas que parecem valer ouro. (Amiguinho ou amiguinha, lembre-se que essa é a minha opinião! Se você gosta de se vestir com etiquetas e tem dinheiro para fazer disso um hábito, vá em frente e seja feliz! Se eu ganhasse na mega-sena, primeiro, compraria coisas mais úteis, depois viajaria o mundo, posteriormente, extravasaria os meus “reais” em muitas roupas e acessórios , não necessariamente, de grifes).
Mas, hoje, ficou mais claro pra mim que pagar absurdos num tecidinho Chanel, por exemplo, não significa nada. Se eu quiser ir a Pequim, na China, e comprar o mesmo modelo de roupa por 10 vezes menos, vou conseguir. Tudo bem que primeiramente, preciso ter dinheiro para a passagem de avião, mas ai já são outros quinhentos.
Falo isso, por causa do Silk Street Market ou Rua da Seda. O terceiro ponto turístico mais visitado da China, depois da Grande Muralha e do Museu do Palácio. Isso porque é apenas um shopping de meros 5 andares que vende todas essas grandes marcas de estilistas famosos e aquelas que não são tão caras e por isso, adquiridas com mais facilidade, como, por exemplo, Nike, Adidas e All Star. São falsificações? Sim. Pirataria é crime? Látambém é, mas mesmo assim, os chineses continuam a vender suas tralhas e os turistas as compram.
Porém, caro leitor, você deve estar pensando: “Por que esta criatura está falando que prefere comprar produtos falsificados?”. Ai é que fica a chave do segredo. Segundo o meu querido professor de Estudos de mercado e gestão de empreendimentos, projetos e produtos da comunicação (UFA!), os pequenos seres de olhinhos puxados que trabalham de 7h as 19h, nas tecelagens, com as super máquinas programadas para cortar do jeito Armani ou Gucci ou sei lá o quê, são os mesmos que permanecem após o expediente, “modelando” as roupas para vender na 25 de Março chinesa. Contudo, essas roupinhas são fabricadas sem a etiqueta dos tais estilistas. É mole ou quer mais?
Não achei nenhum site que falasse a mesma coisa que meu professor disse, encontrei apenas matérias a respeito da pirataria na Rua da Seda. Ou seja, tudo é falso e acabou. E os chineses ainda têm a cara de pau de “criar” logomarcas praticamente idênticas as já existentes, como a que segue abaixo:
Basta agora descobrir até que ponto o Silk Street Market é pura pirataria ou uma mistura de produtos falsificados e pessoas espertas que trabalham fora do horário de trabalho para vender mais barato no mercado.
Se a segunda opção estiver correta, vou começar a olhar promoções de viagem para Pequim. Hahahahaha.
Obs: Sabem o que descobri também? Os bebês chineses andam com a bunda de fora. Todas as roupas tem buracos no bumbum. Já pensou se a moda pega depois que o baby cresce? Huhiuhiuheuh
Um programa que indico aos amantes da música, seja ela de qualquer lugar e de qualquer estilo, é o SOUND. Não sei que horas exatamente ele é transmitido no Multishow, uma vez que eu sempre pego as reprises, meio sem querer. Ligo e lá estão os DJ’s da rádio BBC, Annie Mac e Nick Grimshaw mostrando bandas desconhecidas, pelo menos pra mim. Já falaram de várias que são minhas preferidas e algumas que passei a escutar e gostar, então, vale a pena conferir!
Annie e Nick
No final do programa britânico, ainda ganhamos de brinde, o show de uma das bandas que apareceram naquele dia. Este quadro se chama Live Lounge, tipo Garagem do Faustão. Heueouheouh. Mas, mesmo com a banda não sendo muito legal, como a que vi no último programa (The Whip, se não me engano), a filmagem e edição são boasss.
Fica a dica e o MySpace da apresentadora irlandesa, Annie.
Stella. Com os seus 60 e poucos anos, creio eu, a pessoa que mais me diverte no estica e puxa semanal, o Pilates. Todos os seus comentários, leia-se, TODOS, são divertidíssimos. Ela repara em seus companheiros de classe e faz um comentário sobre cada um. Nesta semana comentou da minha blusa que tinha apenas 4 palavras escritas, mas diz ela que cada hora lia uma coisa diferente (pessoinha fofa, gente!). E além do mais, ainda solta várias pérolas no meio daquele carpete verde que cobre a nossa sala.
Um certo dia, quando todos estavam concentrados em seus exercícios e um dos professores, resolveu colocar Asa de Águia para tocar, ela apenas disse: “Que música de corno!” (Ao ler o comentário, você não irá achá-lo engraçado, caro leitor, mas garanto que ao vivo, o senso de humor dela é melhor do que o meu relato.
Não é ela aqui!
Stella dança forró no meio da aula; fala de seus filhos; conta o que fez no dia anterior ou em sua viagem para os Lençóis Maranhenses (“Enquanto “ninguém conseguiu subir as dunas, eu DES-FI-LA-VA e ainda dei tchauzinho pros meus amigos. Disse que todos deveriam fazer pilates.”); sempre toma um cafezinho na hora do “intervalo”; inventa apelidos; quer fazer os exercícios que os outros fazem; “zoa” de todo mundo e o que não pode faltar: toda santa aula, ela leva suas balinhas de banana e distribui para os coleguinhas. Na última quinta-feira, deu uma no início, e outra no fim da seção alongamento. Além de tudo, Stella ainda aprende com facilidade. Solta comentários científicos sobre músculos e líquidos que os professores ensinam. Parece até que estuda na área de saúde.
Só sei que a cada aula, vejo quanto essa grande mulher já é indispensável. Peça fundamental para a alegria geral do Pilates. Quinta era o único dia em que tinha o prazer de estar ao lado dela, agora, entrei no mesmo horário de Stella, também nas terças-feiras.
Quem quiser saber mais sobre o Pilates, confira AQUI ! (Não é o local que eu faço, mas foi o site mais completo que achei).
Em 1992, ocorreu a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento , ou melhor, a ECO 92. Eu tinha somente quatro anos de idade e obviamente, quase nenhuma consciência sobre os problemas da humanidade. Já, Severn Cullis Suzuki, com seus 12 anos, estava preocupada com a situação ambiental do Planeta. E foi nessa Conferência, realizada no Rio de Janeiro, que com o dinheiro arrecadado por membros da Environmental Children’s Organization (ECO), formada por Severn, ela teve a coragem e determinação para discursar em frente a representantes governamentais de todo o mundo. Contudo, somente depois de 17 anos, o vídeo com sua forte representação composto por palavras marcantes, bem posicionadas e argumentadas, chegou ao meu alcance em meio a um turbilhão de outras informações num fim-de-semana inteligente, e causou-me um belo impacto emocional.
Nunca havia sequer ouvido falar nela e muito menos na proporção de sua ação. Talvez pelo fato de que naqueles anos, a Internet ainda não tinha se disseminado e por isso, o vídeo não foi passado a um grande contingente de pessoas por forma viral. O fato só deve ter sido divulgado em pequenas notas nos jornais da época e após alguns meses, Severn foi esquecida, assim como todo o seu discurso, uma vez que suas palavras não surtiram tantas mudanças como era necessário. Mesmo que o texto não tenha sido escrito pela menina, que hoje tem 29 anos e é uma ativista social e ambiental que luta em defesa do meio ambiente e populações carentes; mesmo com a ajuda imprescindível de seus pais (Tara Elizabeth Cullis, cientista e David Suzuki, também ativista ambiental); Severn conseguiu silenciar a todos os seus ouvintes, principalmente, os tão engajados politicamente: os representantes mundiais presentes naquele plenário.
Demorou mais de quinze anos para o vídeo chegar a mim e a outras 70 pessoas que estavam no mesmo ambiente que eu. Lógico que algumas mudanças já foram realizadas após a ECO 92, mas nada em grandes proporções. Ainda faltam muitas tarefas a serem cumpridas para que o discurso da ativista se efetive depois de tantos anos. E quanto mais demorará para as mudanças reais começarem a acontecer?
1. O fin do mudo esta xegando. O home de Deus o apostolo Ernades e a bispa Sonha avisarão. Arependãosse e venhão renacer em Cristo. Viva a Igreja Renacer´ (WTF?)
2. A fúria de Deus é demosntrada através das pestes que se deve as atrocidades cometidas pelos humanos, após as pestes serão 7 dias e 7 noites escuras, a partir dai só aquele que acredita em Deus sobreviverá.
Deus seja louvado. Amem.
3. É verdade a vinda de Jesus se aproxima.Diz em Mateus 24:7 ´ Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.Gente, isso tudo já´está acontecendo. Acautelai-vos, pensem, reflitam. Não é conto de carochinha. JESUS VEM, CREIA.
4. É por isso que Judeu, não come Porco!!!!!!!!!!!!!!! (BOOOA!)
5. Cada vez mais a humanidade vai pagando pelos seus próprios erros..
6. agora que eu descobri essa doenca eu to sempre lavando a mao e no dia que eu descobri tres pessoas da minha sala nao foram pra escola minha mae tava com muitas febre e eu tava com uum pouco de febre. A RAÇA HUMANA VAI ENTRAR EM EXTINCAO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
7. A questão é o pecado,esta pandemia vai chegar nos moldes da gripe espanhola que matou milhares de péssoas.Quando o pecado atinge proporções elevadas a humanidade perde o controle da natureza ,isto é biblico.Que DÚS tenha misericordia de nós.
8. sera que vçs não le a biblia, jesus na sua passajem a terra ja preveu a peste que viriam sobre a terra ,e essa é mais uma das outras que esta por vir,arrependei dos vossos pecados e batizai nas aguas do santo batismo e estai livre da ira futura que esta para vir sobre esta terra.
Viram quanta gente esperta tem no Brasil? Fora os erros de português, que tipo de pensamentos são esses? Tudo bem que a pessoa pode ser religiosa, mas falar dessa maneira é demais. Como se Deus tivesse previsto que haveria a gripe de um ser, que ele também criou e como se Ele quisesse que sua própria humanidade morresse por causa dos erros que já cometeu.E por acaso, se eu quiser me livrar do vírus mutante do porquinho é só me batizar nas águas do santo batismo que tudo vai voltar ao normal? Não somos culpados das epidemias acontecerem. Não são nossos pecados que as criam. (Mas isso é um assunto muito controverso, então, não entrarei mais em detalhes. Se você, leitor, acha que isso é um aviso para a chegada de Deus, sinta-se a vontade. Só estou expondo minha visão pessoal acompanhada por um lado científico , assim como você pode seguir e acreditar nas páginas da Bíblia).
Lógico que todos devem ficar em alerta para tal epidemia, e os devidos cuidados devem ser tomados, principalmente por parte da Organização Mundial de Saúde (OMC), contudo, quantas outras epidemias já não aconteceram no mundo e estamos aqui até hoje? E a respeito da AIDS, que ainda não tem cura e já matou milhões de pessoas? Veja abaixo algumas pandemias (epidemia com proporções mundiais):
1918-1919 – A gripe espanhola era extraordinariamente mortal e violenta, e quase terminou tão depressa quanto começou, desaparecendo completamente dentro de 18 meses. Em seis meses, 25 milhões de pessoas estavam mortas (algumas estimativas que esse número seja duas vezes maior). Calculou-se que 17 milhões de pessoas morreram na India, 500.000 nos Estados Unidos e 200.000 no Reino Unido.
1957- 58 – A gripe asiática, também causada pelo influenza, teve início na China, alastrou-se por diversos países da Ásia, Europa, África, Caribe e América do Norte. Morreram cerca de 1 milhão de pessoas.
1968-69 – O surto de influenza que começou na China espalhou-se por Hong Kong e deu início à pandemia batizada de Gripe de Hong Kong, que disseminou-se por outros países da Ásia, África, Europa e Estados Unidos. Morreram 700 mil pessoas.
1997 – Primeira aparição da Gripe das Aves, que infectou habitantes de Hong Kong. Para prevenir a disseminação do vírus, 1,5 milhão de frangos foram sacrificados. Das 18 pessoas infectadas, seis morreram.
2002 – Tem início na China, em novembro, a primeira epidemia do século 21, a síndrome respiratória aguda grave (Sars, na sigla em inglês) ou pneumonia asiática.
2004 – Surgem os primeiros casos de gripe aviária em humanos, em janeiro, no Vietnã.
Já pensou se houver uma gripe das vacas? Os indianos podem sumir do mapa, pois não vão querer sacrificá-las por serem sagradas. Ai, gente, é brincadeirinha, ok?
Para saber mais sobre a gripe dos porquinhos clique AQUI.
Jaqueline quer ter filhos, mas não consegue, pois seu marido, Hélio é estéril. O amigo do casal, Guido, que mora na casa ao lado, é casado e tem duas meninas, é contratado por Hélio para engravidar sua esposa. Contudo, após seis meses de tentativas semanais frustradas e depois de ter compensado com quase 6 mil reais, Guido não consegue gerar vida no ventre de Jaqueline.
Após seu trabalho “árduo”, realizam-se exames para descobrir porque Jaqueline não engravidou. Guido é estéril também. Além de ser corno. E não quer devolver o dinheiro do trabalho que não efetuou.
* A história é verídica. Apenas os nomes dos personagens foram trocados.
Sem posts por um tempo devido ao tanto de aviões que peguei por esses dias. Pessoa ocupadíssima, não? haahahha
Bem, fui em Joinville, Blumenau e Pomerode (uma cidadezinha beeeem do interior de Santa Catarina), e depois, para Curitiba. Já tinha visitado duas dessas cidades, uma há 15 anos e a outra, ano passado. Encantada com Curitiba, sempre. Muito organizada, mas com um trânsito confuso – repleto de pistas, inclusive uma exclusiva para as linhas de ônibus e pontos de parada bem bonitinhos. Além disso, existem diversos locais verdes para admirar e tirar fotos legais! :)
Uma viagem agradável em família. E por incrível que pareça, o que mais me impressionou na cidade foi um restaurante no bairro de Santa Felicidade. Com uma puta estrutura! Vários galpões enormes em que havia uma fila de espera também enorme. Ficava um cara todo engravatado num palquinho chamando os nomes das pessoas que reservavam um certo número de cadeiras. Aí uma plaquinha se levantava e quando os clientes sentavam, as bebidas eram servidas e os pratos (os mesmos para todo mundo) também. Quando a comidinha acabava, podíamos repor. E além de tudo, massas eram oferecidas de minuto em minuto. Um sistema impressionante e ótimo para engordar. hahaha
Uma coisa curiosa que me aconteceu foi o grande encontro com o prefeito de Vitória em pleno Jardim Botânico. Simpático, João nos disse e quis deixar bem claro que estava apenas caminhando no parque com sua esposa e mais 3 pessoas que não sei o grau de parentesco. Só espero que o dinheiro das passagens e dos gastos com a viagem não seja nosso.
Após saída do estado Paranaense, segui para a minha terrinha. E hoje pela manhã, vim para o Rio. Estou postando do computador da minha querida amiga, Carol! Um Mac muito pequenininho e com um teclado suuuuper macio. hahaha Quem quiser me dar um de presente, fique a vontade. Hoje só fiz programas lights, como tomar um sol em Copacabana e assistir ao filme Divã, num cimema lotado de aposentados e desempregados. hauihiauhuaa
Além do filme ser engraçado e minha barriga ter doído devido aos risos constantes e minha dor abdominal, as senhorinhas que estavam ao meu lado eram demais! Cantavam todas as músicas e uma delas escarrava o nariz em seu lençinho para melhorar a situação.
Agora tenho que me arrumar para ir ao famoso Devassa! Hoje foi mais um postzinho básico e chatinho para o blog não ficar parado por muito tempo. Tchau, diário! hauhuhah
Dia produtivo. Passeio no Rio-Sul regado por comidas boas e compras das minhas companheiras. Pessoas simpáticas. Encontros inesperados. Ligações importantes e fofocas bombásticas sobre a “Bahia”. Hahaha. Palestras e apresentações de trabalhos bem interessantes. Web 2.0 x Gossip Girl. Cibercultura. Análise do programa Pânico na TV e da novela Laços de Família. Publicidade de cerveja, Conar e Anvisa. Meios urbanos vistos na perspectiva publicitária e para completar, painel com Muniz Sodré – jornalista, sociólogo, professor,escritor (etc) – sobre educação, cultura e comunicação na Era Digital. MUITO bom! Pra quem não acreditou que eu iria mesmo nas palestras, as provas, mais elaboradas, virão nos próximos posts.
Enquanto isso, o Rio de Janeiro continua lindo, mas nublado. E sei que em Vitória o sol está demais! Depois de descer no ponto de ônibus errado na Av. Atlântica e caminhar com a blusa aberta por muitos quarteirões (coisas de Julia sem noção Zanotelli), me arrumarei para encontrar meu grande amigo na Lapa.
Estou sem paciência e tempo para escrever. Na verdade, tempo eu arranjo, mas não estou disposta a escrever sobre assuntos de grandes interesses para vocês, queridos. Sabe quando tu tem muita coisa pra falar e não sabe como fazer isso? Muito assunto bom pra contar e não sabe por onde começar? Então. É por ai que tudo vai indo. E ainda estou com a poderosa mania de falar “Tu” em vez de “Você”. Influências cariocas e sulistas. Hahaha
Então essa vai ser mais uma sessão tosca do diário do “desabafos”. Bem, queimei minha língua! Já fiz um “post” falando de como não sigo a moda e não me encontro no mundo fashion. Mas agora, de uma forma ou de outra, estou inserida nele por 6 horas diárias, sem contar com o final de semana completo. Novo trabalho. Por necessidade e opção. Atendo e tento vender para todos os tipos possíveis de clientes do mundo das marcas famosas. Se gosto? Sim. Ainda é cedo para dizer que estou apaixonada, mas tenho prazer em mostrar a coleção nova para homens, mulheres e, diga-se de passagem, gays.
Eu já sabia que o planeta era homossexual. Agora a minha maior certeza é de que é mais do que eu imaginava. E ADORO quase todos. Haha. QUASE, porque alguns querem tanto te meter a faca (só a faca!! huiehihe), como qualquer pessoa sem caráter por ai, que não da’ nem vontade de se aproximar.
Quando tiver mais disposição faço um textinho mais informativo para todos. Pra quem tiver interessado em ver a coleção de outono-inverno da FORUM, acesse: http://www.forum.com.br/inverno09/forum/
Com o objetivo de vender meu peixe, mas sem ser falsa, as roupas estão lindas! hahahaa
Roteiro bem amarrado. Personagens que poderiam dar mais de si, ainda mais quando se trata da afinidade entre Robert Langdom (Tom Hanks) e Victoria Vetra (Ayelet Zurer), que para minha surpresa(!), não formam um par romântico, e sim, um par inteligente professor-cientista. Trilha sonora boa. Cenário muito bonito e bem feito, visto que as imagens do Vaticano foram super bem criadas e tratadas. Em termos técnicos, nada a reclamar. Apenas elogios. E para uma não leitora do livro de Dan Brown, a trama foi bem desenvolvida. O nível de suspense e ação é equilibrado e o espectador realmente penetra na tela do cinema.
Para mim, as qualidades do longa superaram os defeitos até o momento em que soube do outro lado da história, ou melhor, quando me contaram como o livro é, de fato.
É claro que em qualquer adaptação, algumas cenas precisam ser retiradas, senão o filme sai com umas 4 horas de duração e olhe lá. O que é quase inviável para os padrões do cinema, mas não impossível (lembrem-se de Senhor dos Anéis e até mesmo do tão aclamado, na época, Titanic). Contudo, qual é a vantagem de cortarem personagens e mudarem alguns pontos da história verdadeira? Isso não é necessário e totalmente desagradável para o leitor de Anjos e Demônios.
Eu já fiquei indignada só em saber que o Papa do filme não é o mesmo que o do livro, assim como, a forma como o assassino Illuminati estilo serial killer morre é diferente nos dois meios e por ai vai. Contar as idéias reais do autor não é crime para nenhum roteirista de cinema e muito menos para o diretor. Alguém pode me dar um motivo do por que isso é feito?
Então, quem gosta desse gênero de filme, veja! Mas se já tiver lido o livro, fique com um pé atrás. Ah! E uma coisa que esqueci de comentar:é sempre bom ver os filmes com roteiros adaptados do Brown. Apesar das viagens do cara, abrimos a cabeça para questões religiosas a respeito da Igreja Católica e além disso, podemos fazer ótimos questionamentos sobre essa gigante Instituição x Ciência. Perguntas constantes em minha vida.
Muitos blogs já falaram sobre isto e não custa nada deixar o assunto divulgado por aqui também. Em uma reunião familiar, comentaram sobre a nova moda: ler ouvindo. (Hein???) Isto é, enquanto você está no caótico trânsito de sua cidade; faz um exercício físico, ou melhor, aparece qualquer hora vaga inteligente em sua vida, a sua oportunidade de ler sem cansar a vista também surge, em vez de ouvir sempre as mesmas músicas da rádio ou aquele seu cd que não sai do lugar. Bem, estou falando do áudio-livro (ou audiolivro, como desejarem. Achei as duas escritas).
Os audiolivros vêm gravados em formato MP3 e a maioria, pelo menos os da editora brasileira mais conhecida, Plugme (MAIS), não possuem ruídos ou qualquer coisa que agrave a “leitura”. Alguns são narrados pelos próprios autores, o que nos dá uma interpretação mais fiel daquelas tantas palavras. Se eu achasse “O menino do pijama listrado” em áudio, antes de ter adquirido o livro tradicional, não pensaria duas vezes e o compraria. Pelo menos a pessoa que estaria lendo por mim poderia sentir mais emoção com a história e talvez, eu a achasse mais agradável de ler/ouvir. Pois é, gente, o “listrado” que falei por agora se define em duas palavras: bonitinho, porém, chato! O autor repete muito as informações e não existe nenhum ápice na história. Nada interessante.
Ah! E esses audiolivros me lembraram do filme “The Reader”, em que a personagem de Kate Winslet recebe fitas e mais fitas com lindos contos gravados pelo seu namorado da adolescência. Isso porque ela amava a literatura, mas não sabia ler e estava presa por ser acusada de um crime que não cometeu.
Enfim, os audiolivros além de te distraírem nos momentos improdutivos e te darem um “a mais” quando se trata de cultura; são ótimos para quem não tem tempo suficiente para sentar em sua cadeirinha (ou deitar em sua caminha) e ler normalmente. Além disso, não tiram o prazer da “leitura”.
Quem quiser desfrutar dessa inovação textual não deixe de testar os audiolivros. Só não pode se distrair no trânsito com a história contada e bater o carro; muito menos tropeçar na esteira de uma academia lotada enquanto a personagem do livro morre. Hahhaha
Onde achá-los? Submarino ou Plugme. Boa sorte e bom livro!
“Vontade de ficar deitada nestes canteiros, sentindo nas pernas e nos braços a umidade fresca que a noite deixou na relva. Os passarinhos cantam, invisíveis entre os ramos. O chão está juncado de flores roxas pisadas. Um perfume adocicado anda no ar. O primeiro governador-geral do Brasil foi Tomé de Sousa. Mas se tivesse sido o major Nico Pombo, por acaso o sol deixaria de brilhar como agora? Existe um cabo que se chama Finisterra. Mas, se não existisse,os jacarandás não estariam floridos do mesmo jeito?”
Ganhei de aniversário. Nunca tinha lido este autor. Totalmente diferente do meu preferido. Nelson Rodrigues. Mas, já nos primeiros parágrafos, achei lindo. Erico Veríssimo. Clarissa. Narrativa devagar. Bem descritiva. Romântica. Primeiro romance de Veríssimo. 1933. Personagens de uma pensão. Vida de uma menina de 13 anos. Tão poético! Mais tempo e eu acabo. Agora, o cansaço me consome. Dormir é meu lema. Tchau!
Se todos fossem e fizessem o que ele já fez, tudo seria tão melhor…
Ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2006, Muhammad Yunus (banqueiro e economista), começou pequeno, mas pensou grande. Escreveu o livro “Banker to the poor” e criou o Banco para os pobres, ou melhor, o Banco Grameen, localizado em Bangladesh, país asiático com mais de 60% da população analfabeta.
Bandeira de Bangladesh.
Yunus quer salvar seu país da pobreza através do banco, em que é o principal acionista. Com ele, já ajudou mais de 6 milhões de pessoas, população equivalente a aproximadamente 19 cidades com o número de habitantes de Vitória. Show, né?!
O Banco Grammen é o primeiro banco mundial especializado em microcréditos. Mas o que é isso, Julia? Também fui pesquisar pra saber. É simples e claro: são empréstimos de pequeno valor, como o nome já diz, direcionados a camadas restritas da população, por meio da baixa renda ou pelo ramo de negócios.
Os microcréditos neste caso são chamados de grameencredits e se baseiam na premissa de que os pobres têm habilidades profissionais não utilizadas, ou subutilizadas. O Banco e o seu fundador, acreditam que a pobreza não é criada pelos pobres, ela é criada pelas instituições e políticas que o cercam. Para eliminar a pobreza, tudo o que temos de fazer é implementar as mudanças apropriadas nas instituições e políticas, e/ou criar novas instituições e políticas. O Grameen Bank criou uma metodologia e uma instituição para atender às necessidades financeiras dos pobres e criou condições razoáveis de acesso a crédito, capacitando os pobres, principalmente, as mulheres (que obtém o índice de maior procura) a desenvolverem suas habilidades profissionais para obter uma renda maior a cada ciclo de empréstimos.
Yunus fez da sua idéia inicial de ajudar uma mulher que vendia tamboretes de bambu e não tinha quase nenhum lucro, uma mudança enorme para os pobres em Bangladesh.
Palmas para o cara! E você? O que vai fazer para diminuir a pobreza e instaurar a paz? Prêmio Nobel da Paz 2010 vem ai! hiuhaiuhaiuah
Yunus ganhou, Madre Teresa de Calcutá, Jimmy Carter e Martin Luther King também. Agora só falta você-ê-ê. Prepare-se! rs
“Por que será que na vida tudo é diferente dos romances? Nos romances há príncipes. Na vida não há. Nos romances há fadas. Na vida não há. Nos romances os animais falam. Na vida não falam. Os namorados dos romances são sempre bonitos. O mocinho é forte, de ombros largos, valente, e está sempre disposto a morrer pela sua amada. A mocinha tem cabelos de ouro, olhos azuis e vive num castelo muito, muito lindo, com aias, pajens… o diabo! (O diabo não, credo! Deus que me perdoe!) Quando conversam, só dizem coisas bonitas. (…) Amor meu, luz dos meus olhos! Os seus olhos são dois lagos encantados onde o céu se mira como num espelho!”
Maio. Vestido branco. Ele e ela. Dez anos. Choro no altar. Mãe em prantos. Padre velho com seus 70 anos, diz: “pode beijar a noiva”. Pronto! Enfim, unidos para sempre! Sempre? Quem sabe! Daqui a pouco, enfim, sós. Ou como ele, um sempre gentleman, diz: “enfim, juntos”. Uma praia. Ipanema. Verão em alta. Lotação no Posto 9, o point dos famosos. Cervejinha gelada, futebol e boa ondas. Aquelas ondas! Ele surfista, olhos castanhos, cabelo preto encaracolado. Ai, que cachos! Os cachos que a encantam. Sai do mar. Prancha no braço. Ela olha. Olha mais. Ele olha. Toda sem graça, ela ri. Linda! Pequena, loirinha com olhos cheios de brilho. Biquíni amarelo, canga rosa. Gosta de cor. Gosta de vida.
“Estava à toa na vida/O meu amor me chamou/Pra ver a banda passar/Cantando coisas de amor”. Chico nos ouvidos. Chico nos pés. Primeiro beijo. Ele suspira. Apaixona-se. Sim, mais um beijo. Daí pra frente: conversas, amigos, roupa suja, tapas, perfumes, presentes, jantares, horas, gritos, sussurros, areia, vasos quebrados, bossa nova, filme, calor, cobertor, ele, ela.
Lingerie especial. Pétalas de rosas. Felicidade estampada no rosto e nos lençóis. Filhos. A primeira menina. Gordinha e do tamanho de um botão, leva o papai no bolso e a mamãe no coração. Dois anos. Mais uma. Mais anos. O amor flui. Constante e belo. Cheio dele e dela. Sempre?
Assim devia ser. Tão simples. Tão duradouro. Tão amor. Voltamos à pergunta da pequena Clarissa de Veríssimo, no começo. E o mesmo Chico do primeiro beijo, responde:
Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar
E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos
Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização
Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você
Mais uma noite sem sono e estava eu em frente à TV, minha quase nunca amiguinha da madruga. Mas, neste dia, foi uma exceção que rendeu o post de hoje.
Depois de 25 anos, a banda que foi precursora do rock nacional está de volta: Bliiitz! Ok. Essa notícia não é tão nova. Um cd com os hits que mais fizeram sucesso nos anos 80 e algumas regravações de bandas como Paralamas e Titãs, assim como uma biografia escrita pelo apresentador do programa Vitrine (TV Cultura) – Rodrigo Fernandes, já foram lançados.
Agora, a banda grava novas músicas, sem perder o estilo descontraído e divertido de anos atrás. Evandro Mesquita ainda tem seu charme carioca e sua voz de galanteador rouco. Hahaha. As meninas com vozes sexys também continuam a dar o ar da graça. As conversinhas durante as canções que em sua maioria, falam de relacionamentos, ainda predominam. E é daí por diante. Blitz não perde o seu glamour!
“Hey Betty, vamos tomar um grapette?”
Para os fãs saudosistas e para a nova linhagem de fãs que pode surgir, fica um vídeo inédito da banda que achei na videoteca YouTube:
Na aula de Direção de Arte, tínhamos que recriar a capa de um cd que gostávamos. Levei o encarte de “X&Y” da banda Coldplay, que muitos já devem saber estar no topo de meu gosto musical. Apesar deste cd ser dramático demais, adoro as letras e não tenho muito do que reclamar. A capa do álbum era a coisa que mais me incomodava e eu nunca tinha parado pra pensar no significado daquilo.
Afinal, o que esses retângulos/quadrados coloridos querem dizer? Tentei enxergar um X e um Y, mas minha imaginação não foi suficiente. Então, abri o amigo de todos os internautas do mundo,o famoso Google, e TCHARAM!! Eis que encontro a explicação!
Essa figura é um código para decifrarmos. No meio do encarte tem o que cada letra, número e signo representam de acordo com as cores e formatos dos desenhozinhos, mas a sonsinha aqui nunca tinha visto! O tal código se chama Baudot. Criado pelo francês, Jean Maurice Émile Baudot, em 1871, para a perfuração e leitura da fita de papel para utilização em sistemas telegráficos. (!!) E o código Morse serviu também, para aperfeiçoar o Baudot.
A mensagem secreta da capa do cd é…. que rufem os tambores!!…. 1…2…….3……….4………….5……………….
X&Y!
Quanta criatividade!!! Mas pelo menos tudo se fez num código suuuper secreto! E a contracapa conta com outra mensagem, só que dessa vez, mais interessante e mais trabalhosa para os leigos fãs da banda descobrirem:
Make trade fair!
Legal, né? Bem, eu achei. Se você não achou… whateveeeeeer!
Um dia ele chega! Um dia ele repara. Pega carona pra me acompanhar. Cai na real, cai de cara. Dá de cara com a vida. Sofrida? Já era! Não se livra. Dá um tempo. Com a vida dela. Sai da vida dela. Já é hora. De brincar? Talvez. Mas, dessa vez, de inovar.
Vamos mudar, meu camarada? Deixa disso. Deixa dela. Deixa vir à moça. A outra. Abre essa janela. Veja através dela. O que te espera. Feito pra mim, bom pra você. Deixa mudar e confundir!
Ou então, esquece. Fique com as cicatrizes. Crises e raízes. Acabou seu tempo. Eu hoje vou pro lado de lá.
…ndo…………….do……………………….o…………………………………………………………………
Adeus você. Cansei de tentar. Eu quero paz. Quero dançar com outro par, pra variar, amor.
Classic, volume 4, 6h30min. Soneca.
Mais cinco minutos. Água pra todos os lados. Roupa qualquer.
Embreagem emperrada. Marcha errada. Carro imundo.
Sai fora sinal vermelho. Não te quero! Vozes que entram e saem dos meus ouvidos.
Sou um zumbi. Um zumbi que mexe no cabelo, impacientemente. “Julia? O que quer dizer…” –“Ai, professor…”. Acorda e presta atenção.
Menos um. “Bonjour!” E ainda tem mais uma agora. Fala errado, aprende, erra de novo.
Água, sabão, toalha. Tudo preto. Digo, as roupas. Perna preta, pé preto, peito preto. O peito do pé de Julia é preto.(?)
Biiii-biiiiiiii!!! Ufa, foi por pouco! Vagas? Nada. Anda até a Jurema.
Passos rápidos para a entrada principal. Cheguei. Mais 6 horas.
Boa tarde, tudo bem? Mais baixa, mais alta … escura, clara? 40? Um minutinho. Dieeeeeeego!
Joga todos os modelos…
Prova, vira, mexe. Espelho de frente, costas, tudo. Ah, não gostei. Ou, faz bainha e pronto!
Perfeito.
Salto alto. Luz forte. Tuntz, tuntz, tuntz, tuntz. Ai, meu pé.
Dieeeeego! Dieeeeeeego… Diegoooo… Sobe desce escada. Muda, troca. “Pode deixar, vou voltar”. Aham, sei.
Entra – sai – entra – prova- sai- compra – entra – prova- ciclo.
22h. Pega o ferro. Quase no fim.
Oi, mãe! Fecha a porta. E ai?
Todo dia ela faz tudo sempre igual. Quase. E segue a roda viva.
Hoje o sono bateu de um jeito surpreendente! Fim de semana passou e eu nem vi. Minha cama também não me viu direito. Mais um dia de aulas e trabalho e meus olhos quase fecharam de tanto cansaço. Tudo isso em plena segunda-feira!
Eis que tenho a grande idéia de tomar aquele cafezinho. Fui ao “Rei do Mate”, não pedi o Matieeeeeeeeee geladinho que passa de 30 em 30 segundos na Praia de Ipanema, mas sim, o tal “expressão”!
Oi, um duplo e um pão de queijo pra completar, por favor. Cinco reais e dez minutos depois, minhas pálpebras resolveram acordar junto ao meu corpo cheio de dores e meio mole devido ao resfriado proporcionado pelos 18 graus das noites mal dormidas. Tudo certo, então. O café salvou a pátria. Ou melhor, parte do dia.
Obs: A cafeína possui efeitos comprovados, dentre eles: aumenta o rendimento físico de atletas; aumenta o rendimento em exercício exaustivo e prolongado; reduz a fadiga e aumenta a concentração e estado de alerta.
E olhem o mais interessante: café não é recomendado na pirâmide de alimentação, segundo professor de Harvard. Devemos consumir uma pequena dose de álcool! Hahaha. Leia MAIS!
Após saber que meu pai relata histórias de sua infância em um caderno, descobri apenas hoje, que meu irmão, futuro arquiteto e aspirante a jornalista, também tem um blog! Tá seguindo os passos da caçula, né? hahaha
Ei, sabe quando você acha que algo está faltando? Finalmente, eu cheguei a essa conclusão. Sei que falta algo. Ou alguém. Não sei onde achar, nem onde procurar. Não sei se vai melhorar. Ou se vou ignorar. Não sei se vou aceitar e se “isso” vai resolver a minha falta de ter.
Volta e meio passo na locadora para pegar algum desenho animado. Clássicos da Disney que não canso de ver. A Bela e a Fera; Cinderela e todas as outras princesas e seus contos regados de músicas, danças e romance, é claro.
“Tiana é uma jovem africana que vive em um encantador bairro francês na lendária cidade de Nova Orleans, berço do jazz. Do coração dos místicos pântanos da Louisiana e às margens do poderoso rio Mississipi chega uma história de amor inesquecível, com a participação de um crocodilo cantor, com toques de vudu e os encantos da cultura Cajun.”
Depois de anos, a Walt Disney resolve lançar um clássico das historias infantis, o beijo do sapo e da princesa, mas dessa vez, com seu vestido exuberante, sua voz fina e delicada e sua beleza radiante, a princesa é negra. Fiquei bastante feliz com essa novidade. Não apenas pelo fato de existir a primeira princesa negra, mas porque já tinha cansado dos filmes com bichinhos que fugiam do zoológico ou simplesmente, bichos que lutam, dançam, e blábláblá.
Para os fãs do fantástico mundo da Disney, aguardem até Dezembro para a estréia! Enquanto isso confiram o trailer AQUI!
Não sei se quero ou não quero. Se posso ou não posso. Se fico ou não fico. Se grito, se choro, se amo, se caio, se me perco, se pulo, se deixo… Eu não sei se. Eu não sei. Ou isso ou aquilo. Tudo eu. No meio de tantos “ses” e interrogações, passam-se os dias. E minha única certeza é a de seguir sem medo. Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar.
Enquanto Luiz lava o carro, Gabriela compra uma casa. Laís descobre que esta grávida após tanto tentar. Beatriz sofre um acidente. Hélio perde a mãe. Marcela fica nua. Bruno ouve Frank Sinatra. Pedro pega um vôo para seu novo lar. Geraldo assiste ao jogo do Botafogo na TV. Milena leva um fora do namorado. Cristiano se fura com um prego na construção.
Enquanto Juliana vai ao cinema, Viviane passa chapinha no cabelo. Oscar sofre um ataque cardíaco. Helena faz uma ligação para o pai que mora longe. Vanessa vomita no banheiro para perder peso. Felipe ganha na loteria. Tadeu é mandado embora do emprego. Joana passa num concurso. Ciro cheira cocaína. Horácio é mordido pelo próprio cão.
Enquanto Lourdes compra o pão na padaria da esquina, Carlos sente dores no peito. Luana corta o cabelo. Sheila estala os dedos. Irene se queima na cozinha. Tatiana vai pra academia. Noêmia faz amor com o marido. Renato rouba a bolsa de uma senhora. Eliana briga com sua irmã. Ricardo assume sua sexualidade. Joana compra uma passagem para Milão.
Tantas reações. Tantas descobertas, desafios, renovações. Tantos personagens diferentes em um só lugar. Tudo ao mesmo tempo. Cada um tentar traçar seu destino. E de repente… O mundo não para. Dias sim, dias não. Sobrevivência sem arranhões (?) É… O tempo não para.
Quem quer data mais comercial que dia dos namorados levanta a mão!! Dias das mães, dia dos pais, dia de sei lá o que. OK. Tudo se resume a vender. Mas pelo menos as outras datas comemorativas com troca de presentes têm uma origem mais interessante e significativa do que o 12 de Junho.
O Valentine`s Day começou a ser comemorado nos EUA, no Canadá (…) em homenagem ao São Valentim. Quem? Pois é, leitores, de acordo com a Igreja Católica existem 3 santos com o mesmo nome e todos esses são homenageados no mesmo dia, 14 de fevereiro (data no estrangeiro). A Igreja parou de celebrar a comemoração do dia de Valentim em 1969 por achar que esses diferentes casos careciam de dados históricos de valor. Mas, duas lendas a respeito da origem do dia dos pombinhos cresceram nas mentes do povão: a primeira trata de um sacerdote que foi morto pelo Imperador, pois se apaixonou pela filha de um de seus carcereiros e enviava cartas “in love” para a pequena donzela, assinadas pelo nome “teu Valentim”; a segunda diz que o santo foi condenado a morte porque celebrava casamentos, os quais eram proibidos pela Instituição Católica.
Enfim, ninguém sabe quem foi São Valentim. Muito menos aqui no Brasil em que copiamos a tal data porque ficamos com invejinha de dar presentes ou trocar declarações de amor via cartas. rs Aqui, dizem que o publicitário (viva!) João Dória, criou uma campanha para a extinta loja Clipper para incentivar as compras no mês de Junho, marcado por prejuízos no caixa do comércio. O slogan da campanha era: “Não é só de beijos que se prova o amor”. E assim, a segunda data em que mais se vende no país, foi oficializada. Agora, nós, consumidores ativos, incentivados pela publicidade, ainda celebramos este dia em 12 de Junho, pois afinal, dia 13 é dia de Santo Antônio… aquele com fama de casar mocinhas e mocinhos.
Pra você, querida leitora, que está triste pois não tem um namorado pra presentear, pense na economia!! Mas se mesmo assim não estiver satisfeita, mas sim, disposta a gastar uns reais com um novo amor, veja este vídeo! Tenho certeza que sua opinião vai mudar. Ou talvez eu até te ajude a solucionar sua carência (basta mandar um scrap pra esta pessoa irreverente). Mas o que tenho certeza é que ao ver o vídeo TODO, enviado por e-mail por uma amiga engraçada encalhada (assim seja), boas risadas lhe serão proporcionadas!
Atualmente, meu convívio com os gays aumentou bruscamente. Todo dia aprendo palavras do dicionário colorido (Aurélia!! Sim, isso mesmo!), ouço novas reclamações e criticas (sobre os relacionamentos gays). E esse final de semana foi super gay! No melhor sentido possível!
Vi o filme Milk, do diretor Gus Van Sant que fala de Harvey Milk , o primeiro homossexual a assumir um cargo público no estado da Califórnia – EUA, mais especificamente em São Francisco, cidade marcada, devido a esta época de Milk, por ser o centro da luta pelos direitos dos homossexuais. Nota 10 pro longa, que tem atores muito bons, um roteiro e fotografia excelentes!
Além do filme, ao acessar a Internet, me deparei com as fotos da parada gay em São Paulo. Mais de 3 milhões de LGBTTTs - lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, transgêneros e simpatizantes – unidos no centro da maior cidade do Brasil. Sensacional, não? E nos tempos de hoje, é possível ver essa reunião de pessoas a favor de uma causa e mostrando serem como são exatamente por causa da (também) revolução feita por Milk (“Saiam do armário!”)
Muitos ainda têm preconceitos e vivem num mundo jurássico, mas de acordo com o meu positivismo, tudo vai melhorar. Agora, eu só tenho uma certeza, a maior de todas por sinal, e já comentei dela por aqui: o mundo é um arco-íris!
O que eu acho mais magnífico na vida são as mudanças. De cor, cabelo, tempo, humor, gostos, desejos, tamanhos, pensamentos, e ideais. Esses últimos mudam de acordo com a nossa adaptação e criação de um universo próprio e, principalmente, da nossa idade.
Quanto mais anos ganhamos, mais queremos concretizar algo novo e alcançar os objetivos almejados. Aos 5 anos, sonhamos em ter uma profissão. Aos 10, essa profissão muda (ou não). No meu caso, de empregada doméstica, passei a querer ser dentista. Aos 15, já queria ser psicóloga ou que tal arquiteta? Aos 17 tive que tomar a decisão e entre tantas opções, escolhi Publicidade. Se me perguntarem como cheguei a essa conclusão, não me lembro mais. Enfim, depois de quase 4 anos e uma monografia prestes a ser escrita, surge a grande pergunta (que nunca parou/deixou de ser feita durante o curso) – era isso mesmo?
Tenho certeza que a área eu acertei. Comunicação é meu ponto forte. Mas as mudanças dos meus ideais continuam. Agora, em vez de querer ter um canudo, quero o complemento dele. Quero um local de sustentação. O sonho de ser uma profissional torna-se maior. O xis da questão daqui pra frente são as buscas para a real efetivação desse sonho. Ou seja, um trabalho. O fim da faculdade, ao mesmo tempo em que traz o alívio, traz o desespero de não concretizar o que você almejou por quatro anos (ou uma vida). E sem sombra de dúvidas (e com lágrimas escorrendo pelo meu rosto borrado de maquiagem), a graduação traz a saudade de cada rosto amigo que compartilhou momentos bons e ruins nos Cemunis, ICs e outros lugares da nossa tão mal administrada (mas amada), universidade.
Hoje faz uma semana que MJ se foi. O rei do pop, a lenda! Sim, isso todo mundo já ta cansado de ouvir e ver nos meios midiáticos. Não se pode negar a força que ele tinha profissionalmente. Mas suas épocas mais marcantes foram quando cantava com sua família no Jacksons Five e posteriormente, a década de 90, marcada por faixas como “Thriller”, “Billie Jean”, “The man in the mirror” e tantas outras canções imortalizadas.
Contudo, apesar de tanto brilho acerca de sua carreira, a sua vida pessoal não pôde contar com tantas boas lembranças. Dormir com crianças; tentar jogar seu filho mais novo da sacada de um hotel; fazer plásticas e mais plásticas para o alcance de algo que ele achava perfeito, etc. Se todos esses fatos são verdadeiros ou não, quem sou eu para falar e julgar. Mas o super bombardeio que a mídia fazia em torno dessas questões era demais. E na minha opinião, isso acabava prejudicando mais a mente, já perturbada pela sua infância, do grande Michael. Grande nas ações humanitárias, nas composições, nos passos de dança. O cantor que amava a todos, como ele mesmo não cansava de dizer. E era impressionante como gostava de ouvir seus fãs clamando o seu nome. Talvez pela necessidade que sempre teve de ser amado e admirado.
É claro que fiquei chocada com algumas declarações do artista, como: “só fiz duas plásticas; os negros são pessoas de várias cores; eu carregava bonecas pela casa antes de ter meus filhos”… Mas como já disse, são pensamentos e ações que com certeza tem a ver com os seus antigos traumas que foram potencializados durante sua vida. Vida de glórias e tragédias que nunca será esquecida pelo mundo.
Michael Jackson já foi eternizado: o homem, o artista, o rei. Suas transformações físicas, comportamentos estranhos, especulações de sua vida pessoal nada são quando comparadasà sua genialidade musical.
Rosto inchado e ressaca aflorada. Foram tantas tequilas no dia anterior que Ana nem lembra mais quem é. Pelo menoxx dormi em casa, pensa. Espreguiça-se de um lado e de outro. Deita de novo. Maixx cinco minutos, ah não! Maixx deixx! Lembra que é sábado e não precisa levantar tão cedo.
Toma um bom banho gelado, se olha no espelho e assusta-se com a espinha que nasceu de uma hora pra outra em sua pele clara e lisa. Nada que uma boa maquiagem não resolva, não é mexxmo? Ana se arruma, toma um tylenol e liga pra Letícia. Amiga, te encontro em 20 minutoxx no poxxto 10.
Ana come alguma coisa e sai de seu apartamento, em frente, bem em frente à praia de Ipanema. Bebe uma água de coco enquanto espera Letícia, que chega rapidamente. Moço, me dá duaxx cadeiraxx e uma sombrinha?
As amigas sentam e olham. Olham as bolas de futebol que voam no céu. Olham as bolas de frescobol que caem na água. Encontram os colegas de turma. Ai, você viu? A Mariana tá com o mexxmo biquíni do fim-de-semana passado! E o Felipe tá ficando com a Paula? Credo!
Olham os brincos mal feitos de um argentino hippie e a sujeira de suas unhas. Olham os pombos. E quantos pombos!
Fique embaixo da sombrinha, Ana – diz Letícia, após reclamação da amiga de que a cabeça não parava de doer. Elas fofocam. Falam mal de todo mundo que passa. Nossa, que menina gorda! Como ela tem coragem de vir pro poxxxto 10? E o cabelo da Denise? Que ridículo! Não sei como o Renato tem coragem de namorá-la!
Entre pontos, vírgulas, exclamações, dores de cabeça e “xis”, as duas não param. Não param de olhar o que se deve deixar de lado; de comentar o que deve ser ignorado.
“Destino, por que fazes assim, tenha pena de mim
Eu também não mereço sofrer..
Quero apenas um dia poder, viver num mar de felicidade…”
Caraca, o Exaltasamba foi minha inspiração pra reescrever aqui. Heieuheiuhe Mas então, acho que de tanto que eu vi sobre “Jack, o seu destino é voltar pra ilha” (siiim, estou falando do seriado LOST), acordei cantando Exalta (ta no coração!) e estou aqui pra falar sobre … tan tan tan tannnnnn – O DESTINO.
E sim, acredito que as coisas acontecem por um motivo e seguem por outro. Acabam, começam, nascem, morrem. Tudo tem sua hora. Nada é por acaso. E muitas outras frases famosas por ai.
Porém, ao contrário de muitos, concordo que o destino é traçado por nós. Nós definimos a nossa linha de vida: traçando metas; agindo de determinadas formas; realizando ou não certas ações; etc. As coisas não caminham por si sós. Temos que dar sempre aquele empurrãozinho, mesmo sem saber e/ou perceber, e procurar entender e ver o lado bom de tudo o que nos acontece. Se você não foi selecionado pra alguma vaga (me encaixo aqui), quem sabe não tem uma vaga melhor a caminho? Ou se você não saiu de casa naquela hora porque o telefone tocou, mas ao pisar na rua, encontrou com um amigo que não via há muito tempo? E assim por diante…
Enfim, nós somos arquitetos do nosso destino, como alguém disse em alguma hora, em algum dia e em algum lugar.
Há mais de uma semana apareceu a seguinte mensagem em meu celular: erro no chip, favor procurar fornecedor. Hein? Tirei e coloquei o chip umas trocentas vezes e nada. Ainda estava na esperança daquela mensagem sumir e meu celular voltar ao normal. Passados dois dias, fui até a loja da Claro e dei a sorte de ser atendida pelo mesmo funcionário que tinha me vendido o aparelho (só o aparelho!) há um mês, e que por sinal, demorei quase que uma eternidade pra escolher, por isso, no mesmo instante, o cara lembrou de mim.
Descobri, então, que minha conta existente há bem mais de 1 ano, tinha sido cancelada. Mas por quais motivos? Nenhum! A Claro simplesmente errou. Disse que constava no sistema que meu celular não era de chip e sim, da velha tecnologia (esqueci o nome), que não estava mais funcionando. Maaass… o meu chip existe desde abril de 2008! Ok..
O atendente da loja ligou pra central de atendimento da Claro e tentamos solucionar o problema. Depois de 2 horas de musiquinhas de espera, “aguarde só um minuto”, “vou transferi r sua ligação”, etc; a última menininha da central disse pra eu aguardar 48h para tudo ser resolvido. Minha reação não foi das melhores quando ela me falou essa novidade, mas, esperei. Tanto é que depois de algumas horas, outra funcionária da Claro, que me parecia saber de alguma coisa, ligou e disse que naquele mesmo dia, meu celular ia voltar a viver. Isso porque, a mensagem já tinha sumido, mas transformaram meu plano em pré-pago. Coisa que ele nunca foi.
E adivinhem? Essa mulher sumiu do mapa e não resolveu nada. Assim, ontem à tarde, liguei pra central de novo e após ser transferida milhares de vezes, disseram que meu problema já tinha sido encaminhado e que estaria sendo resolvido em 24h. Ahaaam.. já ouvi essa história. Pois bem, às 24h passaram e o celular continua apenas recebendo ligações. Se eu bater o carro e precisar falar com minha mãe, por exemplo, vai ter que rolar um “após o sinal, diga seu nome e a cidade de onde está falando”. Isso pra não falar de situações piores que podem ocorrer.
Agora, vou até a loja da Claro de novo e ver o que pode AINDA ser feito. Mas mesmo assim, como eu já tinha ameaçado desde a primeira vez que reclamei, o código de defesa do consumidor vai entrar em ação! Como já entrou tantas vezes por tantas outras pessoas, uma vez que a Claro é a segunda colocada em reclamações no Procon. Lindo, não? (olhem ainda o que achei: http://www.reclameaqui.com.br)
Não sei como uma empresa desse porte tem tanto descaso com os clientes. Mas vamos ver até onde esse descaso vai. E o pior de tudo, é que mesmo mudando de operadora, posso, assim como você, ser vítima de mais dezenas de problemas.
São exatamente 1:28h e acabo de levantar da cama para escrever. Tenho insights a noite. No momento em que deito a cabeça no travesseiro e fecho os olhos, as idéias pulam. Só que dessa vez, não esperei o sono vir fazendo com que elas sumissem e só fossem escritas hoje, mais tarde. Mesmo porque daqui a pouco elas já vão estar um tanto quanto misturadas e confusas.
Tentei lembrar o meu sonho durante todo o dia. Aliás,todos, digo, TODOS os meus sonhos, são espetaculares. Consegui lembrar uma parte dele só agora, na hora da ferveção de idéias. Interessante… no mínimo. Mas o sonho da noite passada não vem ao caso. Quem vem é o sonho de agora.
Os filmes, comédias românticas, os quais choro sempre (pode saber que se eu tiver me mexendo muito na cadeira/sofá, é certeza de que estou me controlando para não inundar o ambiente), são perfeitos. Nos dois que vi hoje, “A proposta” e “Três vezes amor” (por sinal, os dois tem o mesmo ator: Ryan Reynolds), têm reviravoltas; coisas quase que surpreendentes, mas tudo sempre acaba bem. O roteiro já é escrito pensando num final feliz (se não fosse assim, não seria comédia romântica e nem sucesso de bilheteria). Os personagens sempre conseguem o que querem. Se é pra April ficar com o Will mesmo depois dele ter sido casado por 8 anos; ou se é pra Margareth casar com o Andrew, de um jeito ou de outro; isso vai acontecer.
Tá bom. Mas eu tava falando de sonho… fazer perguntas. Pronto. Esse é meu sonho. Perguntas para somente duas pessoas (até agora). Preciso saber o porquê das coisas terem saído do roteiro. Bem, até que elas poderiam sim ter saído, mas não de forma tão brusca e desgastante. Quero, um dia, a oportunidade de sentar com elas, uma de cada vez, para perguntar. Parece que isso é fácil, né? (oo mongol.. porque você não faz isso agora?). Também já me questionei sobre a mesma coisa, mas achei a resposta. Não está na hora!
As pessoas não estão prontas pra escutar. Eu não estou pronta pra perguntar. Tenho quase certeza que durante a conversa, as coisas vão desandar. A vai ficar nervosa e me julgar; B vai viajar e talvez, nem me ouvir. Sei que as reações vão ser assim. Por isso, daqui há algum tempo, quem sabe, quando eu, A e B, estivermos satisfeitos com nossas vidas, possamos ver o que não deu. Ou melhor, eu posso ver o que não deu. Até lá, talvez nem queira mais fazer essas perguntas, pois todas as minhas dúvidas já vão ter sido sanadas. Mas pelo menos um reencontro,tipo aqueles de comédia romântica (após 5 anos sem notícias um do outro, os dois se encontram no Central Park e tornam-se amigos, riem do que aconteceu e tchau/ou chuac – bela onomatopéia!rs), tem que ter! Pois é ai que as perguntas serão feitas! E não num momento sem sentido.
Às vezes eu queria que meu caminho seguisse como o de um filme. Pra tudo dar certinho, sempre. Mas é até mais emocionante quando dá tuuudo errado. Ou, a gente pensa que é errado, só que é certo. Sacou? Bem, só daqui há algum tempo vou saber se foi ou não certo. Enquanto isso, guardarei minhas perguntas sem procurar respostas. E vou poupá-los de ler minhas maluquices por aqui. Deixa eu voltar pro meu sono… 2:30h!
Certo dia, uma menina com apenas 14 anos, Bianca, entrou na loja e perguntou se havia um vestido de festa para a outra garota que a acompanhava, Luana. Contudo, o vestido não podia ser preto, pois a primeira roupa que ela iria usar na sua grande festa de 15 anos, já era dessa cor. Enquanto Luana, intitulada como melhor amiga, provava alguns modelitos, Bianca, vestida com o uniforme do colégio, e com um sorriso de orelha a orelha, contava-me sobre a festa.
Sabe aquele filme, “Bonequinha de luxo”? Hummm… sei, mas nunca o vi. Pois então, é o meu preferido! E o tema da festa vai ser esse! Meus dois vestidos, o da recepção e o da valsa serão iguais aos que a “bonequinha” usou: o preto e o rosa! Ah, que legal, Bianca! …. Vamos lá no provador ver como a Luana está ficando?
Lógico que a conversa não foi só essa e que eu não fiquei tão desinteressada (senão não estaria falando sobre tal assunto), mas basicamente, foi o que aconteceu. E eu não conseguia parar de pensar no filme que a menina tinha me dito. Gosto tanto de cinema, ainda mais de clássicos, e nunca tinha sequer pensado em vê-lo.
Passaram-se dias e, às vezes, o filme vinha a minha cabeça. Anteontem, em uma sessão extensa de longas no Telecine, me deparo com uma cena de algum dos dez filmes que assisti nesta semana: um personagem triste estava deitado no sofá vendo nada mais, nada menos do que Breakfast at Tiffany’s. Pensei, putz! Bela tradução do nome do filme, hein?!
Mas a melhor parte foi que hoje, quando já me encontrava estressada devido ao fato de não ter NADA pra fazer, apertei o 6 e o 5 do controle remoto, cai no Telecine Cult e lá estava … um cara falando sobre … Três minutos depois, Audrey Hepburn surge na tela, em frente à vitrine da Tiffany & Co. , com seu vestido exuberante e o Wayfarer da Ray Ban (o óculos que voltou com tudo em 2009. Eduardo Bravin que o diga! rs)
Wayfarer da Ray Ban e Hepburn, na cena em que falei
Ai, gente, que emoção! E que mulher linda! Ai sim que eu fui entender o porquê do nome original do filme (loja de jóias, café-da-manhã, pããã e tal) e que fui ver o encanto que aquela menina, prestes a fazer 15 anos, tinha visto em um filme de 1961.
Audrey está brilhante no papel criado pelo escritor Truman Capote (surpresa, pra mim). Papel esse, que foi amaciado para poder ir às telas de cinema, ainda mais daquela época. Afinal, Holly, no livro, era bissexual, já no filme era uma garota de programa de luxo que sonhava em achar um homem milionário para tornar-se seu marido. Porém, ela acaba se apaixonando por seu recente vizinho e a partir desse romance, o roteiro é amarrado.
Tamanha foi a interpretação de Audrey, que em poucos momentos eu lembrei que Holly era uma garota de programa. Nas palavras de Rodrigo Cunha, as quais não pude traduzir melhor: “…pelo olhar ingênuo que Hepburn concede à personagem ela torna-se extremamente dócil e sonhadora. Nunca vemos com maldade o que ela quer fazer, pelo contrário, simpatizamo-nos imediatamente com seu jeitinho e com seus sonhos.”
Foi assim que nasceu minha admiração pelo filme (inclui-se aqui também, a música Moon River) e principalmente, pela “bonequinha” (atriz e personagem). Não sei quais foram os motivos que Bianca teve para colocá-lo no ranking de seu filme preferido, mas foram suficientes para organizar sua sonhada festa.
Ah, Luana… que pena que nenhum vestido ficou bom. Mas qualquer coisa que precisarem, voltem aqui! Feliz aniversário, Bianca! E boa festa!
Disse o piloto em sua fala irreverente de boas vindas ao vôo da Trip. E assim começou mais uma viagem.
Confesso que estava com medo de voar numa aeronave menor, mas depois do post de uma também capixaba que me mandaram, tudo ficou mais tranqüilo. Aliás, o serviço de bordo dá de mil a zero nas outras companhias. Uma estrelinha pra Trip! :)
sky
Chegamos, eu e uma amiga, a antiga terra do cacau e de Jorge Amado (tudo lá é Gabriela: a rádio, a farmácia, a padaria, a rua, o aeroporto, o bar, etc), para irmos mais pro interior, em Itabuna, onde vive parte da família baiana. Foram quatro dias de baralho; casa da vovó; primaiada junta; “Mulher Invisível” – que me decepcionou; outros filmes ruins; menina de cinco anos atentada (bixo, minha prima cansa mais que fazer triatlo. Tudo bem que eu nunca fiz neh… hauihuaha.. mas foi a primeira coisa que pensei), festa de criança regada de doces com direito a “vamos brincar de índio..” e bonecos enormes da turma da Mônica; e muitas, mas muitas horas de “por**, não tem nada pra fazer!”.
Mas enfim chegou o dia de pegar o busão que para 3947209 vezes na estrada e irmos pra Itacaré, mais uma vez. De novo, de novo e de novo, porque o lugar é lindo, tranquilo e cheio de gente legaaaal. rs
“Andeeei só pela noite… cantei um reggae com os cachorros da rua”. Hahahaha Natiruts mandou bem quando fez essa música! Haiuiuaiuha Total cara da cidade, aonde os cachorros dominam! Aliás, os gringos, os rastas e os cachorros, super mansos.
Em uma pousada baratinha (mais) e cheia de graça na rua principal (rua da Pituba – ou Pedro Longo) ficamos por mais quatro dias, na nossa queridíssima Itacaré, que com seu tempo de nuvens e sol, continuava deslumbrante. Pra quem curte a natureza, boas ondas, um forrozinho e calmaria, IT’S THE PLACE. Heuheueh.. brega!
Saindo da rua da Pituba, anda-se uns 7 minutos até chegar a primeira praia (bonita) da cidade: a praia de Resende. Passa-se por um mínimo caminho de pedras e chega-se a Tiririca. Mais pedras e logo se chega a praia da Costa. Lógico que podemos fazer o outro caminho, das ladeiras de paralelepípedo, mas desbravar as rochas é bem mais interessante (uhul!). E depois dessa, que não é a de Vila Velha, anda-se um tiquinho de nada e chega-se a Ribeira.
Bem, das quatro praias, pra mim, Resende é pra dormir; Tiririca pra ver as pranchas; Costa pra passar direto; e Ribeira pra sentar com a família e comer, já que é a praia com melhor estrutura. As outras têm uma barraquinha aqui e ali e vários vendedores ambulantes. É queijo, tatuagem, colar, brinco, tapioca, amendoim, etc.
Resende
Ribeira
Depois de comer com a família na Ribeira (fiz isso quando fui lá pela primeira vez, aos meus 12 anos), vê-se uma trilha de cerca de 40 minutos. Trilha fácil e que não precisa de guia e nem de tênis! Se eu to falando que é fácil, confiem, gente! Sou “o OH” pra fazer trilhas. Hiauhiauhaiha Mas prestem atenção, futuros turistas: formem um grupo grande para fazer qualquer trilha! Segundo informações de nativos, tem ocorrido muitos assaltos aos desavisados.
Após a trilhazinha, senta e admira a Prainha! Minha praia preferida de Itacaré! Ah! Já ia me esquecendo! Só dessa vez que fui descobrir um caminho alternativo para a Prainha: de carro por dentro de uma fazenda. Porém, só as agências de turismo, eu e minha amiga, temos acesso. rs
Prainha
Tem muito mais praia pra conhecer, mas essas ficam fora da cidade. Se você não estiver de carro, tem que pegar carona na estrada ou contratar agência mesmo. Dessa vez, não fui a nenhum desses lugares: Jeribucaçu, Hawaizinho, Itacarezinho, Engenhoca, etc. Mas também vale a pena dar uma conferida. As com nome em diminutivo são praias maiores, tanto em metros, quanto em estrutura. As outras têm os ambulantes e tal.
Além disso, tem cachoeiras ótimas e também a Península de Maraú, que é ali pertinho. Só pegar a balsa, o carro 4×4 e pronto!
Bem, chega de dicas de turismo! Entre tantas praias, pessoas divertidas de vários estados e países, música gospel que virou pagode (mais), encontros com gente de Vitória (tinha que ter, neh!!), dias de sossego da internet e muuuita coisa boa, tive que voltar as origens e retomar meus afazeres aiesecos e publicitários.
Com uma mãozinha de www.meninasac.wordpress.com, fiz a inscrição do Processo Seletivo da AIESEC e desde Abril estou na organização. Mas muita gente nem sabe do que estou falando.. então, lá vai:
Presente em 1.700 universidades de 107 países e territórios, a AIESEC é uma rede global formada por jovens universitários e recém-graduados, que, por meio do trabalho dentro da organização e de intercâmbios profissionais, estimula a descoberta e o desenvolvimento do potencial de liderança de seus membros para que impactem positivamente a sociedade.
A AIESEC possibilita aos jovens uma experiência integrada que desenvolve competências pessoais e profissionais a partir de vivência internacional, troca de conhecimentos, valorização da diversidade e gestão de equipes.
A abordagem inovadora para o desenvolvimento de jovens tem o foco em assumir uma postura pró-ativa, desenvolver auto-consciência e uma visão pessoal, construindo redes de contatos e se capacitando para conduzir a mudança. (…)LEIA MAIS!- Muito interessante e importante para quem quer conhecer a AIESEC.
Para quem quiser desenvolver seus potencias de liderança e viver uma experiência única pessoal e profissionalmente, vire membro da AIESEC Vitória agora!
Estão abertos dois processos seletivos:
1. Somente para ser membro da organização. Após aprovação em todas as etapas, você terá que cumprir com apenas 2 horas de trabalho semanais no escritório da AIESEC, localizado na UFES. Assim, você fazerá parte da área de sua preferência (Mkt, RH…), podendo desenvolver cargos de liderança, como, por exemplo, coordenador de área; presidente, etc.
2. Apenas para quem deseja trabalhar no exterior. Por isso, antes de fazer a inscrição para este tipo de processo, leia sobre os produtos de intercâmbio (link programas de intercâmbio) para saber se o seu perfil se encaixa com o que está descrito.
Contudo, no processo número 1,você também poderá realizar o intercâmbio e no processo número 2, também haverá dedicação de sua parte ao escritório da AIESEC. Mas vale deixar bem claro que as inscrições do primeiro só irão até o dia 21/08! Por isso, corra e inscreva-se no sitewww.aiesecvitoria.com.br
Apesar de estar caindo de sono, ontem, vi partes do Prêmio Multishow 2009. Sério, gente, o que foi aquilo? Decepcionante. Achei muito mal organizado. Mas o pior de tudo foram os ganhadores de algumas categorias que só ganharam porque os fãs ficavam todos os dias em frente ao computador votando! Além disso, só tinha artista da MODINHA, que lançou alguma música também de modinha este ano, mas que provavelmente, ano que vem deve ser esquecido pela mídia, salvo algumas exceções, é claro.
A minha maior revolta foi na última revelação: melhor banda. Caramba!!!! Fresno? De verdade, gente? F-R-E-S-N-O? Um bando de meninos com o cabelo com franja de lado; cheio de brinco/alargador e tatuagem; com roupas pretas ou brancas cantando músicas melosas. Na verdade, quando as três bandas tocaram juntas ” a gente somos inúteeel”, o som foi até legal, mas eu não sabia identificar quem era quem. Fresno, NX Zero e Strike. Eram todos iguais!
E o que foi a Pitty e o Gilberto Gil em homenagem a Rita Lee? Adoro a voz e as músicas do Gil (fora aqueles dreads brancos dele uoehouhoeuhouh), mas não sou fã da baiana rockeira, não. E acho que ao cantar as músicas da Rita Lee, a voz dela não ia além, se é que me entendem. Vale lembrar também, infelizmente, que a Pitty errou a letra de uma das canções que interpretou, bem no finalzinho. Aí, só sei que ficou beem estranho esses dois cantando juntos.
Vou parar de criticar um pouquinho. Acho que já deu. Mas isso foi pra demonstrar a minha revolta com o que vi ontem, ou melhor, de poucas partes do Prêmio. Aos fãs de algumas das bandas e cantores citados, só tenho uma coisa a dizer: meus pêsames. HUEHUHEIUHEIHU. Tô brincando.. Gosto é gosto.
Num dia muito ensolarado, eu e mais 4 estudantes de Arquitetura saímos por certas ruas de Vitória com o objetivo de intervir. A intervenção urbana foi organizada por minha grande amiga, leia-se GRANDE em altura e grau de amizade mesmo, Yao Ming. (piadinha interna, mas todo mundo já deve ter entendido.. rs)
Yao fez adesivos amarelos em formatos de símbolos de cadeira de roda,”?”, “X”. Nas calçadas em que encontrávamos coisas indevidas, lá se ia uma interrogação. Onde não havia rampa de cadeirante ou alguma coisa imprópria também, os outros dois adesivos eram colados. A ideia é bem legal e fica mais legal ainda quando temos um grupo maior de integrantes e a intervenção é feita em mais locais. Yao dá oficinais de intervenção nos encontros nacionais em que participa Brasil afora.
Sempre gostei dessas coisas de intervir, mobilizar, chamar atenção para algum problema urbano por meio de uma manifestação simples. Eis que surge então, o novo programa da Didi Wagner: MOB_Brasil. Cara, daqui a pouco vou fazer um blog só sobre o Multishow. hahaha Mas vamos lá!
O programa passa toda quinta, às 22:30h, e tem a finalidade de mobilizar tudo e todos sobre questões urbanas, em forma de intervenções no também espaço urbano. Didi já tratou de temas como: privacidade, resfriamento global, trânsito, stress, etc. Tudo isso apresentado da maneira mais interessante possível. E o que ainda não falei: os temas são instituídos pelo canal, mas são estudantes selecionados que escolhem a melhor forma de fazer a intervenção urbana.
Pijama’s Day. Na Avenida Paulista, sonâmbulos atravessavam a rua, mexendo com o trânsito e depois dormiam no vão do MASP. Tudo isso para, pelo menos por alguns segundos, aliviar o stress da cidade.
Se todo mundo fizesse um pouquinho…
Eu não gosto do passarinho azul, mas confesso que tem certas vantagens… Quem quiser, siga a loiríssima apresentadora no twitter.
Momentos de crise e tensão. Por isso não posto mais no blog e abandonei algumas coisas por aí. Fico tão ansiosa que não consigo fazer nada. Queria que o tempo passasse logo para que 2010 pudesse chegar lindamente! E para que tudo pudesse mudar, de uma forma boa. Acho que tudo vem na hora certa, sim e que temos que buscar para que tudo venha. Só que quando não vem, eis que surge a crise do meu “eu”.
Ninguém tem a obrigação de ler isso. Mas apenas voltei ao principal motivo de ter feito o blog: desabafar.
Confesso que nunca fui torcedora assídua do meu time, o meu Vascão. Nunca acompanhei os jogos, simplesmente pelo motivo de achar um pouco entediante vê-los pela TV. Mas sempre tive vontade de ver esse time liiindo jogando no Maraca. Tudo bem que poderia ser na primeira divisão, porém, mesmo na segundona, e como líder da mesma, a emoção não foi menor.
Fiquei realmente MUITO emocionada desde o momento em que fui comprar o ingresso até subir a rampa do Maraca e escolher a cadeirinha amarela da arquibancada para torcer. A minha surpresa foi que uma das músicas cantadas por aquele bando de homem vascaíno era uma paródia de Ana Júlia, da banda Los Hermanos.
“Sempre ao teu lado até o fim, minha vida é você. E a torcida do Vascão, sempre tão linda. Nós viemos para te apoiar, juntos vamos ganhar. Na alegria e na dor, o sentimento não para… pois todo vascaíno tem amor infinito, cantarei de coração!!! VASCO DA GAMAAAAA-AAAA-AAAAA!! VASCO DA GAMAAAAA-AAA-AAAAA!” (mais)
Só posso dizer que foi maravilhoso estar na torcida, gritar pelo meu time, fazer ” uuuuuuuu” quando era quase gol, ficar embaixo da bandeira e vibrar quando realmente era gol!
“Olê Olê Olê Olê olê olê olá a cada dia te quero mais.. sou vascaínoooo e o sentimento não pode parar!!”
“Todos temos problemas e preocupações, mas frequentemente nossos maiores problemas são causados por nós mesmos.” Tsai Chih Chung.
E não é que é verdade? Tudo bem que às vezes, outras pessoas contribuem para que os problemas surjam e se tornem o que podemos chamar de “sem solução”, mas em grande parte das vezes, quem cria e aumenta os problemas somos nós mesmos. Contudo, temos que além de aumentá-los, ter certeza de que eles vão terminar e que somos capazes de obter a solução de tudo. É só correr atrás.
O único problema que precisamos ter bastante força para enfrentar é o de saúde. Falo isso pois morro de medo de descobrir alguma coisa. Quando vou ao médico fazer qualquer tipo de exame, fico tão nervosa que penso em desistir, mas sei que o melhor é ver se estou ou não saudável, para que depois venha a me preocupar. Só que eu sempre sofro por antecipação. Sempre acho que vai ter algo errado e até o resultado sair, quase tenho um filho quadrado! rs E isso não é só comigo. Morro de medo também de descobrir que quem eu amo, pode ter algo sério. Considero isso como um pavor enorme de perder o que tenho. Mas viram como sou ótima para criar/aumentar problemas?
E aposto que cada pessoa tem um tipo de receio que o prejudica de alguma forma.
Estou escrevendo sobre tal assunto pois ontem, quando estava em uma loja de cosméticos, tirei um papelzinho do jarro que lá estava (na verdade foi minha mãe quem fez isso) e a frase de iniciação do “post” não saiu da minha cabeça.
Quadrinho do pensador chinês Tsai Chih Chung.
Mas o que diabos é Tao? hahahhaa. Pelas fontes de um site que falava sobre Taoísmo, o tal do Tao (rs) é uma palavra chinesa que significa “caminho, trilha, estrada”, além disso, ele é o principal conceito do Taoísmo. O Tao produz as coisas e é o Te (a virtude – o modo de caminhar espontâneo que dá às coisas a sua perfeição) que as sustenta. As coisas surgem espontaneamente e agem espontaneamente. Cada coisa tem o seu modo espontâneo e natural de ser. E todas as coisas são felizes desde que evoluam de acordo com a sua natureza. São as modificações nas suas naturezas que causam a dor e o sofrimento. Ou seja, como já disseram os sábios pagodeiros da banda Revelação: ” Deixa acontecer naturalmente…” heouhoeh
Ahhh.. ele que faz seus dias ficarem iluminados, seus olhos brilharem, seus pensamentos voarem. Ele que te deixa sem palavras… Ele… o qual você faz o melhor só para receber um sorriso. Ele… que deixa você ter o sono, ter sonhos. Ele que inspira e que exclama. Ele…
Sua definição clara e perfeita vai além do dicionário. Valem aqui os sentimentos, os ideais, as perspectivas, os aprendizados, os caminhos. Valem os beijos, os carinhos, os abraços, os cheiros. Ahhh… o amor. Nada mais, nada menos. Que rega cada um de nós e tempera pedaços de nossas histórias.
O amor, não a paixão. E a confusão tamanha que existe quando o tema é o significado dessas duas palavras tão profundas. Para mim, tudo começa com o apaixonar-se e penso eu, que ao passar dessa etapa angustiante, exacerbada, desequilibrada, eufórica e sem limites, tudo vira ou não amor. A paixão é muito, não que o amor também não seja. Mas são figuras diferentes. Às vezes, a paixão se torna posse. Dizem que o amor também. Só que isso não é amar. Quem ama não quer tudo pra si só. Amar é dividir, compartilhar, distribuir. Amar é saber olhar, é fazer o bem. O amor é comedido, balanceado, estruturado, paciente. Amar é confiar, se adaptar, acompanhar, respeitar. Amar é aceitar. Os defeitos, os erros, as dores, os medos, as manias. Amar é ser curado e curar. É rir e consentir. “… É fogo que arde sem se ver, ferida que dói e não se sente, é contentamento descontente”.
Tudo o que foi falado sobre o amor se distancia da paixão. Mas acredito que eles possam ser estágios complementares. Basta a paixão ser construída do jeito certo. Só que não há formas nem segredos para que isso aconteça, pois simplesmente, acontece.
Se eu já amei? Até hoje tento definir os meus sentimentos do passado. Era tudo muito pesado, sem aceitações, sem equilíbrio. Era posse, conformismo, medo, fervor. Tudo sem sentido. Por isso, não o vejo como amor. Apesar de ter dito “eu te amo” incontáveis vezes. E olha que não sou boa pra dizer essas três palavras. Foi uma paixão que durou. Foram paixões que duraram.
… já amei? Amo! Quem está ao meu redor todos os dias. Ou tenta estar. Ou quer estar. Amo àqueles que me fazem bem: mãe, pai, irmão, avós, primos, tios, amigos. Com uns posso amar com mais distância e sem demonstrações, mas não deixo de amar. É aqui que podemos, devemos e temos que amar sem medidas, sem fronteiras. Pra sempre.
… amei? As pequenas coisas da vida. Ao que muitas vezes, não damos valor. Deitar na grama, pular, cantar no chuveiro, tomar café, fotografar, escrever, ver o mar e a lua, sentir o vento, se sujar de sorvete, pegar uma flor… É aqui mais uma vez que precisamos enxergar o amor.
Amar é… O que nos faz bem. Quem nos faz bem. De minuto a minuto. De hora em hora. Anos e anos. “Apenas seguirei, como encantado ao lado teu…”
Sempre coloca a melhor roupa para viajar. E tem que ser de avião. Mais rápido, mais confortável, mais necessário. Quem sabe ela não arruma um marido ali mesmo, ao lado de sua poltrona?
Maria mora em Porto Alegre, é empresária e o tempo todo precisa resolver assuntos pelas regiões do país. Não faz muitos voos internacionais. Os destinos costumam não demorar para chegar. No máximo 3 horas, com conexões. Senta na janela pra poder ver o céu. Mesmo que nada dê para ver. Mesmo que a luz a incomode em certos segundos.
Pega a revista da companhia aérea, lê o que interessa, olha as nuvens. Dá um “oi” pra senhora ao seu lado. É… ainda não foi dessa vez que Maria vai preparar o enxoval. Quem sabe na volta de seu destino… Quem sabe. Ela sonha em se casar. Aos 30 anos, Maria já não aguenta mais ter tudo e achar que não tem nada. Carreira fantástica, família linda, saúde, gato, cachorro, carro, apartamento. Mas se cansa de perguntar quando o encontrará.
Maria fecha os olhos e cochila por 10 minutos. “Aceita alguma bebida, senhora?” Ela desperta e pede um suco sem açúcar, pra não engordar e não aceita o pão quente com queijo e presunto. Olha da janela, conserta o cabelo, se ajeita na cadeira…
Faltam 20 minutos para o avião pousar…. 5 minutos para pousar. E cadê a voz do capitão? Maria olha da janela mais uma vez e vê o tempo fechado. Céu escuro e raios. Começam as turbulências. Incessantes turbulências. Ela não tem medo, pois acha normal. Mas lembra… lembra de tudo o que tem. Vê a reação dos outros passageiros. Um pega um terço, o outro fica estático na poltrona, a outra grita. Tudo treme. As travas de segurança não resistem e bagagens começam a cair. Assim como os aparelhos de respiração
O medo se instala naquele voo. Maria pensa no que vai deixar de ter. No que nem vai chegar a ter. Pensa em notícias da Tv. Vê destroços, rostos desfigurados, pedaços. Chora.Vê o que não quer.
Faltam 5 minutos pro avião pousar. “O tempo está bom, com poucas nuvens, temperatura em torno de …” Maria acorda com o suco de laranja nas mãos. Intocado.
Quando a torneira pinga sem estar sendo usada já fico agoniada. A mesma coisa acontece quando uma luz fica acessa sem necessidade. Quando gasto mais folha de papel numa impressão simples ou arranco uma flor da árvore só porque acho bonita.
É evitando os excessos e protegendo o que nos cerca, pensando nos outros, no futuro e não só em nossos próprios umbigos, que podemos contribuir para o melhor.
Vejam o vídeo abaixo que assisti ontem no programa Conexões Urbanas. Bem interessante, pena que está reduzido. A discussão vai além do que é mostrado. Para os publicitários e empresários de plantão, é uma boa pedida!
Quem quiser mais vídeos, jogue o nome Ricardo Guimarães no Youtube. :)
Hitler, Saddam e Stálin foram os “garotos- propagandas” de uma agência publiciária alemã, em uma campanha contra o vírus da AIDS. A intenção dos criadores foi dizer que a doença é um assassino em massa e por isso, precisa-se usar o preservativo. Mas, como era de se esperar, a campanha foi muito criticada pois “estigmatiza” os portadores do vírus. E eu concordo, apesar de ter sido uma ótima forma de chamar atenção do mundo contra a AIDS.
Enquanto a vacina não sai (ver), e espero muito que isso realmente aconteça, não vamos acreditar na sorte, ” fé em Deus e pé na taba” não dá certo. A pequena camisa dá. rs
Não costumo acompanhar seriados, pois sempre esqueço o horário certo que eles passam. Também não faço download de quase nada. Quase nada, menos Lost. Fanática. O único em que sou realmente fissurada. Mas tem outros muito bons que vejo de vez em quando (ou quase sempre): Two and a half men; Friends (o melhor no quesito comédia); The new adventures of old Christine e Grey`s anatomy.
Como já falei por aqui, não consigo ver ninguém chorando, que choro junto. Mas dessa vez, apenas e exclusivamente eu, estava com lágrimas nos olhos. A cena que vocês podem conferir logo abaixo é linda demais!! Que proposta!
E o final da quinta temporada? Mesmo pra quem não acompanha a série e não entende inglês: check it out/confira! A emoção tomou conta de mim. rs
“Faça um plano, tenha um objetivo. Trabalhe para alcançá-los, mas de vez em quando, olhe ao seu redor e aproveite, porque é isso. Tudo pode acabar amanhã.” (Meredith Grey)
Pra quem entende inglês, lá vai. Pra quem não entende, dá pra acompanhar pelas imagens algumas transformações enfrentadas pela mídia. Agora, com vocês, o Império da Era Digital.
Vocês devem estar se perguntando… WTF? Que título é esse? rs
Isso se chama motor de busca do wordpress. Pra quem não tem blog, são palavras chaves que a galera procura pelo google e tchanan!, cai aqui, no desabafos.
Agora me explica o que este ser quis dizer com “ta sovendo hamburguer o download 1?” E porque diabos ele parou logo neste lindo lugar iluminado por todas as cores do universo? rs
Lógico que os termos mais frequentes são referentes às tags relacionadas aos posts e muitos acham o blog pelo meu nome e até pelo nome da minha avó! Tenho medo disso… rs Só que existem outros termos de busca, como este do título, que merecem um ponto de interrogação ou várias exclamações!
- decorações para recepção de alunos 1º dia
- planeje cada etapa em direção ao êxito
- indios com alargador
- “seja o que deus quiser” “faço tudo” vin
- alimentos que ajudam perderrr a barriga
- sui presa por 14 anos e ganhadora do pre
e… olha quem apareceu de novo…
- quero assistir filme tá´sovendo hamburguer !!! Ou seja, isso é um filme? Alguém pode me responder? Pelo visto é né… Bem, esse post já havia sido escrito há 2 dias, mas só agora será publicado. E enquanto ele não era publicado, hoje surgiu (mais uma vez):
- baixar ta sovendo hamburgue filme
hahahahhaha. Tão de zuação comigo. Mas… tive a grande e genial ideia de ir ao google e digitar essas mesmas palavras. Eis que na segunda página de busca, está este blog. Agora vejam o motivo dele aparecer como fonte de críticas ou download do filme: “mas ainda inundada as ideias do panoptico foucaultiano queta ai o dia todo, …. os tres sao excelentes, mas como gosto eh gosto, so’ vendo mesmo pra saber. …. acaba e eu estava crente que ia comer um super hambúrguer do Mc Donald’s, …”
huhuheuieuheiuhe.. sensacional! Quem tiver termos de busca engraçados, põe ai pra eu me divertir. :)
Dia 1 de Outubro. E sabem o que se comemora hoje no mundo? O dia do idoso! Alguém sabia? Não, né? Pois é.. um dia você vai ficar beeem velhinho, se tudo correr bem com sua vida e nem disso você sabia… que vergonha. Os netos vão surgir, as rugas mais ainda e ou você se torna muito chato ou muito fofo. Ou fica ativo ou já vai estar doentinho. Ou isso ou aquilo. Mas hoje é o dia do idoso e você vai dar presentes pra algum? Vai parabenizar algum por ser uma pessoa especial que existe em meio aos quase 15 milhões de idosos no país? NÃO!
Você sabia também que além de “comemorar-se” o fato acima, também “festeja-se” o dia de Santa Terezinha, o dia nacional do vereador e o dia nacional do vendedor? Quanta coisa! São tantas datas comemorativas que ninguém sabe. Sabemos daquelas que viram feriado ou das que temos que comprar presentes ou melhor, daquelas em que os meios de comunicação nos informam e fazem questão de informar. Sabemos que é dia do índio ou o dia de luta do povo negro, pois a mídia tá ali pra nos falar, mesmo que para grande parte da população, não faça nenhuma diferença. Os negros lutaram e lutam até hoje pela liberdade total de preconceitos, assim como os índios lutam pelas suas terras e as mulheres pela igualdade perante o sexo oposto.
É dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados (ver), dia das crianças… Tudo isso pra quê? Homenagear ou fazer o comércio ter seu ápice em vendas? Já deixei de passar vários desses dias, sem meus pais, por exemplo. Não porque eu não os amo (dããã), mas simplesmente, porque sempre é dia deles! Por isso eu não concordo com essas datas comemorativas. Pra mim, toda hora é hora de estar junto. De dar carinho. De presentear com coisas materiais e imateriais. Pra quê esperar um dia para que possamos fazer esses tipos de ações? Precisamos fazer sempre! Além do mais, todo mundo sabe que ganhar presentes sem saber a data certa é bem mais emocionante. É melhor surpreender do que ser previsível.
No entanto, o “grande” problema que envolve tais datas são as tradições (impostas pela mídia ou não). Se uma criancinha não ganhar o brinquedo que quer e todos os amiguinhos ganharem, vai ter choro, berro e manha. Cabe à família saber lidar com a situação. Aí já é questão de bom senso e educação, por isso, não entrarei nesta discussão.
A questão é a seguinte: independente do dia proclamado para ser do idoso, do negro, do índio, da mulher, do professor, engenheiro,vendedor, médico, pai, mãe, avô, avó, amigo, rock, pop, santo A ou B, independência ou trabalho, todo dia é dia. Pois tudo e todo mundo que de certa forma é lembrado, é especial. Mas não é especial só uma vez no ano, e sim, o ano todo. Então, parabéns idosos, hoje e sempre.
Harvey last chanceou Tinha que ser você é um filme básico. O roteiro é simples e tudo que gira em torno dele, também. Porém, apesar de toda a sua simplicidade e de possuir uma história linear, sem muitas surpresas e mistérios, exibe uma fotografia da cidade de Londres belíssima e além disso, atores bons e diálogos sinceros e intensos ao mesmo tempo, que qualificam o filme como …. bem….bom bonitinho.
É um filme sobre primeiros amores, últimas chances e todo o resto. Contudo, só o recomendo para pessoas com um certo ar romantizado e que são pacientes, uma vez que o longa não apresenta ação nem fatos extremamente inusitados.
Dustin Hoffman (Harvey) e Emma Thompson (Kate).
O que me chamou atenção foram as palavras abaixo trocadas pelos dois protagonistas que vivem a última chance. Isso porque já vivi este diálogo abaixo e fiquei surpresa ao vê-lo em cores.
Kate- I think we`re differentes.
Harvey- Probably. Is that bad?
K- No.
H- I don’t think it so either.
Talvez, quem sabe, quanto mais diferenças, melhor.
Não lembrava de nada, absolutamente nada do filme. Isso que o vi há apenas 3 anos, segundo o sistema da locadora. Lembrava da capa do dvd, só. Mais nada. Até achei melhor assim. Sem lembrar do que já tinha visto, parecia que nunca o tinha feito, por isso, tudo era novidade, era surpresa. Falo aqui de mais um de meus filmes de fim-de-semana: Les poupées russes. Mais conhecido por nós como Bonecas Russas.
Xavier e Wendy.
Muitos não gostam do que viram. Muitos amam. Bonecas russas era pra ser uma continuação de O albergue espanhol, em que jovens dividem uma mesma república em Barcelona e tornam-se amigos inseparáveis. Separam-se devido às circunstâncias da vida e neste filme, reencontram-se no casamento de um dos personagens. Porém, uns aparecem mais, lógico. Outros, quase desaparecem, apenas brindam a união do casal, já no fim do filme, em segundos.
Concordo quando dizem que se era realmente pra ser uma sequência de “O albergue espanhol“, não funcionou tão bem, uma vez que a narrativa toda é em torno da vida de apenas um dos jovens: Xavier. O resto deles, como disse, aparece mais e acrescenta algo, outros, nada fazem. Além disso, concordo também que há erros no roteiro. Questões ficam vagas, ideias começam a se repetir, etc. Só vendo pra entender.
Mas mesmo com os erros do diretor Cédric Klapish, sou uma das que amou o filme. Primeiro, por ser francês. Já foi uma de suas vantagens, pra mim. Assim, sempre espero algo diferente, quando se trata de construção de cenas, linearidade, etc. E foi o que encontrei. Bonecas russas não é uma comédia romântica mamão com açúcar, estilo vários longas norte-americanos que já sabemos a fórmula, apesar de o seu final ser considerado um clichê. Clichê esse, muitas vezes criticado durante as quase 2 horas de duração do filme. Mas pelo desenrolar da história, acho que coube o uso do mesmo, pois não foi isso que tirou seu brilho.
Em segundo lugar, o motivo para que gostasse tanto foi, de fato, a construção da narrativa: pouco linear e fora do comum; marcada por “split screens” (divisões de tela) e ótima trilha sonora (ver).
Bonecas russas fala da busca pelos amores ideais ou simplesmente, pelos amores. Daí que vem o nome do filme e a metáfora feita com as bonequinhas russas (aquelas de madeira, que a menor fica dentro da maior e ninguém sabe se aquela menor é a última ou não). Ou seja, ninguém sabe se o amor é o último ou não. Mas mesmo se não for, temos que parar de pensar que iremos encontrar um perfeito, sem defeitos, sem erros, sem loucuras. Afinal, acho que a maior crítica que Cédric quis dizer com o filme é a respeito de que as pessoas, ainda mais na fase da vida da casa dos 30 (em que os personagens estão), não devem idealizar os amores, pois eles não são feitos ou não existem do jeito que queremos. A perfeição, o ideal (lembro-me de uma parte da trama em que fala-se das medidas ideais de uma rua na Rússia), não é acessível, não é como em contos de fada.
Os personagens envelhecem e amadurecem. Os amores passam. Outros ficam, mas nunca são perfeitos.
Em segundo lugar, o motivo para que gostasse tanto foi, de fato, a construção da narrativa: pouco linear e fora do comum; marcada por “split screens” (divisões de tela) e ótima trilha sonora (ver).Bonecas russas fala da busca pelos amores ideais ou simplesmente, pelos amores. Daí que vem o nome do filme e a metáfora feita com as bonequinhas russas (aquelas de madeira, que a menor fica dentro da maior e ninguém sabe se aquela menor é a última ou não). Ou seja, ninguém sabe se o amor é o último ou não. Mas mesmo se não for, temos que parar de pensar que iremos encontrar um perfeito, sem defeitos, sem erros, sem loucuras. Afinal, acho que a maior crítica que Cédric quis dizer com o filme é a respeito de que as pessoas, ainda mais na fase da vida da casa dos 30 (em que os personagens estão), não devem idealizar os amores, pois eles não são feitos ou não existem do jeito que queremos. A perfeição, o ideal (lembro-me de uma parte da trama em que fala-se das medidas ideais de uma rua na Rússia), não é acessível, não é como nos contos de fada.Os personagens envelhecem e amadurecem. Os amores passam. Outros ficam, mas nunca são perfeitos.
Atualmente, as mudanças observadas no planeta, com o crescimento de tecnologia e mídias sociais, assim como novos ideais de um mundo verde e saudável, fizeram com que as marcas precisassem de se adaptar. Com isso, principalmente, as marcas que possuíam anos de vida no mercado e reconhecimento perante olhos econômicos-socias, tiveram que expandir sua rede de produtos e adequá-los aos novos padrões do mundo. Assim, a rede de consumidores atingidos teve o direito a um poder maior de escolha entre os produtos da própria marca, causando também um aumento considerável de outros tipos de consumidores à marca. Ou melhor, as marcas precisaram se reinventar para sobreviver. Precisaram renovar sua linha de produtos para que não perdessem mais consumidores e sim, ganhassem outro tipo de consumidor: o que pensa na saúde e sem sombra de dúvidas, no bolso.
Contudo, muitas marcas ainda não perceberam que precisam mudar o foco. Linhas mais baratas ou linhas de mercadorias alternativas às transformações universais necessitam de serem implementadas. O consumidor precisa ter opções na hora da compra.
Um exemplo de marca que viu a mudança chegar foi a rede Mc Donald`s. Marca sólida no mercado, percebeu que estava perdendo espaço para o mundo dos produtos reciclados, “naturais” e/ou saudáveis e por isso, partiu para a estratégia de adaptação de novos produtos, para que não perdesse seus consumidores, mas pudesse atrair um número maior de pessoas que ultimamente ( e com certeza, futuramente) optam pela saúde. Lembram do documentário de Morgan Sprulock? (quem? rs) Super size me. Pois é… foi a partir daí, após a marca Mc tomar uma rasteira da obra do diretor, que viu-se a verdadeira importância de renovação/alteração/inovação dos produtos do palhacinho Ronald.
Lembro-me que antes, pegávamos quantos canudos e guardanapos quiséssemos, e além disso, as caixas dos sanduíches eram de papelão e bem mais coloridas. E hoje? Vocês sabem muito bem como funciona! Os atendentes nos dão apenas o número de canudos referentes aos copos de refris e apenas um “joguinho” de guardanapo; a caixa agora é feita de material reciclado e sem cores tão vivas. Cabe ainda lembrar que aumentou-se a quantidade de tipos de hambúrgueres contendo salada e carne de frango. E passou-se a vender maçãs e cenourinhas. (que light, não?!) Mas a maior mudança, depois do Super Size me (mas não só depois dele) com certeza, foi a expansão das cafeterias do Mc Donald`s, os famosos McCafés. (digo expansão porque o conceito e a existência dessas cafeterias iniciou-se em 1993).
Mesmo com a concorrência forte e agressiva da rede Starbucks, o Mc viu que era hora da sua linha “alternativa” dar uma guinada. Cafezinho, comidinhas mais naturais e blá blá blá. Tal estratégia já está dando certo nos EUA, uma vez que muita gente acha que o gosto do café e o melhor, o preço dele, ganha em disparado do principal concorrente. (eu não concordo, pois acho o Sbux maravilhoso! Mas em relação ao preço… c`est vrai!). Ah! E uma curiosidade! Os cafés do Mc foram primeiramente implantados aqui no Brasil, por exemplo, do que lá nos EUA. Fomos quase que um mercado-teste.
Enfim, os McCafés estão aí, aqui, lá … crescendo, tentando driblar a concorrência e se estabelecer no mundo das transformações, em que é preciso se adaptar sempre, se comunicar, se superar, senão, a marca vai pro brejo.
Ação do Mcdonald`s para promover a campanha "Free Coffee", onde a rede de lanchonetes dava um pequeno cafezinho grátis para atrair novos consumidores.
P.S: Não falei da forma correta sobre o desenvolvimento das redes sociais (interação com consumidor; nova forma de comunicação; rapidez; aumento da criatividade das marcas; transparência da marca – senão é julgada pelos blogs e afins; etc.), pois senão o post ia se estender muito. Mas isso é supeeer importante! A marca precisa se adaptar. Não só os produtos, mas a forma como eles são postos no mercado, como são divulgados; como a marca é vista, etc. Tudo isso pelo olhar da web 2.0. (!!)
O dia começou assim. E assim, já sabia que boa notícia não era.
Nós não estamos acostumados a lidar com ela. Quando chega, de mansinho… sem avisar… é pior ainda. O nosso menino de olhos verdes, ex-cachinhos quase dourados; machista que só ele, amante do golfe, dos carros, do jornalismo, da publicidade, das artes, das línguas; que tinha os comentários mais inusitados em sala de aula; que sabia, sempre sabia o que falar.
Eu queria ter tido a chance de poder dizer muita coisa pra ele. Eu precisava. E sei que muita gente tinha a mesma vontade que a minha. Sei que nunca fui tão íntima e desde um tempo havia me afastado. Só estava esperando a recuperação para poder aproveitar as oportunidades, recomeçar os contatos, viver e reviver os momentos. Mas é esperando que acabamos perdendo. E apenas com a perda, sabemos.
Perdemos um homem, um amigo, um aluno, um filho. Esperamos que ele esteja bem. Sabemos que ele está. Mas vai fazer falta… muita.
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a roseira pra lá
Roda mundo….
A contra a AIDS, espero que a fórmula certa e eficaz esteja mesmo a caminho.
E agora, a vacina contra a dengue também será feita. Mas o governo brasileiro disse que só em 5 anos ela poderá ser testada no país. Tudo bem que pesquisas em cima de pesquisas precisam ser realizadas, mas bem que a vacina podia sair mais rápido…
Mudando o assunto de vacinas para luta contra o câncer, confiram duas propagandas fresquinhas que foram divulgadas em alguns blogs por aí:
A campanha acima é da Fundação de Câncer da Nova Zelândia que incentiva as pessoas a terem consciência sobre a doença para que assim, possam ir ao médico e fazer a prevenção. Afinal, “The longer you wait, the bigger the problem gets.” (quanto mais tempo espera, maior o problema fica). Como diz o velho ditado.. quanto mais cedo, melhor!
Já a propaganda acima é da Organização de Israel e fala também sobre a importância da prevenção, mas agora, a respeito do câncer de pele. Pra quem não sabe, Israel tem o maior número de pessoas vítimas deste tipo de câncer.
O recado está dado. Prevenção é sempre o melhor remédio.
Quando eu era pequena, lá pelos 7/8 anos de idade, tinha um medo inexplicável de cachorros. Eles podiam ser de qualquer tamanho, mas eu nem sequer podia vê-los, senão entrava em desespero. Até que ao completar meus 11 anos, chegou um floquinho de algodão em minha casa. Lembro-me como se fosse hoje daquela coisinha de 3 meses… pequena e fofa, mas muito fofa!
Apesar do medo que eu tinha de cachorros, sempre os tive. Primeiro era um dog alemão, depois um poodlle doido e preto e depois… meu bebê!
Chamei todas as vizinhas do prédio pra ver o cãozinho que tinha ganhado dos meus pais. Todas paparicaram e algumas me ajudaram a educar a criaturinha branca de orelhas cor de caramelo. Coloquei o nome de Dot, pois amava a personagem do desenho Animaniacs. E por meio de carinhos, berros, pipi dogs, tapetes estragados, sandálias roídas, brincos comidos e lixos remexidos, Dot foi crescendo.
Hoje, com seus 10 anos, já é uma mocinha comportada. hahahahaa. Já não faz mais tantas barbaridades, mas vira e mexe, ainda inventa de nos deixar nervosos. E o pior de tudo é que Dot sabe quando faz coisa errada. Tanto sabe que se esconde debaixo da cama de minha mãe e não sai durante um bom tempo. Além disso, ela também sabe pedir tudo. Aliás, sabe disso até demais. Quando o potinho de água está vazio; a porta está fechada; o cheiro da nossa comida entra em seu focinho preto e gelado… quando quer dengo; quer passear…. quando Dot quer, ela late, choraminga, late mais um pouquinho e põe a cabeça em cima do sofá com carinha de pidona.
Tem coisa mais linda que isso? Como que eu tinha medo dessas bolinhas de pelo, não sei explicar… e também não sei como algumas pessoas podem tratar tão mal um bichinho tão inocente, que se alegra quando chegamos em casa e fica triste quando arrumamos a mala. E eu detesto quem os detesta! Sério. Quer me deixar de mau humor? Trate mal minha cachorra que vocês vão ver a fúria de dona Zanotelli. Trate mal qualquer animal…. que eu fico mal também.
Mesmo que você, caro leitor, não goste de cachorros ou qualquer outro tipo de bichinho, por favor, não faça nada de errado com eles. Caso seja um apaixonado (a) por animais de estimação e deseja muito ter um mas está sem condições de comprar: adote! (ver mais!)
É por preguiça ou pura comodidade que muitas vezes escolhemos subir os degraus com a “ajudinha” da escada rolante ao invés de perder umas calorias ao utilizar a escada normal.
Vendo isso, a Volkswagen resolveu criar sua nova campanha nomeada de Fun Theory, criada pela agência parisiense DDB.
Vejam o vídeo e notem a diferença…
Com isso, lembrei-me do super piano do filme Big (ou “Quero ser grande”) que ainda está na loja FAO Schwarz, em NY.
cenas do filme
Eu não toquei nas teclas do piano acima pois estava com uma bota (!) que demorava horrores para sair e além disso, fiquei encarregada de filmar os meus amigos. A ideia da DDB pode até ter vindo daí… Mas The fun theory não é apenas composta por este vídeo da escada-piano, ainda tem o da lixeira musical e o da reciclagem (que ainda está por vir).
Realmente, a diversão pode mudar o comportamento das pessoas. :D
Pra você guardei o amor
Que aprendi vem dos meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
linda, linda!
O ruivo mais amado do Brasil está vindo de novo pra cá… rs… dia 14 de Novembro, no MAIS! ieiiiii!
de parar. O que eu tinha previsto não deu certo. Os planos que estão bem próximos de serem concretizados, talvez também não saiam do papel. Mas o papel tem que ajudar. Eu tenho que me ajudar.
Nunca achei que seria tão difícil fazer uma coisa que gosto tanto: escrever. Simplesmente, as palavras se embolam, as ideias se misturam. A confusão se forma e sinto que o tempo pode passar mais rápido do que esperava. Por isso e por mais mil motivos, preciso parar. E boa sorte pra mim!
Sempre, sempre tive pavor de águas-vivas, apesar de nunca ter sido queimada por nenhuma. E por favor, não quero nunca, jamais ser.
Sempre, sempre adorei golfinhos. Nunca toquei em nenhum, mas já vi vários pulando, nadando e produzindo finos cantos.Além de serem fofos demais e reconhecidos por seu alto grau de inteligência, os golfinhos também tem “pavor” das águas-vivas. Pavor pode até não ser, mas que eles sabem como se trata uma, é a mais pura verdade. Veja você também! rs
Acho que muita gente já deve ter visto, mas vale a pena colocar aqui também a nova tecnologia do Google: o Google Wave. Ferramenta que pode substituir e aniquilar definitivamente os e-mails, que para minha surpresa, foram criados há 40 anos. (!)
A ideia (sem acento, galera!) é muito bem bolada, mas vamos ver mesmo se isso vai fincar.
Disse logo acima que ideia é sem acento de acordo com as novas regras gramaticais, pois fiquei suuuuper feliz ao ver a novidade que a Microsoft finalmente criou. Sério, fico puta porque o Word sempre corrige tudo errado, ou seja, não corrige, só atrapalha. O programa é burro demais! Mas espero que agora, com a atualização disponível para o Word 2007, Excel, Power Point e Outlook, tudo seja facilitado.
Quem quiser baixar o corretor ortográfico, aperta o botãozinho do mouse aqui!
(ATENÇÃO! CITAREI ALGUMAS CENAS DO LONGA. SE ALGUÉM QUE NÃO VIU, LER ISSO, NÃO ME CULPE POR FICAR SABENDO SOBRE PARTES DO FIM DA HISTÓRIA!)
Desde que vi o trailer do fime há cerca de 2 meses, me deu uma vontade enorme de vê-lo, afinal, um filme de Tarantino sempre é bom pro currículo cinéfilo.
Ontem, ao entrar na sala de cinema já atrasada, tive o prazer de presenciar uma cena de comédia: minha amiga, com um big saco de pipoca na mão, não viu a parede totalmente dark em sua frente e foi com tudo! Pipoca pra todos os lados e lágrimas de diversão!
Após esta inusitada cena, o filme que havia começado há minutinhos, estava lá, diante de meus olhos curiosos. Confesso que mesmo sem saber que era mais uma obra-prima de Tarantino, dava pra descobrir durante o mesmo, devido não só aos litros (porém até poucos) de sangue que jorravam das cabeças dos nazistas , após terem sido gloriosamente exterminados por vários tiros ou simplesmente por um taco de baseball, mas também pela qualidade da trilha sonora e pela força dos diálogos, que o filme era deste diretor/autor.
Como disse a comediante Sarah Silverman, “Quentin Tarantino é um justiceiro e cada judeu deveria lhe escrever uma nota de agradecimento.” Realmente. Em Bastardos Inglórios, ocorreu a história dentro da verdadeira história. O fim da Segunda Guerra Mundial ganhou um ar genial, proporcionado pela ideia vinda da raiva, ódio e desgosto de uma judia que teve a sua família massacrada pelos nazistas, por ordem deHans Landa (Christoph Waltz ). Além dessa própria vingança esquematizada por Shoshanna (Mélanie Laurent), o grupo liderado por Aldo Rayne (Brad Pitt) e conhecido pelo nome de Bastardos, também estava em busca de aniquilar o Terceiro Reich.
Ok que em algumas cenas eu não entendi o motivo de Tarantino ter deixado certos personagens vivos, mas ele com certeza teve seus motivos. Bato palmas ao desenvolvimento da trama, à produção, à trilha sonora e principalmente, à atuação magnífica de todos os atores (sem exceção!), sobretudo a de Waltz. O cara estava simplesmente fantástico no papel do super nazista detetive e poliglota, mas bem que podia ter tido também o seu fim sangrento.
Bastardos Inglórios vale a pena! E muito! Agora fico no aguardo do novo filme de Woody Allen, que deve chegar dia 20 de Novembro em nossos cinemas: Tudo pode dar certo (Whatever works).
Uma saudade do que vou perder um pouco, em breve, está chegando.
Sabe … eu tenho esses momentos de saudades por antecipação. Apesar de encontrar sempre as mesmas pessoas e frequentar quase sempre os mesmos lugares (o que mais me incomoda), Vitória é linda! Pequena, mas linda!
Temos tudo o que queremos no mais curto tempo. As praias podem ser poluídas, certas pessoas podem ter “nariz em pé”, as modinhas de roupas e de manias podem imperar, mas nossa ilha continuará cheia de charme. E para sempre, mesmo que meu coração já tenha se dividido em diversas regiões, ela permanecerá dentro dele, bem guardada. Afinal, minha raíz é capixaba.
*Tomando carona e seguindo um pensamento que precisa ser extravasado: valorizo caráter e mente baseada no que vejo e sinto. Acostume-se ou não, mas já passou da hora de desligar o botão e dar a largada novamente.
Adoreiii! Pra quem ainda não sabe.. faço coleção de elefantes. Ainda não tenho nenhum de verdade, mas meu aniversário é em Abril… então, dá tempo de alguém aí se planejar para encomendar um elefantinho pra mim! Faz vaquinha, gente! Aproveita e compra uma passagem (pode ser só de ida) para Tailândia também. Tô com uma super vontade de conhecer o lugar! rs E tô sem sono também e tô, tô, tô… tôa-tôa.
“Mas sou feliz
Se a liberdade ainda voa
Pelas nuvens lá do céu”
Mesmo com toda a sua complexidade, mesmo sem definições , fórmulas ou receitas certas, é ele a razão de tudo.
Com o discurso emocionante de John Nash (Russel Crowe) em” Uma mente brilhante” (A Beautiful Mind), tudo fica mais claro.
“Eu sempre acreditei nos números, nas equações e lógicas que levam a razão. Mas após uma vida inteira de tais buscas, eu pergunto: o que é verdadeiramente lógico? Quem decide a razão? Minha pergunta me levou através do físico, metafísico, do ilusório e de volta. E eu fiz a descoberta mais importante da minha carreira. A descoberta mais importante da minha vida. É somente nas misteriosas equações do amor que qualquer razão lógica pode ser encontrada. Só estou aqui esta noite por sua causa. Você é a razão de eu existir. Você é todas as minhas razões. Obrigado. “
*Eu tentei colocar o vídeo do YouTube diretamente para vocês verem, mas agora os usuários tem o direito de escolher se os vídeos podem ou não ser incorporados em outros lugares. Ou seja, todos os trechos bons que achei tiveram a incorporação desativada mediante solicitação. Então, cliquem AQUI e vejam sobre o que estou falando.
Acabei de descobrir uma banda inglesa com toques de Beatles e Franz Ferdinand, pelo programa Sound (ver). Chama-se The Zutons. Boa banda, bom som, bons clipes. Ah! E além disso, a versão deles da música “Valerie’ (que aliás, é composição própria dos ingleses) dá de mil a zero na versão de Amy Winehouse.
The Zutons
Confiram logo abaixo algumas das minhas canções preferidas até agora:
Eu só preciso de um lugarzinho aconchegante pra morar quando tiver grandinha. Espero muito que minha vida seja corrida e eu tenha dinheiro pra comprar um loft (oh, yeah!) só meu, em que possa chegar em casa e simplesmente relaxar. Jogar sapato pra um lado, roupa pro outro, ficar confortável e fazer a janta. hahahhahahahha
What? Janta? Ok.. no máximo vou fazer um sanduíche natural ou uma lasanha congelada super diet; pegarei a Coca-Cola ou suco de uva na geladeira e pronto! Pra isso, coleguinhas, não preciso de uma cozinha enorme cheia de parafernalhas que nunca serão utilizadas! No mundo moderno, onde tudo é rápido, ágil, fugaz, efêmero, descartável,(…) menos é mais. Nesta sociedade de consumo em que vivemos (ai, tcc!) o meu simples sonho de consumo é um loft com minha cama gigante de lençóis de seda vermelha e minha cozinha ultra compacta! rs
Já falei sobre esta cozinha pra tanta gente que resolvi mostrar aqui também. Achei-a num site que frequento diariamente. Tudo bem que ela não precisa ser tão chamativa assim … uma cor mais neutra também ficaria legal.
aquela porta fecha, gente! rs
O fogão tá ali do lado.. mas nem disso precisarei. rs
E vocês podem estar pensando… onde está a geladeira? Pois é.. foi a primeira coisa que pensei. Mas eu espero muito, assim.. do fundo do meu coração capitalista, que um frigobarzinho esteja em uma destas portas. Aí sim serei feliz! heiuheiuhhhee
Antes era um simples chinelo. Chinelo de “pobre”, diga-se de passagem. Aquele modelo branco e azul tava no pé de muita gente, mas havia preconceito demais em torno do que era apenas uma sandália de borracha. Lembro-me como se fosse ontem, que quem tinha mais nome no mercado e era consumido pelos riquinhos da sociedade, era nada mais, nada menos do que aqueles chinelos pesados e pretos da Kenner. Nos dias de hoje, quem usa Kenner? E quem usa sandália de borracha? Aliás, há alguns anos, após investimentos publicitários (principalmente) pesados na marca Havaianas, o que era de borracha, virou muito mais!
Kenner.
Primeiro modelo de Havaianas já com algumas alterações.
Agora não existem somente os modelos básicos com tiras azuis, amarelas, etc. O que temos são diversos tipos fashions de Havaianas: rosas com flores e tiras douradas mais finas; cor neon; com salto; com cartoons; com perfume e por aí vai. São tantos modelos que eu nem me lembro mais. Até Havaianas de ouro já foram feitas e vendidas por R$ 52 mil. O básico chinelinho de dedo caiu no gosto dos brasileiros e virou moda e objeto de desejo de muita gente.
A marca se renovou no mercado de uma forma genial e realmente, agora, todo mundo usa. O investimento em propagandas inovadoras e estilos que se renovam a cada dia, foram capazes de fortalecer a marca no mercado. Não só artistas do nosso país, que receberam altos cachês para mostrar que usavam o produto, o aderiram em seu cotidiano, mas artistas do mundo todo! Houve um gasto enorme com produções de eventos no exterior para que a marca ficasse conhecida. Afinal, lá fora não havia concorrência para sandálias de borracha tão confortáveis. Assim, após desfiles de moda em que as tops calçavam as Havaianas e após a produção de sandálias decoradas com cristais Swarovski e distribuídas aos atores que iriam concorrer ao Oscar (ah! elas estavam guardadas em caixas especiais com o nome dos atores imitando os símbolos estampados na calçada da fama de Hollywood), entre outros eventos, a marca se estendeu no exterior e as vendas aumentaram consideravelmente. Com isso, os Estados Unidos, França e Austrália se tornaram os maiores mercados de Havaianas no âmbito internacional.
Guerrilha no aeroporto de Nova York feita por agência AlmaBBDO para a marca.
Campanha também da AlmaBBDO que será veiculada somente nos EUA.
Na compra das havaianas, você ganha esse tapetinho pra encaixar o chinelo e completar o desenho. Criação da AlmaBBDO para NY.
Ação de guerrilha realizada com bóias gigantes em formato de Havaianas, na Austrália. Ver site http://www.havaianasthongchallenge.com.au/
Modelos vestidas com Havaianas distribuíram as sandálias na Europa em comemoração a chegada do verão.
Na chegada da primavera deste ano, a marca realizou esta ação em Roma e em outras cidades européias
O vídeo acima é da última ação, em comemoração agora à chegada do Outono na Europa. Estudantes tinham a missão de difundir a ideia de “recordações de verão” em cidades como Lisboa, Madri, Roma, Paris e Londres.
Dá pra perceber pelos exemplos mostrados, a força que a marca a cada dia ganha no mundo. As cores vivas e a alegria são a base da publicidade da Havaianas.
Ana, 18, mora perto de uma obra. Todos os dias úteis, Ana passa perfume, blush, rímel, sombra, põe uma roupa que traduza o humor de seu dia e segue para a faculdade. Mas no meio do caminho é obrigada a passar em frente a obra para que então pegue o ônibus e siga para o seu destino.
Ao passar pela obra, sempre cheia de pedreiros, é “fiu fiu” pra um lado, “gostooosa!” pro outro e “noooossa!” pra mais um lado. Às vezes os pedreiros são mais criativos e soltam um “boneca”, “tesão” ou qualquer adjetivo desse calão. Ana não se importa com o assédio, afinal, isso é normal vindo deles. E além disso, ela acha que merece os elogios!
Ao entrar no ônibus, quando há lugares vagos, escolhe o mais perto da porta e senta. Todos os seus movimentos são observados por dois ou três homens do transporte. Até mesmo as mulheres olham para os atributos de Ana. Mas ela já se acostumou… afinal, ela pensa: “Homem não pode ver um rabo de saia e mulher sempre é invejosa. Mas vejam e invejem com respeito.”
Ana salta do ônibus, caminha por um tempo, chega a faculdade e o dia segue normal.
No dia seguinte, Ana decide colocar a roupa nova que ganhou de aniversário: um vestido vermelho bem colado no corpo e com uma calça leg branca por baixo. Ela não aguentava mais olhar pro vestido e ter que esperar uma festa para usá-lo. Enfim, com seu rosto já maquiado, Ana o vestiu. Suas curvas ficaram mais visíveis.
Ela passou pela obra e os gritos e assovios começaram. Os olhares eram bem mais intensos. As cantadas mais frequentes. E quentes. Meninos e meninas de 15 anos até velhos de 60 anos, analisavam os “trajes” da moça fixamente. Mesmo assim, Ana não se incomodou. Seguiu seu caminho até chegar a faculdade. Mas resolveu tirar a leg que estava por baixo do vestido, pois a mesma havia furado. O vestido ficou sem proteção, assim como Ana e suas pernas.
Na faculdade, os colegas, homens e mulheres, começaram a gritar como os pedreiros, mas com mais fervor e vivacidade. Ao invés de elogios, surgiram xingamentos. E com isso Ana não estava acostumada mas continuava a pensar “Homem não pode ver um rabo de saia e mulher sempre é invejosa! Mas vejam e invejem com respeito.”
Fogo, inveja, atração, desconforto, preconceito, desejo, espírito de bagunça. Nada justifica a falta de respeito com Ana. Ela pode usar o que quiser. Pode ser quem quiser, desde que não faça mal aos outros. E um vestido não faz mal a ninguém. Ana só precisa ter consciência da atenção que chama, estando ou não acostumada.
*“Ela colocou em risco o campus. O pessoal começou a subir na janela para vê-la. É imprudência, não tem uma lógica para fazer isso.” Não tem lógica pensar desse jeito. O conto que escrevi é fictício, mas foi quase isso que ocorreu na vida real. Pra quem ainda não sabe do que estou falando … clique aqui!
Depois de uma semana inteira de chuva, ruas alagadas, casas desmoronadas, buracos nas ruas, goteiras, aviões sem teto para pousar, infiltrações, enchentes (oooppps.. tinha um erro aqui.. rs) e estradas destruídas são quase 8 mil desabrigados em todo o Espírito Santo.
São Domingos do Norte
Rio Bananal
Por enquanto, da minha janela, não vejo chuva. Mas a previsão ainda é que ela apareça e mais desastres ocorram.
Para ajudar as pessoas desabrigadas, que tal doar alimentos não perecíveis, colchões, roupas, cobertores e o que possa cooperar com quem mais foi prejudicado? Vá até o Corpo de Bombeiros mais próximo da sua casa e faça a sua doação!
Já ouvi da boca de vários publicitários que não se faz mais propaganda como antes. E eu estava lembrando de algumas clássicas propagandas do Brasil que ficaram em nossa memória e conseguiam nos emocionar e fazer vibrar com a narrativa, com a fotografia, etc. Hoje, é difícil que isso aconteça.
Lembro-me dos meus recreios no ensino fundamental, em que cantávamos o jingle dos mamíferos da Parmalat e depois colecionávamos os bichinhos de pelúcia que viraram mania nacional. E lembro-me mais ainda de “o Natal vem vindo..“, em que aquele caminhão cheinho de Coca-Cola nos dava as boas vindas com o Papai Noel (apesar de eu já não acreditar no velhinho…). Lógico que tem aquelas ainda mais famosas, mas que eu provavelmente devia estar ainda na barriga da minha mãe ou com uma chupeta na boca: a do primeiro sutiã; “compre Baton, compre Baton”; a da Folha de São Paulo com o Hitler; a série da Brastemp, Bombril, Varig; a da “pipoca e guaraná, que programa legal”!, etc. Todas essas são super bem estudadas pelos alunos de publicidade e com certeza, bem fixadas na cabeça da maioria dos brasileiros.
E quem disse que não se faz mais propaganda como antes? Washington Olivetto (W.O) nos fez relembrar destes clássicos com o mais novo comercial da escola de inglês Wizard. Ele vai ao ar na segunda quinzena de Novembro, com uma versão de 1 minuto e meio e passará nos intervalos do Jornal Nacional, Fantástico, etc.
Vendo isso, penso que ainda resta uma esperança para a publicidade, que a cada dia conta com alta tecnologia para se disseminar, mas falha na criatividade e peca no apelo emocional.